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Etre adulte, c’est avoir pardonné à ses parents.
Goethe

tradução curta e grossa: é-se crescidinho, se já tivermos perdoado os paizinhos.
resumindo e baralhando: está-se fod*do, se ainda não se souber o que há para perdoar!!!

é lindo!!!

(soube agora, que a minha Maria acabou de partir uma garrafa de Quinta de Camarate branco – que desperdício…!)

(é o que não me falta, às vezes, nesta secretária iluminada por uma enorme janela)

eu, se fosse treinadora (coisa que nunca esteve, sequer, nas minhas cogitações), havia duas coisas que não faria: treinar com os jogadores (ou jogadoras) e exemplificar na prática os exercícios.

muitas vezes, naqueles treinadores adeptos de métodos mais tradicionais, se verifica com frequência, eles a participarem nas corridas à volta do campo e também nas chamadas peladinhas. não sei se isso acontece porque têm saudades do tempo de jogadores, ou se gostam de se misturar para melhor controlar os desabafos que os jogadores, aqui e ali fazem contra o treino e o treinador. acho esses desabafos perfeitamente naturais. e os jogadores devem ter esse espaço de liberdade – já é dose levar com o mesmo treinador todos os dias, a corrigir, a mandar fazer, a ralhar, etc, etc, quanto mais ainda ter que levar com ele mesmo no meio do grupo!! se o fazem porque gostam muito de jogar, e ainda não abandonaram por completo o papel de “jogadores”, devem procurar outro espaço fora da equipa – com amigos, ex-companheiros, etc. e, já agora, resolver a cabeça porque ser jogador de competição, na maioria dos desportos, tem o seu tempo certo e limitado – não perceber ou aceitar isso revela alguma coisa…

quanto a exemplificar na prática os exercícios, só revela insegurança na sua capacidade de comunicação – e, não raras vezes, quando se procura exemplificar, sai merda! e é pior a emenda que o soneto – é só ver os jogadores a gozarem com a cena! pela surra e tal, mas gozam. e bem!

mas, eu nunca fui treinadora e seguramente nunca o serei! e, ainda que nunca seja uma palavra que não deve ser evocada em vão, eu reafirmo-a! é que eu tenho muito bem consciência das minhas limitações. e motivações, também.

hoje, ao contrário dos últimos dias (semanas), acordei muito bem disposta! haja deus!
tão bem disposta, que não me apetecia sair de casa e cheguei atrasada ao trabalho – há bué que isso não aocntecia! pelos vistos, nem tudo tem sido mau!
(reparo agora que o casaco preto, que tenho vestido, está cheio de pelinhos claros – é uma chatice o preto!)

ontem tive treino com as minhas amigas! há tanto tempo que não jogava à bola – sim porque nós jogamos à bola mesmo. já jogámos futebol, agora jogamos à bola. faz-me imensa confusão ouvir profissionais de futebol dizerem que jogam à bola – quer dizer, às vezes aquilo é tao mau e tão desorganizado, que parece mais um jogo da bola, sim!
mas continuando – estava eu muito entretida e tal a dar uns chutos (lá está, jogamos à bola, logo damos chutos, não damos pontapés) até que ouço alguém a dizer “mariaaaaaaa!”. olhei para trás e vi a minha linda morena que tinha ido, de surpresa, visitar as craques! eu não estava de óculos, recordo que sou míope, mas juro que ela estava liiinda!
mais uma vez aventurei-me na posição da baliza – acho aquilo fascinante, desde os meus tempos de jogadora, embora um baliza de futebol 11 fosse o universo para mim! conclusão: no final do treino doía-me o ombro direito e tinha uma marca vermelha na barriga, fruto de duas magníficas intervenções! divinas, queria eu dizer! sim, porque só mesmo com alguém a ajudar-me! ;)

há aqui duas coisas que estão a acontecer em simultâneo: a minha completa ausência de inspiração para escrever é directamente proporcional à falta de vontade, de quem aqui vem, para comentar.
é verdade que mesmo o outro mEiA vOlTa e… não era propriamente um top em comentários, mas ainda assim, aqui e ali caía qualquer coisa.
sinto que a mudança de endereço trouxe a dispersão, ou, até mesmo, o desagrado – percebo isso perfeitamente; há blogs dos quais não gosto muito por causa da forma como são apresentados.
eu nem sei que diga – há coisas neste das quais gosto, embora no outro esteja muita coisa que fez parte da minha vida em tempos muito importantes (os tempos de maior sofrimento e infelicidade acabam sempre por ser mais marcantes…).

