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… que esta minha impaciência ainda me vai trazer dissabores.

já bebi três cafés e um chá preto.
não tarda estou eléctrica! ui! ui!

as minhas amigas não me azucrinam os ouvidos, por isso é que elas são minhas amigas.

* estás satisfeita, filha?

(…) a gorda é uma querida e atende-me sempre o telefone (…)

a gorda é uma querida? uma querida? olha lá, miúda, queres estragar-me a reputação??
(eu não sou uma querida. eu sou uma bué de querida!!! tu é que não tinhas reparado. e a maior parte das pessoas ainda não reparou – e ainda bem, pois não há tempo para gerir um fan club)

finalmente.

o que safa estes dias, são mesmo os presentes!
e a comida, vá lá!
ok e a família e as amigas.
[e o espumante da grande.]
(ai… ando com um défice de horas dormidas…)

obrigada pelas visitas e pelos comentários. agradeço e retribuo.
ah… e boas festas, então!
(vocês acreditam que há quem mande aquelas mensagens estúpidas mais do que uma vez?
são diferentes, mas qual delas a pior!!)

e o porto que perdeu?

pior que a inundação de sms’s incaracterísticos, só a tmn a ligar-me de um número não identificado.
levaram cá uma rabecada que até se engasgaram! e tudo dentro do espírito natalício!

há imensa gente que não fala comigo durante o ano inteiro. nem quer saber de mim, e eu até acho isso muito bem.
depois, chega a esta altura e desatam a mandar-me aquelas mensagens ranhosas, que supostamente são para ter piada e tal, e a mim só me apetece mandá-las para o car**ho!
não mando, mas não lhes respondo, claro!

ok, agora vendo as coisas pelo outro prisma (por isso é que é bom fazer terapia): se mandam as mensagens é porque se lembram de mim, e se são mensagens tolas é porque se calhar querem dizer mais qualquer coisa e não têm capacidade para tal.
pois bem, entendo tudo isso (sempre fui tão boa a entender). só que muito obrigada pela lembrança, esporádica (ou não) , mas eu não preciso que alguém se lembre de mim esporadicamente e muito menos que não saiba exprimir essa lembrança com frases próprias. tenho dito. ah… de qualquer forma, um bom natal!

abaixo da caixa de editar os textos, o wordpress, simpaticamente, tem um texto a explicar como se colocam tags:
Tags (separe as várias tags com vírgulas; gatos, comida para animal, cães)

quem se lembrou dos exemplos é um prodígio de originalidade!!! gatos, comida para animal, cães??? por amor da santa!!

peguei no jornal e fui tomar o pequeno almoço.
sou atendida por uma senhora, que habitualmente não faz o serviço.
- então, o que vai ser? café? (e faz um ar horrorizado)
- não. um chá preto e pão com manteiga.
- ah, ainda bem. é que eu não me entendo com o café.
escolho o chá que costumo beber.
- manteiga?
- sim (eu já quase a bufar)
- e é com fiambre?
- não. é só com manteiga.
- pois, sabe eu estou a dar o meu melhor…

oh foda-se! (e que se lixe lá o espírito natalício!) a dar o melhor? eu só pedi um chá preto e um pão com manteiga, senhora!!! qual a dificuldade? não consegue reter isso tudo de uma vez só? é difícil!!!!

Só Maria, acha mesmo que o homem é homem para isso?
olhe que ficava a matar lá em casa!
(quer dizer, tínhamos de arranjar casa nova, mas que interessa lá isso?)

  … a ver se me imbuo desta coisa do espírito natalício.

[os pais chegam sábado de manhã. e a minha mãe quando diz manhã, quer dizer tipo dez horas e já é o máximo. ora... amanhã vou jantar fora e quero ver se damos um pulo ao maria lisboa, logo... linda cara que eu lhes vou apresentar sábado. de manhã. já vos disse que a minha mãe quando diz manhã... pois...]

eu que até me gabo de não dar erros ortográficos, quando o acordo chegar vai ser uma desgraça!
não podem isentar os maiores de 40 dessa coisa?

