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de volta em setembro!

já viram que tenho uns pézinhos tão bonitos?

de caramelo!

* a minha maria fá-la tão bem!

a minha querida Cristina, que tem o condão de me pôr a fazer grandes comentários sobre futebol, deixou-me o desafio de escolher dez filmes que me marcaram. não sei se me marcaram. nem serão somente estes. mas estes, gosto sem sombra de dúvida. e aqueles que me vieram à cabeça mais depressa. como eu gosto muito de futebol, não são dez, são onze (para dar sorte ao meu sporting, mais logo). a ordem é completamente aleatória.
e não dá para passar a ninguém, porque não tenho tempo para pensar. mas sintam-se à vontade para continuar.

Casablanca de Michael Curtiz
Padre Padronne de Paulo e Vittorio Taviani
A amante do tenente francês de Karel Reisz
Veludo azul  de David Lynch
A mulher do lado  de François Truffaut (ah! a Fanny Ardant!)
Tess de Roman Polanski
La Strada de Federico Fellini
Casamento debaixo de chuva  de Mira Nair
Mulheres à beira de um ataque de nervos de Pedro Almodovar
Padrinho I, II e III de Francis Ford Coppola
Cinema Paraíso de Giuseppe Tornatore

* os meus filmes, na verdade, são mesmo outros. são os que eu protagonizei – mas para ser sincera, da maior parte já não me lembro com exactidão. é o que faz ter uma vida rica e feliz!

à espera das férias

à espera que as férias cheguem!

entretanto, ando a ver movimentos com seis anos!!!
ai que vontadinha!
TP, como podes verificar, a outra foto era um exagero ;)

quase a ir de férias e já não me apetece fazer nada! e ainda por cima a fechar o ano – quem é que se lembra de fechar o ano a meio do ano? que cena!

(preciso de cortar as unhas – ainda não percebi porque é que elas têm de crescer tanto!)

grande parte das minhas amigas [e menos amigas também] são da opinião de que eu estou muito diferente – mais tranquila, mais tolerante, menos refilona. e quando fazem essa análise, reportam sempre para os três anos e picos que eu estou com a maria.
é tudo verdade. não contesto uma vírgula. é demasiado importante o seu papel na minha vida. sei-o melhor do que ninguém. sinto-o. e dou-lhe alimento.
mas eu, que fiz este caminho por dentro, sei muito bem, e mal seria se não tivesse disso consciência [teria andado a desperdiçar tempo e dinheiro], que a grande razão para isso se chama terapia.
o facto de estar com a maria, ajudou a materializar a coisa – pelo que de mim exige.

entretanto, como a inspiração está tão fraca, entretive-me a mudar a foto do cabeçalho – quando tirei aquela fotografia, estávamos tão no início, minha querida!

muito sono!

(este blog está a definhar – ainda não percebi se é estival, se cíclico ou se está a tocar a finados)

… conta até dez!

(agora vou lançar um documento com cento e tal linhas, outra vez, porque me enganei e lancei-o em junho! a bem, a bem, lançava esta merda toda janela fora, como estou no 3º andar era capaz de fazer algum estrago, e ía de férias com a minha maria!)

oh miúda! não achas que com tanta água mineral, o blog fica com gases?

tive uma ideia, fui ter com quem de direito e ficou acordado pô-la em prática.
agora, não consigo vislumbrar muito bem, a real vantagem da mesma. e isto passou-se há meia hora, mais ou menos.
devo estar senil.

ps: estava senil, claro! já descobri e vislumbrei. será que estou a precisar de férias?

AR (desculpa interpelar-te assim, mas não consigo fazer comentários lá)

nunca tinha pensado nas coisas por esse prisma.
achas mesmo que é pelo facto da vida não ser fácil, que as pessoas têm essa reacção?
achas que é por preocupação?