resumindo, percebo bem a menor adesão – este é um t2 e outro era uma mansão!
e nos t2 só se é feliz com muito carinho – daí que quem visita este deve gostar mesmo de mim.
eu, de coração apertadito, agradeço. mesmo!

campo de flores silvestres

acordasse eu todos os dias bem disposta…

minha querida Cat Magellan,
és toda muito giraça e tal com aquele cabelo verde e decote proeminente. mas deixa-me que te diga que a Catarina, que escolheste para te representar na vida real, na versão morena está uma verdadeira brasa!!! uma verdadeira brasa!!!
(opinião unanime lá de casa!)

o programa de ontem da Paula Moura Pinheiro – Câmara Clara, na RTP2.
com a Lura e o Kiluanje Liberdade.

não saber quem é o tubarão!

ah pois é… já nem me lembrava!
a malta para evitar a dor, agarra-se a qualquer coisita que brilhe.
pouco resolve, mas alegra – e o que eu quero são alegrias! (eu e toda a gente, claro, que não sou nada original nestas coisas)

de fim de semana e tal.

(hoje estou que nem posso, com saudades da minha Maria)

confraternizando
Porto Amboim – Angola

é o título do documentário exibido ontem na rtp2, realizado por Kiluanje Liberdade e Ondjaki.

este documentário fez parte da selecção do Doclisboa e era apresentado assim:
Um filme em Angola, sobre Luanda. Angola, 30 anos de Independência, três anos de paz. Capital, Luanda. Cidade construída para 600.000 habitantes. Actualmente com quatro milhões. Cruzamento de várias realidades e gente de todas as províncias. Elo de ligação com o resto do mundo. A vida desta cidade são as pessoas. Que pessoas? Através de 10 personagens, mostram-se formas diferentes de viver e interpretar a cidade.

eu fiquei maravilhada a ver. sou branquelas da silva, só lá vivi até aos doze anos, mas aquilo diz-me tanto. e a irmã Domingas? fantástica, essa missionária que tem um papel tão importante junto da população de um bairro que terá certamente dimensões de cidade, ao qual chama Estalagem e fica perto de Viana.
há uma coisa que me fascina nos angolanos – a sua extrema boa educação. ontem, no documentário, a irmã Domingas estava com uma adolescente, que toma conta do irmão bébé durante o dia. a conversa é feita dentro de uma sala de aulas. quando termina, a irmã diz que ela pode retirar-se e a miúda responde “dá licença”. uma miúda de um bairro quase de lata, não de lata mas de blocos, que fica sózinha o dia todo na companhia de outras crianças, enquanto os pais vão trabalhar. por cá também é assim… eles pedem licença, agradecem, etc, etc. quando se diz que os pais não têm tempo para educar os filhos…

do Ondjaki é o livro que ando a ler “Quantas madrugadas tem a noite”.

… se olha o dono de quatro cães que atacam de morte uma pessoa?