[manchinha, acha que comece já a escrever com as regras do novo acordo? para a menina não ter depois muito trabalho a rever]

há pessoas tão marcantes, que mesmo após morrerem conseguem condicionar os que cá ficam.
deve ser isso a imortalidade.

dizem para aí (provavelmente em jornais e coisas tais) que em 2006 cada português consumiu, em média, duas caixas de sedativos ou coisa parecida.
vamos lá a saber:
- quantos comprimidos tem cada caixa? bué? pra cima de bué? (comé? uélélé! mwangolé!)
- e quem é que consumiu os meus? os agradecimentos não ficavam nada mal, hem!?

tenho um ribeiro que caminha suavemente, aqui e ali sobressalta-se com algumas pedras que encontra, lajes espalhadas que foram ficando, resquícios de outros tempos, em que tudo era menos lúcido e elaborado.
e tenho outro e outro e outro e outro.
encaminho-os para um lago.
quando ele estiver cheio, conto uma história. a minha.

- amor, fazes sopa, para eu não estragar as minhas unhas?

(o verniz não está desta cor – este era do verão)

tenho uma amiga que diz que eu sou muito exigente, em relação às namoradas das minhas amigas.
nem acho nada disso. só quero que elas tenham pessoas que as tratem bem e as façam felizes. e isto não é altruísmo. é egoísmo, puro e duro! quanto mais felizes elas forem, mais perto estão daquilo que eu conheço delas e de que gosto, logo eu também estarei muito melhor!
simples.

(eu sei, eu sei, os amigos também são para os momentos menos bons e essa lengalenga toda que fica muito bem dizer, (principalmente porque nunca se sabe se também estaremos mal e depois quem nos há-de valer, não será por isso tanta condescendência?), mas chega a uma altura em que não há cú para aturar as neuras e as telhas dos outros, só porque em determinada momento se lembraram de escolher alguém que lhes tolhe a alma, lhes amarra a liberdade e a alegria, e eu para esse peditório não dou, que eu não nasci para ser depósito de choradeira)

[gosto quando as ideias que discutimos, e com as quais eu não concordo na altura, me ficam a fazer cócegas na cabeça - assim, ao de leve]

às vezes gostava que o meu gostar fosse mais simples.
mas cada vez tenho mais dificuldade em lidar com núcleos fechados.
[tive tanto trabalho em resolver o meu, chiça!]

adenda:
não é nunca de desprezar, bem pelo contrário, uma opinião científica da coisa.
a serotonina resume na perfeição:
Os núcleos fechados não permitem o emparelhamento de cadeias de DNA para a formação de RNA, o que seria uma tristeza!
E não haveria mensageiros nem códigos e essas coisas todas que permitem as interacções e aprendizagens entre as pessoas.

fui buscar o carro, deixei lá a carteira.

e não tarda visto o casaco – ainda bem que desisti da ideia parva de vir de saia.

[como diz a minha querida joão "está um frio que racha / a água gela no bidé". o resto não digo, que não é adequado para uma segunda de manhã]

saúde, amor, família e amigos.

lá lá lá lá!

ontem, lembrei-me de mudar a foto do cabeçalho.
realmente, não podia haver ideia mais parva do que pôr uma foto escura, de praia, ainda por cima do Moledo, que até me arrepio quando olho para ela!
vou já à procura de coisa mais quente.
sei lá, airbags, por exemplo…

… mas não dou bola de qualquer maneira!

(acabei de descobrir, que tinha ramela no olho esquerdo – que nojo!)

