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oh miúda, anda embora para casa. já não sei que hei-de fazer – já comi, a cesária évora canta sózinha na sala, eu ando aqui, dói-me a barriga…
ah! vou regar as plantas!
dia 9 às 22,40, começa na rtp2 a sexta temporada do 24.
estou tramada! não sei se aguento ver aquela coisa, só uma vez por semana!
e se eu tiver uma perna bem mais curta que a outra?
é traumatizante dar conta disso aos 43 anos, caraças!
está desfeito o mistério – não o da fé, mas o que me leva a fazer uma data de fotografias completamente desequilibradas.
veja-se só o exemplo acima. uma fotografia tão bonita, passe a imodéstia, com o horizonte a descambar para o lado direito!!! o horizonte não é torto, em áfrica – pelo menos que eu saiba, porque eu é mais moamba, funji, doce de mamão e kizombas e coisas que tais!
mas a Maria disse-me, e eu já confirmei, que tenho o ombro direito meio descaído. será postura, reflexos de uma valente investida de bicicleta contra um muro, ou quiçá uma perna bem mais curta que a outra? va savoir! o que é certo é que tenho, e que talvez daí resulte os meus horizontes tombados, torres de igreja inclinadas, etc, etc.
questões de perspectiva, portanto!
(eu nem quero atentar nas consequências psicológicas da coisa…)
não é que não me lembrava, que na segunda tenho ponte?
estou a ficar senil!
uma coisa que me satisfaz, é poder partilhar a Maria com todas as pessoas que conheço. e isso não tem nada a ver com o facto de ter uma relação assumida e tal e tal e tal – quero lá saber dessa cena!
satisfaz-me porque a partilha é das melhores coisas da vida. partilhar quem se ama, permite-nos “mostrar” as outros, o porquê de em determinada altura dizermos que estamos encantados! e a sensação de que, para além de nós, há um rol de mundo que gosta da pessoa que nós amamos, é única!
daí que não entendo quem seja possessivo e ciumento, e queira guardar a outra pessoa só para si. mas pior que isso, não entendo como é que alguém se pode sentir feliz dentro dessa prisão! e a aceite! juro que não! e frases do tipo “se sente ciúmes é porque gosta de mim” fazem-me vomitar!
(ai credo, logo de manhã é pesado demais! desculpem! vou ali beber café)
* título de um texto encontrado aqui, que eu com a devida vénia não li, porque não consigo ler coisas tão grandes, mas na verdade o que eu invejei foi a expressão. adorava que a originalidade tivesse sido minha, mas não foi.
na verdade, cheguei lá por aqui, noutro texto enorme, que eu com a devida vénia não li, pelos mesmo motivos, mas que tem uma vantagem em relação ao outro: tem links! e eu adoro seguir os links. mesmo que não perceba nada do que se está a passar.
se algum dia (pensares em) me abandonar,
vou chorar todas as pedras da praia da parede.
só ficarei satisfeita, quando não se vir, sequer, um grão de areia.
depois, fecho a porta e vou para casa.
estarei a morrer de fome, quando me reencontrares.
mal disposta, como só eu – para sentires saudades.
(há algo doentio na comiseração – mas, no limite, nenhum de nós a ela escapa!)
olhem, que nem sei como é que não me doem as mãos – ontem estive mais de uma hora a jogar matraquilhos. e tive que me espatifar toda que os tipos eram rijos!
(hoje não estou com pachorra para conversa de homens – futebol, jogos, gadgets e todas essas merdas!)
eu quase jurava que ontem à noite, já no branco dos lençóis, ouvi uma voz que dizia “amanhã escrevo um post, também!”.
e ainda me atrevia a dizer que tive uma testemunha – auditiva, não vá as pessoas pensarem que… enfim, isso!
já não quero para mim, senão a verdade.
a verdade do sentimento. a lealdade da comoção. a transparência das discordâncias.
esgotei o tempo das experiências.
já só tenho quarenta anos para viver.
já me estava a esquecer… o concerto da Ala dos Namorados foi excelente!