(agora, para cúmulo, só faltava os defensores dos animais intervirem e acharem que os cães não devem ser abatidos, coitadinhos! - não faço ideia se já foram ou não)

isto de conhecer as pessoas que estão dentro dos blogs tem muito que se lhe diga.

há loucuras e contradições e preconceitos que me fazem rir e dispõem bem, porque conheço as pessoas que os escrevem e sinto um certo carinho por elas. e sei que, na realidade, muitas daquelas coisas acabam por não ser bem assim, ou pelo menos em certas alturas são diferentes. e sinto-as ligeiras e sem grandes pretensões que não seja aliviar a tripa através da escrita.

já o contrário dá-me vómitos. ler um blog cheio de intelectualices, textos muito complexos com palavras dificílimas, templates a dar ares de muito trabalho e superioridade estética, aqui e ali um pedantismo velado que a modéstia fica muito bem – e vai depois a gente conhece a pessoa num acaso de merda que a vida nos proporciona, fora do template e tal e ela revela-se uma merdosa histérica sem educação, e cheia de ressabiamentos, que a vida sempre se encarrega de os colar à nossa pele!
e quando se volta a ver o blog, e deparamos com mais uma coisa daquelas difíceis, que admito a minha pouca escolaridade não me deixa atingir no seu pleno, a gente olha, lê e…  fica com pena, coitada! tão pobre!

mar e areia

mar e areia

a minha Maria mandou-me um mail com o título “Neurastenia da Primavera” e com o seguinte poema: 

“Não, não é cansaço…
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar.
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo…
Não, cansaço não é…
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.”

Álvaro de Campos

não estou a ver bem o alcance da coisa… 

Tenho pena e não respondo.
Mas não tenho culpa enfim
De que em mim não correspondo
Ao outro que amaste em mim.

Cada um é muita gente.
Para mim sou quem me penso,
Para outros – cada um sente
O que julga, e é um erro imenso.

Ah, deixem-me sossegar.
Não me sonhem nem me outrem.
Se eu não me quero encontrar,
Quererei que outros me encontrem?

Fernando Pessoa 

hoje comemora-se, pela primeira vez, o dia mundial do sono.
acho muito bem. a fazer fé na forma como me tenho sentido nos últimos dias, eu propunha já que logo à noite fosse a noite mundial do sono.

ando numa fase em que só me apetece dormir.
adormeço no sofá mal acabo de jantar. quando acordo de manhã o meu pensamento vai para um dia de sonho – todo o dia na cama a dormir!
tenho aqui uma ligeira suspeita de que algo não vai muito bem…

era meia noite e sete. não a ouvi chegar. já dormia.

(mas por aquilo que já vi hoje a caminho do emprego, acho que posso acreditar que tenha chegado – apesar de frio, está um dia lindo!)

eu gosto imenso da Primavera. principalmente, porque vem depois do Inverno. e tudo floresce. e é como se regressássemos à vida. e, também, porque na Primavera existe uma luz fantástica para tirar fotografias.

cubatas na Foz do Cuporolo

talvez esteja aqui escondida

dia do pai.
excelente, hem, rute?

às vezes, aquele cansaço que se apodera de nós, e cansa, cansa, cansa, e não nos larga, não tem nada a ver com o físico e pode ter o rico nome de depressão.

(é importante não descurar esta opção – é que para além do tratamento não ser o descanso, ainda nos arriscamos a chatear a cabeça a quem nos ouve, sempre com a mesma lenga-lenga do cansaço!)

a casa de banho da Garrett no Estoril dá-me sempre a sensação que alguém me espreita por detrás daqueles espelhos todos!

deu a louca aos betos!!!

vá lá, zézinha, imponha-se! :)

e eu a falar sempre tão mal deles!!!

vou ali comprar terra para amanhã compor uns vasitos!

bom fim de semana para quem aqui passar :)

se eu estivesse internada, acho que também escreveria uma coisa assim.
está excelente!

terra seca após intensa chuvada

a ver umas fotos, descobri que devo ter um problema qualquer de equilíbrio – o mais certo será com o mental, claro!

todas as fotos tiradas com máquina digital, onde aparece a linha do horizonte, saem ligeiramente inclinadas para a direita – logo para esse lado, valham-me os deuses!!!
com isto está o diagnóstico feito – é mesmo desequilibrio mental, sim senhor!

tenho aqui uma dúvida: como (ou quando, ou quanto, ou, ou, ou…) se determina que uma pesssoa está a ficar velha?