às vezes, quando as vezes vejo andar a correr com papéis na mão e a falarem aos gritos com quem está a dois passos de distância, pergunto-me: o que é que eu faço aqui no meio desta gente??
depois, tenho um momento de lucidez e percebo: trabalho. eu trabalho aqui. parece o circo, mas não é. não tem tanto brilho, nem tanta piada. outras vezes tem. se pudessem não gritar tanto, era melhor.

adenda: eu devia estar a alucinar quando escrevi o post e nem reparei que tinha trocado as palavras!!

uma gaja galga um passeio, coisa pouca, o suficiente para f**er dois pneus, mas tudo controlado, e porque razão a merda dos saquinhos brancos, vulgo airbags, têm de disparar e lixarem-me o orçamento????

parvinhas e feias.
é muito mau, juro!

a impressora é comunitária. a tipa, a mesma que diz “a gente estamos”, vai buscar coisas à dita, e leva tudo o que lá esta.
posteriormente, volta ao sítio do crime e diz com ar muito elevado: estão aqui coisas que não são minhas, quem é que andou a imprimir?

ó parvinha, e se visses os papéis antes de os levares todos, à doida, hem? era capaz de ser mais inteligente!!!
não há cú! nem com imensa boa vontade natalícia…

… de à hora de almoço dar um pulo ao colombo comprar umas cenas.
depois, ao fazer uma curva, um passeio meteu-se debaixo das rodas do carro e acabaram-se as ideias!
rica maneira de inciar a semana!!!

graffiti em s. domingos de benfica

selvagem
(como este cavalo no gerês)

nem sei se é mesmo telha, se o que é! ou melhor, lembrei-me agora – é aquela coisa mensal e tal. sou tão distraída. tão desligada dos pormenores que fazem a minha vida. isto, às vezes, preocupa-me. fico com a sensação que vivi 20 anos virada só para o exterior – pensando bem, mais do que com a sensação, neste momento acho que tenho a certeza.
mas voltando à telha. tem-me dado umas brancas mentais, que me bloqueiam por completo. não tenho vontade de escrever aqui, porque não sei o que escrever. não respondo aos comentários porque tenho preguiça [olá a todas as visitas. obrigada pela visita. se já são habitués, saberão que aqui reside alguém que é um pouco temperamental, logo darão o devido desconto] e não sei o que dizer.

[hoje, entre a saída da cril para a 2ª circular e o campo grande passaram por mim 20 carros da polícia só com o condutor, de sirenes ligadas, a ultrapassarem todos de toda e qualquer forma - traços contínuos incluídos. fiquei a pensar olha que giro, a bófia a fazer tuning!]

[acho que tenho dois comprimidos entalados algures entre o estreito e o estômago]

… era de viver numa telenovela. da tvi. é que, passe o tempo que passar na história, ou melhor, no enredo e está sempre calor. as tipas sempre esgoiladas [como se diz lá na terra quando se anda a modos que... com o pescoço mais descoberto], roupa de verão e tal, sempre sol.
já sei o que vou pedir para o natal – uma telenovela da tvi para pôr lá em casa! cá em casa, que burra! já não estás no trabalho.

o engraçadinho que escondeu o sol. já é noite, palhaço!

prima querida, para ti todos os sorrisos do mundo. e palmadas, também, que é para ajudar a crescer!

quem foi o engraçadinho que escondeu o sol???
vim de oeiras até à cril com sol e céu azul!!! e em lisboa está um nevoeiro tão cerrado que até deprime!
odeio frio. aviso já, que só volto a ficar bem disposta quando vier o calor!

a educação é uma coisa que se entranha em nós, como se nos fosse enfiado um chip subcutâneo que vai libertando condicionalismos. a alguns vamos conseguindo dar resolução. outros perduram, aqui e ali ficam mais ténues, mas não desaparecem de todo.

[tenho imensa dificuldade em fazer coisas que não me agradam, em estar com pessoas se não for de minha vontade e iniciativa. acho que atravesso uma fase extremamente anti-social. por ora, só quero que não me chateiem.]

por mais que tente, esta coisa do natal, para mim não deixa de ser um grande tormento!
detesto esta coisa de saber que no dia 24 tenho um jantar.

(estou cheia de frio. que merda!)

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