Mónica Jorge - seleccionadora nacional

Mónica Jorge foi a escolhida para substituir José Augusto na liderança das selecções nacionais de futebol feminino.
finalmente, resolveram acabar com a táctica da naftalina. vá lá, Mónica, põe a roupa a arejar, queima aqui e ali algumas peças que já não são precisas, e boa sorte para a empreitada!

tenho imensas! uma delas: comprar cremes para o rosto! a coisa podia ser simples, mas não, eles escrevem bué de cenas nas embalagens e eu fico toda baralhadinha.
ontem, devo ter-me portado mal, e como castigo a minha maria pediu-me para ir comprar um creme. cheguei ao colombo e fui à farmácia. imensa gente, como é habitual, e uma tola no balcão do meio. perguntei uma vez se a senha rosa não era chamada. que sim, que esperasse um bocadinho. passam não sei quantos e voltei a perguntar, e ela outra vez que sim, mas tinha de ajudar o colega do outro balcão. aí pensei: estás desvairada com fome, vai mas é embora antes que isto corra mal.
tive de ir a uma perfumaria, daquelas que tem de tudo, e acabei por comprar um que já conhecia por ser efectivamente mais fácil. nem era, provavelmente, o mais económico dentro do razoável, mas o dinheiro é para isso mesmo, e antes isso que ficar ali toda a atrofiar e viesse uma daquelas raparigas perguntar se eu queria ajuda e começasse com aquelas conversa que eu não entendo e…
ai! sou tão bronca, credo! não é por não saber – é por não tentar saber. tanto talento desaproveitado, ó deus!
entretanto, estou na caixa para pagar, e ouço uma mulher ao lado a dizer para a empregada que queria pagar umas unhas à francesa. olho de soslaio e vejo a mão dela em cima do balcão, a segurar uma nota de vinte, e com umas unhas nojentas, com o verniz todo ratado na pontas das unhas e na base, ficando só uma tira no meio da unha, de uma cor arroxeada horrorosa e… olhem, que nojo! sou bué de picuinhas com as mãos. unhas com verniz estalado e meio cá, meio lá, fazem-me lembrar umas clientes que eu tinha, quando andava com o táxi do meu pai, que para além de venderam galinhas na feira aviavam alguns cabritos, até aí nada de mal, mas e o cheiro delas?? entre o perfume rasca meio patchouly e a ausência de banho, mais sei lá que odores que lhes vinham lá dos interiores, credo!! tirando isso, eram umas queridas. adorava ir com elas à feira dos Cabaços.

eu com fome, sou do pior. acreditem!

farol do cabo de S. Vicente

serotonina, my dear, specially 4 U!

4 – quatro anos de Assumidamente é mais do que motivo para festejar!!!

pela diversidade dos temas, pelo quão bem ele é escrito, e pelas qualidades superiores e inquestionáveis (aqui não há direito a discussão, que eu sou muito ciosa dos meus gostares e quem não tiver a mesma opinião, por favor, mantenha-se em silêncio) da minha querida prima Mente.
obrigada, prima, pelas coisas todas que me ensinas a ver e, principalmente, a rever.

ter consciência da razão pela qual as coisas nos magoam, só é positivo se servir para as alterarmos. doutra forma, é só a sensação fútil de que nos conhecemos muito bem, mas não utilizamos devidamente o conhecimento que temos. o que mais cedo ou mais tarde redonda* redunda em frustração.

ps: (ó miúda, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima! – vai com as cifras, para pegares numa viola e acompanhares)

ps II: (olha, e a seguir pode ser esta: parei contigo!)

* arre que é burra! obrigada, prima!

28,9 – a minha idade real (as rugas é que estragam tudo!)
90,1 – a minha esperança de vida (ao menos nisto a mulher das mãos acertou!)

experimentem aqui.

Pedro meu querido, vê lá tu que, a fazer fé nesta coisa, és um rapaz da minha criação!

aqui e aqui fico com a sensação que a não exigência do cumprimento das regras, que são minimamente básicas para o bom funcionamento do serviço, é uma manobra dissimulada, quiçá inconsciente, para que não lhes seja exigido na devida proporção.
truques, é o que é!

eu sei que aquilo é um bocado mastigado para chegar à massas, mas que diabo, ó Júlio, tem mesmo de ser com uma mulher com aquela voz e a fazer papel de intelectual-tolinha? ou será tolinha-intelectual? agora fiquei na dúvida!

blasted-mechanism.jpg

não, Bifinha, não estou louca!
é mesmo isto que eu quero!

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