às vezes quando me dói a cabeça, apetece-me cortá-la.
não tendo a certeza se o resto do corpo funcionaria sem ela, mesmo sem essa certeza, não me parece que fosse muito estético.
e vai daí, resolvo tomar qualquer coisa para as dores.

(fui molhar a cara e os pulsos e fiquei um pouquito melhor)

está uma manhã linda!

e eu voltei a acordar com uma telha descomunal. adormeci cedíssimo, ontem. hoje não conseguia sair da cama. eu nem quero acreditar nesta agitação toda, outra vez!

(paira no meu peito uma tristeza imensa, que na maioria das vezes consigo afastar, mas que quando bate, dói!)

ameixoeiras bravas em flor

mas viram o golo do Simão, ontem?

(razão tem a minha Maria em dizer que isto parece um blog sobre bola…)

sempre que a Maria adoece, eu emagreço.

hoje estou num dia ouriço-cacheiro.

daqueles em que se podem aproximar, mas não demasiado. poucas festas senão sacudo-me.
(tudo me incomoda, até as unhas. devia tê-las cuidado no fim de semana. só me apetece roê-las.)
sinto-me meio enjaulada, e ao mesmo tempo de corda solta sem saber por onde pegar.
não me apetece trabalhar.
não me apetece pensar.
nem embirrar – isto está mesmo bera!

que não me puxa!

realmente, não tem lógica nenhuma que o plural de “há-de” seja “hão-de”, em vez de “hádem” – poupava-se o hífen e tudo, que nos pode dar jeito para um foda-se! (que é burra!)

* (junto à fotocopiadora, com alguém que tem um cargo directivo)

das duas, uma: ou acabo com isto, ou então tenho de me preparar para voltar a trabalhar a sério!

que trampa de coisa era aquela que estava a dar ontem à noite na TVI, e o que raio lá faziam o rui zink, a clara pinto correia e o carlos quevedo?

estão a ver aquelas pessoas que gostam de se armar em engraçadinhas, mas não têm pinta para tal e então utilizam as coisas que outros dizem, com piada, mas que nelas não tem piadinha nenhuma?

ai ca puta de irritação!!!

(nem é preciso questionarem. eu assumo: para além de tudo o resto, estou com o período, sim!!!)

a desaparecer…

… se não fossem as linhas limite, quase desaparecia.

é uma pena que num dia tão colorido, a gente não se sinta assim por dentro.
é mesmo uma pena – uma dó.

manipular  (v.tr.)

preparar com a mão; (não sou lá muito habilidosa com motricidade fina, mas dá-se um jeito)
preparar (certos medicamentos) com vários símplices; (nem sei o que são símplices…)
engendrar; (isto parece-me feio e complicado… nã!)
forjar; (porra! pior!)
perverter; (isto vai de mal a pior!)
manobrar; (o carro sou uma barra! o aspirador, escapa! o ferro de engomar, péssimo!)
orientar; (sou craque! ao telefone, com croqui, é do best!)fonte: Priberam

* o saber não ocupa lugar

festa do Dia da Mulher em Benguela

* da música Ser Mulher de Lurdes Van-Dúnem

há um ano estava num festa magnífica, com estas senhoras e outras tantas, a cantar e tornar a cantar o Ser Mulher. irrepetível!

mulheres com garra!

o Sporting em homenagem às suas mulheres

orquäeas da mamã

os jogadores do Valência e do Inter de Milão pegaram-se à pancada no final do jogo.
onde raio é que isto é possível, em adultos que fazem alta competição?

e o palerma do Liedson, que a modos pela surra dá (ou tenta dar, que vai dar quase no mesmo, para mim) um pontapé nas costas do outro?

o que dirão os regulamentos internos dos clubes, nestas circunstâncias? e o que quer que digam, isso enquadrar-se-á juridicamente?
é que a malta gosta de dizer “ah, os dirigentes deviam era tirar-lhes o ordenado todo…”, mas não é assim tão fácil penalizar financeiramente os jogadores. porque o que vale é o que está no contrato. e ainda se arriscam a que o jogador rescinda com justa causa.
digo eu, que na verdade não sei muito do assunto. mas tenho algumas suspeitas!

