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(ver vÃdeo de Yah)
garina não se atrapalha
a Petty é que avacalha
estilo meu é que é puro
dama recente no kuduro
esta noite, a sonhar, Â acordei a Maria a cantar “Miss Petty diz woh!”
é kuia, né?
* bollycao – branco por fora, preto por dentro
imagens daqui
por aqui, ‘tá-se muito bem.
de casaco vestido e janelas abertas para entrar o calor da rua!
(e não, não trabalho na secção de congelados – mas parece!)
o problema desta coisa toda das marchas e dos arraiais é a visibilidade. até aÃ, já todos chegámos, mesmo aqueles que são contra. estaria tudo muito bem se não se visse. e acham as pessoas que são tolerantes assim. mas, enfim, cada um é como cada qual e nem me interessa discutir os propósitos das manifestações, e se eles chegam sequer a ser atingidos. o que me interessa é porque, e de que forma, é que duas pessoas do mesmo sexo beijando-se na rua ou descendo a avenida com uma bandeira na mão, estão a perturbar a individualidade de terceiros. quer dizer, a mim não me interessa nada. as pessoas que se sentem incomodadas, é que deveriam parar um pouco e puxar lá bem pelo inconsciente e tentar resolver a coisa…
já agora, também há coisas que eu gostava que não tivessem tanta visibilidade.
- pessoas a mastigarem com a boca aberta
- gente com os dentes todos podres a sorrir
- homens a urinarem no primeiro canto que encontram
- gente com unhas sujas a atender ao balcãoÂ
- cuspidelas para o chão
eh pá, façam lá isso em casa ou às escondidas. mas eu a ver é que não, se faz favor!
ai as minhas costas!!! ai o raio do colchão!
adiante!
ai que merda de sonho que tive esta madrugada. sonhei que ainda jogava. e horas marcadas e compromissos e equipamentos e toda aquela parafernália que faz parte da coisa! deusmalivre! eu agora é mais telenovelas e cuidar das minhas plantas.
bom dia para aÃ!
hoje ainda estou que nem posso – eu já não tenho pedalada para me andar a deitar à s tantas! nem as minhas rugas aguentam, que já não tenho vinte anos!
mas foi giro, apesar de extremamente ruidoso. (ai que chata que só me queixo!)
não falo da música, porque não consigo. tenho dificuldade em falar do que desconheço. e aquela batida é-me completamente estranha – é que eu agora é mais música africana, cada vez mais!
mas é giro ir dar uma volta e ver pessoal conhecido. beber uma loira acompanhada de amendoins com mel, levados previamente de casa – fizeram um sucesso, é o que vos digo!
e rir e tal. e levantar uns encontrões – deve ser a isso que se referem, quando dizem que são apalpadas nesses eventos… se não, eu devo ser mesmo desinteressantinha de todo, que nunca me brindaram com tal coisa! já começo a sentir-me discriminada, porra! e discriminação é que não, que eu também pago impostos! (só me apetece é disparar, mas nem vale a pena, porque investir em gente triste é perda de tempo!)
pois, continuemos… de seguida lá fomos ao tão famoso maria lisboa. até gostei, mas olhem, parabéns!, porque mesmo que aquilo não prestasse para nada, ter aquela recepção à entrada, é digna de um louvor! e eu cá, não gosto de deixar passar estas coisas em claro, que o mérito tem de ser enaltecido, neste paÃs de deprimidos!
e foi agradável, sim, embora eu gostasse mais se a música não fosse tanto… enfim, aquela coisa que eu já disse lá em cima. mas isto é só o meu gosto pessoal, que em nada retira o interessante do espaço. e, na verdade, ainda mexi um bocado o esqueleto.
reparei agora que, no espaço de meia dúzia de posts, utilizei a expressão “ficar a matar” duas vezes.
serei uma psicopata camuflada?
(logo agora que já tinha pensado em deixar a minha rute, aparece-me esta dúvida existencial!!!)
acho que estas botas, que encontrei numa loja da vivienne westwood em chelsea,
ficam a matar à minha querida TP!
(nota: a usar com um decote daqueles…)
oh, homem, não diga tantos disparates, que isso ainda lhe faz mal à saúde!!
(é que, apesar de tudo, ainda pagamos impostos, e vai na volta, ainda ajudamos a pagar a sua recuperação, e não há necessidade de gastar dinheiro mal gasto, sinceramente!)
. 
amanhã é dia do arraial dos alegres. lá vamos nós, que alegria é connosco!
e depois disso, é desta que nos estreamos no maria lisboa!
(ideia das fotos roubada aqui)
mas não poderia deixar passar esta citação, que a minha Maria se dignou a deixar no seu cantinho:
Tudo pode ser retirado de um homem, menos a última das suas liberdades – escolher de que maneira vai agir diante das circunstâncias do destino.
Viktor Frankl
(e depois continuem com aquele blá, blá, que é fácil falar, etc, etc… continuem, que vos fica bem esse papelzinho de vÃtimas)
um modelito muito especial para a preciouzzz,
directamente de notting hill, que é um sÃtio que te fica a matar!