eu ía reticente, porque para além de conhecer pouco do grupo, concertos é coisa que não me apela muito! mas o espaço do auditório jorge sampaio no olga cadaval é mesmo à medida do que eu gosto – já não tenho paciência para ouvir música em sítios muito grandes. na verdade, a minha relação com a música é uma coisa bué de estranha! às vezes, até parece que não gosto. mas gosto!
mas o concerto… o concerto foi excelente! já tinha dito ali acima, mas repito. e teve um toque de ouro – a participação de Nancy Vieira! não há hipótese! coisa onde a mistura entra, fica incomparavelmente melhor! (não tarda, ainda me acusam de discriminação positiva)
os gajos do BES agora deram na mania de, no mesmo borderaux bancário, utilizarem a frente e o verso e misturarem juros com transferências, enfim uma salganhada!
eu quero acreditar que estão preocupados com o abate de árvores…
é como o contagioso e o contagiante.
contagiante é como perturbante. basicamente, envolvente!
às vezes tenho necessidade, e sabe-me tão bem, de estar um dia inteiro sem falar com ninguém.
oh prima, atenta nisto e faz-me o favor de reencaminhares:
o convite inclui estadia de sexta a domingo para duas pessoas, pensão completa.
e andai lá, rápido! que temos muito assunto para pôr em dia e bué de saudades e tal e como sabeis o tempo voa!
gosto imenso deste blog: viagens interditas. não só pelo conteúdo, mas muito pela forma. é agradável e sereno. entro lá e sinto-me bem. coisas…
mas, invariavelmente, de cada vez que carrego no link ou leio o seu nome em qualquer outro blog, em vez de viagens interditas leio virgens interditas!
que coisa, hem?!

apeadeiro de s. josé – coimbra (calhabé)
a net tem destas coisas – permite-nos conhecer, ainda que não pessoalmente, gente simpática, que nos dedica amabilidades e brava troca de prosa!
enviaram-me esta foto por mail, sítio algo caro para mim. por aqui, diariamente em tempo de escola, nos meus 16 e 17 anos, esperava a chegada da automotora que me levaria a casa – esgalgada de fome. saía às 13,20 e a motora só passava perto das 14,30. quando os trocos sobravam, íamos a um cafézito perto encharcar-nos de bolos – na melhor das hipóteses só chegava a casa depois das 15,00. isto, se não desse o treco à bicha e avariar pelo caminho, ou algum desgraçado do sobral cid lembrar-se de se atirar à linha!
era lindo!
é que estou aqui com uma dúvida: perturbante e perturbador são sinónimos? tipo, podem-se aplicar-se indiferenciadamente?
é que, por exemplo, não vejo aqui nenhuma mulher perturbante, mas há muitas perturbadoras!
ontem (re)encontrei a minha amiga Dina. conhecemo-nos há três anos e tal, em momentos algo conturbados das nossas vidas. e criámos uma empatia imediata que nos fazia estar longas horas à conversa, e a divertirmo-nos imenso.
entretanto, ela casou e eu também. os encontros rarearam, e muitas vezes aconteciam no carrefour, com carrinhos de compras atulhados entre nós.
ontem, o tempo em que estivemos juntas voou. e foi como se tivéssemos estado juntas na véspera – há pessoas assim, com as quais temos essa facilidade em estar sem peso.
hoje à noite vou levar a minha rapariga a ver a Ala dos Namorados. eu até nem sou grande fã, mas o amor tem destas coisas.
“tem mãos de pianista (por acaso tem, e são lindas!)
pernas de equilibrista (nada disso! pernitas tortas é o que é!)
e o cazulo da fé no coração” (da fé e do amor – aquele coração é imenso!)
(ai credo! ando tão apaixonada…)
pois bem, a final a taça vai opôr-me à minha querida mãe, simpatizante do belenenses.
assim como assim, não ficarei muito triste se não for o sporting a ganhar.
(hoje na antena 1 entrevistaram dois músicos simpatizantes de cada um dos clubes. pelo belenenses o luís represas e pelo braga o adolfo luxúria canibal – eu até fiquei contente com a vitória dos azuis, mas que achei muito mais cool ter um adepto como o adolfo luxúria canibal, lá isso achei!)
por acaso acho graça, a quem diz que os animais são bem melhores que muitas pessoas – claro, deixam-se domar! e não falam.
mas acabei de desafiar uma amiga para irmos ver a final da taça de portugal!