foi do Chelsea – consegui a proeza de pôr a Maria a sofrer a ver o jogo!
nada a dizer sobre a vitória. infelizmente, o Helton deu uma de Ricardo. e nem estou a falar somente do golo. tem uma série de intervenções que revelaram muita insegurança – enfim, aquilo não era propriamente a liga portuguesa, e nestas situações é que se vê quem tem estofo para a coisa!

para além do mais, o gajo não se vê ao espelho antes de entrar em campo? que raio de maneira de vestir!!! com umas calcitas que mais parecem uns collants de aeróbica, a camisola fora das calças… oh que tristeza! e o Baía? onde anda ele? a espalhar charme no banco, não é? agora que o gajo está podre de bom, não joga! estes treinadores são uma boa trampa!

hoje estava tudo doido! até vi um carro a arder! – deve ser tramado ver o nosso carro começar a arder… e o medo que aquela merda rebente mesmo na nossa cara? (acho que ando a ver demasiados filmes americanos – lá é que os carros rebentam por tudo e por nada).

nota: M., nada de boquinhas foleiras em relação ao trânsito, ok?

sim! antes de ir devorar o 24 ainda há o jogo chelsea-fcp!
naturalmente, espero a eliminação dos ingleses. embora reconheça que mais vale uma perna do Drogba ou do Shevchenko, do que as do Adriano e do Postiga, juntas.
mas, se fosse assim tão lógico não era preciso haver jogo!
e quem sabe, desta feita, aquele remate do Quaresma em vez de bater na trave, entre!

quando o 24 começou a dar na televisão portuguesa, andava eu muito ocupada com as coisas da bola.
nunca acompanhei a série. há uns meses lembrei-me de comprar a 1ª temporada. e foi uma doença que de mim se apoderou!
confesso que só tenho pachorra para ver aquilo assim, de empreitada. não consigo criar hábitos regulares, muito menos para ver televisão. excepção feita à vingadora, mas enfim, a jennifer garner vale todos os sacrifícios!
hoje vou (vamos, porque a Maria é pior que eu!) começar a ver a 5ª temporada!
é de loucos!

é que, assim, lá passou mais um jogo do sporting que eu não vi! :)

Dombe Grande

afinal não custou nada – e foi bastante divertido – e eu até que fiquei bem gira :)

estou cá com uma angústia – nada de grave, não se assustem.

mas daqui a pouco vem aí um fotógrafo tirar-me umas fotos para um trabalho de jornal e eu detesto que me tirem fotografias no meio de toda a gente, e só me apetece é fugir!
mas ó que merda! e perguntam vocês porque é que eu aceitei e perguntam bem! mas há coisas a modos que assim difíceis de dizer não, já me basta ser bruta como as portas e nada politicamente correcta, e na verdade não arranjei uma justificação suficientemente razoável, que isto da rute não dá para tudo!

oh que porra!!! e ainda por cima estou com um ar de quem acordou às sete da manhã para ir para a fila do centro de saúde marcar uma consulta e aguentar até às oito em pé e depois quando abriram as portas dizerem-nos que não adiantava de nada entrarmos porque havia greve da função pública e se ainda não tinha chegado nenhum funcionário administrativo é porque já não vinham – conseguem imaginar o meu look, então?

crocks

os meus crocs

tirando os golos e a primeira parte (e já estou a ser bastante benevolente), o restante do jogo foi uma trampa.
que mania que têm de começarem a gerir o resultado. por acaso tenho pena que a Académica não tenha marcado mais cedo – a ver se acordavam!
gostei do Miguel Veloso e do Moutinho. a cara do Tonel irrita-me à brava. e o cabelinho? parece um daqueles pintos carecas, com a popa a abanar!

desgraça total era não conseguirmos ir à final da Taça! mas o Sporting tem um síndrome qualquer de masoquista, por isso não me espantava!

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