(podes usá-lo na inauguração)
dois sÃtios, em londres, onde a minha pré-menopausa se manifestou vivamente: o metro e os autocarros. porra de calor!
hoje, o tempo que eu demorei entre o levantar e o chegar ao emprego, foi o mesmo que a Maria demorou só para sair de casa.
bem… talvez seja honesto dizer, que ela saÃu esplendorosa!
prima, sou eu e tu!
Un défaut qui empêche les hommes d’agir, c’est de ne pas sentir de quoi ils sont capables.
Bossuet
e contra isso, batatas!
ou terapia.
nem me digas nada – não penses que eu não entendo, mas já não estou nesse patamar – isso para mim já passou. já desci dessas serras, já não me banho nesses rios. as quedas, já sarei as suas feridas. ainda continuas a olhar para o alto da serra, quando acordas? ainda vês aquele nevoeiro denso a agarrar-se com toda a força à s giestas? explica-me como não te cansas disso. eu já teria enlouquecido. ou sufocado. antes enlouquecer! pelo menos foge-se…
mas deixa de me mandar mensagens tolas. já sabes que não respondo. sou pouco sensÃvel ao sofrimento alheio. é uma defesa. é como tomar banho todos os dias, para não deixar o sarro acumular. eu uso sabonete. para esfregar bem. e tu?
(isto é extremamente fácil. abre-se o editor e escreve-se ao correr do teclado. é bom e não faz mal a ninguém)
será que as pessoas quando se queixam sistematicamente da vida que levam, se esquecem que têm a vida que escolheram ter?
se gostam dela ou não, isso é outra coisa. nem sempre as escolhas que se fazem são as melhores. mas, também, está sempre nas nossas mãos alterá-las.
se há coragem para tal, é outra coisa. eh pá, mas se não há, aceitem o que têm e andem para a frente, caraças! não buzinem os ouvidos dos outros com as vossas queixinhas de vidinhas merdosas, como se não tivessem responsabilidade nelas!
é que não há cú!
a gitas fez-me esta partida. eu cá, tomates, só se forem pouco maduros! mas adiante
não sei bem se este blog é um blog com tomates. [eu, à s vezes, tenho-os. quando me pisam os calos - e o projecto de joanetes que a minha mãe me deixou de herança genética]. porque não luto de forma aberta e concertada pelos direitos fundamentais do ser humano. luto pelos meus – e digo-vos, em tom de confidência, que já dá um trabalhão enorme!!! em relação aos outros, o muito que consigo fazer por eles, é respeitá-los.
seguindo a lógica, cabe-me nomear cinco. tarefa terrÃvel – porque sou preguiçosa. mas consegui – fico tão orgulhosa de mim, nestas situações.
aqui vão:
assumidamente
às vezes (des)organizo-me em palavras
contra capa
controversa maresia
o mundo perfeito
agora, se quiserem é continuar a coisa – nomear outros e ir ao blog com tomates dizer que foram nomeadas, etc, etc. se não quiserem, por mim tudo ok! para mim, basta-me o prazer de o ter feito.
nada melhor, para descansar, do que depois de uma semana a calcorrear as ruas de londres, ir para um torneio de futsal!
(são as queridas amigas que eu tenho – enfim, cada um tem o que merece, e a mim foram estas que me calharam em rifa)
jogos: sábado às duas e às seis e domingo às dez!
os resultados… lisonjeadores. vitória por quatro-zero, e derrotas por dois-um e dois-zero. nada mal para uma equipa com média de idades de 38 anos, e que não tem sequer uma jogada ensaiada!!
dói-me tudo, já tinha dito?
AH! e ainda trouxe um troféu! uma bolada de uma miúda que tinha idade para ser minha filha! já não há respeito!
a minha perna direita, junto ao joelho está assim:
dói-me tudo!

foto: daqui
the catherine tate show
 see (write) you next week!
london calling lá lá lá lá
quando saà da casa de banho, já ela estava vestida.
no espaço de dez minutos, entre o vestir-me e ir à cozinha beber o leite, vi-a com três roupas diferentes! e a falar sózinha…
abeirei-me dela, devagarinho que aquele momento é sempre crÃtico, e disse-lhe
“toma lá um beijo que eu vou andando.”
“oh, não vás. espera. deixa-me só ver se este cinto fica bem. e saio já contigo… (pausa de segundos) a não ser que resolva mudar de roupa outra vez.”
e eu respondi-lhe de imediato “se mudas de roupa outra vez, interno-te!”
(já estávamos na porta do elevador, e afinal ainda faltava um anel! eu sou duma paciência…)
ainda não fiz uma conciliação bancária que desse certo à primeira!
porra!
elas vão de fim de semana, mas voltam!
cócórócócó cócórócócó cócórócócó
(foto: daqui)
já comecei a tratar disso há três anos!! e já estou no fim!
vá, ide lá dar muito amor às criancinhas. amor resolve imensas coisas.
por isso, dai muito amor às vossas criancinhas, mas não as torneis inaptas, por favor.
e educação, que é muito bom e agora já quase não se usa.
recapitulando: amor e educação.
aqueles que ainda se sentem um pouco crianças, um muito bom dia!
acabei de receber um telefonema que me deixou extremamente feliz. por isso…












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