(devo estar mesmo! eu, pagar para ir ver futebol! internem-me!)
percebi o quanto o jogo estava a ser interessante quando, já deitada e a ver a segunda parte, ouvi a Maria, que escolhia a roupa para hoje no quarto ao lado, a dizer: ”eh lá, o jogo está interessante!”
eu tinha deixado escapar um bocejo, que pelos vistos tinha sido em alto volume!
acabei de encontrar este blog e estou desejosa de o ler todo!
é como se lá estivesse.
às vezes (des)organizo-me em palavras
estamos juntos, sim!
no outro dia, a propósito do mesmo, sempre do mesmo, disse-lhe “os casais que têm só um filho haviam de pagar imposto!”. porque é mesmo o que eu penso. é uma trabalheira, depois, para nós filhos únicos, resolvermos todas as merdas que nos ficam no sotão – e a porra das ligações afectivas e o raio que parta! adiante!
a boa da minha rute, que não se desarma com nada do que eu diga, tem sempre a resposta afiadinha. e vai daí que me atira logo com esta “e os que não têm filhos, também!”
está certo, minha querida. eu encaixo. tantas horas de dedicação e é assim que retribui!
a esta hora está a minha Maria a prepara-se para fazer de parteira assistente!
nem sei como é que ela consegue!
(aqui para nós que ela não nos ouve, ontem houve preparação específica: uma boa dose de chocolate, que a carne é fraca!)
quando é que arranjam alguém que ensine o paulo bento a falar, hem, ó sad dos lagartos!?!?!
não me lembro se isto já foi alvo das minha reflexões blográficas, mas a minha mama esquerda é bem maior que a direita!
será que quem se cruza comigo também nota?
não sei se é de mim, se quê! mas eu tenho cá uma preguiça…
é lá normal, logo de manhã, ainda me estou a habituar a estar acordada, apesar do banho tomado, e toca de exercitar os braços para pôr creme no corpo!!
e à noite? a mulher maravilhosa que partilha a cama comigo – e mais que isso, a vida! – às vezes consegue ser chata, mas tão chata que nem imaginam! puseste creme na cara? e eu respondo com um grunhido que nem é sim nem não. estás a ouvir-me? lavaste a cara? “lavei, claro!” eu toda ufana! e creme, puseste o creme?
oh pá!
* ou eu devo ser muito picuinhas!
ontem, quando cheguei ao consultório da rute, a recepcionista estava ao telemóvel. eu disse boa tarde, ela respondeu-me e esclareceu quem estava do outro lado “ah, estava a dizer boa tarde a uma amiga minha”. alto e pára o baile que nós não somos amigas, olha a merda, hem?!
fui à casa de banho – faz parte do meu ritual antes de me ir confessar – e quando voltei para a sala de espera, ela ainda continuava de ouvido colado ao telecoiso. falando, na boa, como se estivesse em casa, num tom de voz perfeitamente audível – eu até sou um pouco surda! – e sem a mínima censura ao que dizia. eu, como não tinha nada para fazer e ela não sussurrava, fui ouvindo.
falaram de um rapaz e da possibilidade de ele ir trabalhar para algures, ao que ela rematou cheia de sabedoria “credo, para aí não que é só pretos!”. lindo!
de seguida o rumo da conversa mudou e foi parar a um fim de semana que está para vir. dizia ela que nesse fim de semana tinha visitas, uma madrinha de não sei quem, mais o filho, e que nem tinha ficado muito contente que a filha lhe tivesse pedido para a alojar em sua casa porque “sabes, não gosto muito dela – acho que come para os dois lados!”. ui! ui! e a senhora tem medo de ser violada, não? ou pior, de ser rejeitada?!
só visto, ou melhor, só ouvido!
acho uma falta de educação as pessoas estarem ao telefone e falarem de modo a que toda a gente ouça. quando estão no seu local de trabalho ainda pior!
para compor a coisa, só aquelas pérolas que a senhora disse! ainda bem que só como para um dos lados! olha o que não seria?!?! deixava de poder lá ir…
as crianças são sempre um assunto muito especial, para mim. talvez porque ainda não tenha abandonado o meu lado infantil. tenho com elas uma relação muito inconstante – ora gosto muito delas, ou as detesto. o que me parece muito forte, mas é a minha forma de viver os afectos. tenho especial antipatia por crianças mal educadas, que mexem em tudo, que estragam, que se revelam sem o mínimo de regras – é certo que os responsáveis desse comportamento são os pais, ou quem por eles faz esse trabalho. e faço-lhes má cara e respondo torto.
com a Maria, o meu mundo tem sido invadido por crianças. são os sobrinhos que vão nascendo de forma cíclica. e, sem grande esforço, a minha dedicação tem aumentado. até porque consigo acompanhar facilmente as coisas que fazem – rebolar-me no chão, pular, fazer caretas, comer coisas que me dão e que já passaram pelas bocas e mãos e chão e o diabo a quatro.
o que mais gosto de fazer – fotografá-los!
isto a propósito de, ainda esta semana, a família ir aumentar – vem aí o quarto sobrinho-neto da Maria.
(e eu ponho-me a pensar, pomo-nos a pensar, e pensamos, pensamos, pensamos, toda a gente mais do que convencida, e o raio do passo que é tão difícil de assumir! )
lembro-me de bué de coisas para escrever, e depois quando posso, esqueço-me!
eu bem me pareceu que aquelas papoilas arroxeadas não eram de bom agoiro… e cheira-me que o treinador vai mudar o nome para fernando peseiro.
hoje vi uma foto num jornal desportivo, acho, de uma rapariga a chorar no jogo. como é possível alguém chorar por causa de uma merda de um jogo de futebol? só à chapada, mesmo!
ou o site da TicketLine dá cabo da paciência a qualquer um?
oh nha guente
nha cancera ka tem medida
oh nha guente
oh qu’afronta qu’m passá *
é que estou mesmo podre de sono!!!
* parte da letra da canção do título do post, de Pedro Rodrigues, cantada por Cesária Évora
hoje, perto de Queijas, vi umas papoilas arroxeadas. nunca tal tinha visto!
não sei bem o que isso quererá dizer para o jogo de logo à noite… eu não sou supersticiosa, mas se fosse benfiquista ficava com a pulga atrás da orelha.
inventa-se!
andei a vaguear pela net, e fui dar a uma coisa de signos. claro está, fui espreitar o que eles diziam do meu rico caranguejo. dizem quase todos a mesma coisa – não sei se por cópia ou se é mesmo assim.
existem algumas coisas perfeitamente compatíveis com a forma de ser, desta que vos escreve. é a casa, é a água, é a lua, é a família, é um manancial de coisas acertadas. vai-se a ver e uma gaja não tem personalidade própria, é o que é! o que vale é que, entretanto, existem os psicoterapeutas e a gente resolve esse vazio de conteúdo no espaço próprio.
hoje, e porque as coisas despertam a nossa atenção não de uma forma aleatória, mas sim pelo que no momento nos faz mais sentido (ou dor, mas isso agora não interessa nada), achei graça a isto:
“A sua imaginação extremamente fértil permite-lhe criar, apenas na sua imaginação, situações extremamente felizes ou absolutamente infelizes. Neste último caso, e como o nativo de Caranguejo aumenta todas as suas preocupações, acaba por sofrer com coisas que só existem na sua imaginação e que não têm qualquer razão de ser.”
não será tanto assim, mas é bem verdade a tendência que tenho para extrapolar as consequências negativas de algo que vai acontecer – invariavelmente, sofro tanto por antecipação, que depois quando as coisas acontecem já não têm nem metade do impacto.
é uma tristeza, é só o que vos digo!
ainda assim, continuo a gostar imenso de acordar comigo todos os dias. todinhos!
… é dizerem-me qualquer coisa e rematarem com a expressão “brincadeirinha!”.
oh foda-se! detesto mesmo essa merda!
é isso e levantarem as mãos e mimarem o ”entre aspas”!
não há cú!
deve ser lixado chegar aos quarenta anos e já estar casada com a mesma pessoa há perto de vinte!!
esta coisa de comer tranches de cherne com molho de amêndoas e puré de batata parece muito bonito, mas não enche barriga!!!
(já comi um bocado de folar feito pela minha morena, para enganar a coisa! mas, o que ía mesmo muita bem era um travesseiro!)
pssssst!
miúda, é contigo mesmo!
que tal apanhar-te quando sair, marginal até ao fundo, subir a serra de sintra e comer um travesseiro?
(estamos em casa antes do cair da noite)
querido PR,
a propósito deste comentário: hoje, quando vinha trabalhar, tentei. juro que tentei. e digo-te mais, tenho imensa pena porque tu tens a voz muito bonita. mas, ó PR, eu já não tenho neurónios que aguentem tanta inglesada logo pela manhã!!! aquilo é muita agitação para o meu pobre cérebro – não te esqueças que estive ligada ao futebol quase vinte anos! não mata, mas mói! acredita!
aqui e ali vou-te vendo na tv, leio o que escreves e está prometido: dia 29 às 20:00, quando vestir a minha camisolita amarela, vou-me lembrar de ti.
e que ganhe o melhor!
às vezes, é mesmo só ir aliviar o intestino!
hoje, se me virem passar, não digam nada.
nem vale a pena apanhar as folhas que afasto com os pés.
tenho de tomar decisões.
há cerca de dois meses presenciei um acidente em que o culpado bateu em retirada e o tipo que ía no lugar do pendura, mal eles bateram, abriu a porta e desatou a fugir rua acima.
ontem, quando ía buscar o meu carro, vi dois tipos a urinarem em simultâneo contra as portas de dois carros – que não eram os deles, está claro, que mal fizeram o servicinho ajeitaram as calças e continuaram o seu caminho.
eh pá, isto não é discriminação nem preconceito. é ficar lixada mesmo!
realmente, a malta vem para a televisão dizer que é português e tal, a reclamar tratamento igual, mas nestes casos o que eles querem é direitos iguais, ou melhor impunidade total! os deveres não interessam para nada!
(e fiquei a pensar que, se eu chegasse ao pé do meu carro e visse uma cena daquelas, desatava logo a disparatar – o resultado… bem, se algum dia acontecer, eu conto!)
um dia destes vou experimentar!
(agora vou sair. buscar o carro e tal… e o rádio já trabalha. temperamental, como a dona!)
como sou uma grande preguiçosa (ver post abaixo) deixo sempre o gasóleo chegar mesmo ao fim, e só quando a luzinha acende e o gajo começa a apitar é que eu abasteço.
hoje teve que ser. saí de casa, antena 1 sintonizada a ouvir aquele beato horrível do bagão e fui à bomba atestar (treta, só pus 20€).
quando voltei a entrar no carro, o rádio não emitia qualquer som!
será porque abasteci com o gasóleo mais barato?
ou anda aqui costela de ambientalista no meu rádio?
ou foi a maneira que o carro arranjou para eu o levar mais rápido à revisão?
bom, bom, é quando temos gente conhecida na oficina da marca e telefonamos para fazer a revisão e nos dizem “vem cá depois do almoço que eu trato disso!”
(e pensar que ando há bué para o fazer! sou mesmo preguiçosa, raios!)
para a Karla, minha compincha do Ante et Post
(fui ao Parque dos Poetas apanhá-las para ti)
são muito boas e eu gosto bué!
(maria, minha linda, é só para te dizer que é muito feio comprares-me amêndoas e nunca mais mas dares, e já agora, quando é que actualizas o blog? )
eh pá, quando aprovaram a lei de não se poder fumar em recintos fechados, não poderiam ter feito uma extensãozita ao que ao uso do perfume diz respeito?
chiça! se há coisa que me lixa é ter que levar com o cheiro do perfume dos outros!!
ah, e não digam que sempre é melhor do que levar com o cheiro do suor, porque essa é muito básica!
vou mudar a foto ali de cima
(eu sei que a semana já começou ontem…)











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