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morena, ainda falta muito?

ontem tomei uma decisão: vou deixar o ginásio (há quanto tempo que já o deixei!) e ter sessões de PT. em casinha, olaré! (grande preguiçosa, caneco!)
agora é que vão ser elas – acabou-se a coisa de “hoje não me apetece, não vou”, porque toca a campaínha, não me apetece mas cara alegre e banhas ao ar!
[miúda, estou bué contente com a cena! e delirante com o teu ar sério - já não me lembrava de como era.]

há uma ligeira diferença entre o dar e o dar-se.
eu quando dou não fico à espera de retribuição – o gosto em dar, traz-me gratificação suficiente.
agora, quando me dou, exijo retribuição na exacta intensidade.
poderá ser exigente, mas é o que quero para mim.

impus-me uma “quarentena” até ir tomar o pequeno-almoço, antes de escrever aqui.
ninguém imaginou, mas de oeiras até lisboa, e inclusive na clínica cuf, andou uma bomba ambulante. sair de casa sem comer, para ir fazer análises – esta gente nem imagina ao que se sujeita!!!
chego ao emprego, elevadores em manutenção, toca a subir uns cinco andares a pé. em jejum!!! ao primeiro lance de escadas, saquei de um iogurte que serve de reforço para a tarde, e goela abaixo com ele! antes que ficasse estatelada entre o segundo e o terceiro andares e só dessem por mim quando… bem, não interessa quando.
entretanto, o sítio para comer só abria às dez. achei que era prudente, esperar pela meia de leite (sim, hoje não dava para ser chá) e um pão com fiambre, para depois vos dar os bons dias. sim, que apesar de ser um bocado arrogante e tal, eu até cuido das pessoas que me visitam.

por isso, bom dia! a 2ª circular na zona do campo grande flui em ambos os sentidos (gostaste, Prima?), o céu está enublado com pequenas frestas de sol, e ontem levei uma cabazada no treino que nem vos digo!!!

tangas, a menina que sabe muito sobre muito, saber-me-á dizer o que significa sonhar que se caminha em cima da água? tipo os pézinhos na água, mesmo.
ou será mais uma daquelas coisas da lua em caranguejo, ou vice-versa, que às tantas já nem eu me entendo?

pessoas inteligentes são mesmo outra viagem! não há hipótese!

quando dou largas à fantasia e elevo os meus balões, gosto de os admirar. gosto que os admirem. a subir céu aberto, coloridos e cheios de si. fico assim meio alienada com a sensação.
depois, sinto um leve puxar na corda que os prende. e desço-os. e a seguir, é tudo tão melhor!

receita da tanguinha

by tangas
(obrigada pelo presente)

eu não disse que a minha maria era linda? aí está!

ultimamente tenho pensado muito (e discutido também) a questão da fé.
aquela que, como a minha maria diz ironizando, me há-de aparecer num dia especial, acompanhada de foguetes e trombetas, que eu não faço a coisa por menos. sou tão simples no gostar e no receber aquilo que a vida tem para me dar, mas armo-me em pedante e exijo que a fé seja uma coisa diferente, engalanada, que me bata com tal força que fique a modos que atordoada e definitivamente rendida.
enquanto esse dia não chega, e quando me tentam explicar que a minha forma de estar já encerra uma enorme fé (acho que querem dizer fezada e têm receio da reacção, não vá dar-se o caso de eu estar com fome), eu vou (-me) justificando a minha postura com uma coisa que se chama crença.
desde que me recordo, nunca ouvi os meus pais queixarem-se com o azar, para justificar as coisas menos boas que aconteciam. cresci sem lhes ouvir rancor em relação aos outros, sem saber o que era inveja, antes um acreditar imenso que à nossa volta só está quem queremos que esteja, e se a esses tratarmos bem, mais bem virá para nós. e não é que a vida, aqui e ali, não tivesse sido madrasta com eles, mas sempre me transmitiram que tudo seria possível se tivéssemos empenho, dedicação e o mais importante, acreditássemos no que fazíamos. e que a vida podia ser bem melhor, se não tivéssemos de atropelar terceiros para chegarmos ao nosso destino.
a minha crença baseia-se nisto. sempre acreditei que me iriam acontecer só coisas boas – na verdade nem sempre foi assim, mas não me recordo de nada verdadeiramente devastador e irremediável. e todas as coisas menos boas que me aconteceram, serviram para me fazer crescer – e bem que precisei delas, filhinha única a quem tudo foi provido sem grande cobrança. e nessas coisas boas, está directamente ligada a relação que mantenho com as pessoas. sei, mais do que acredito, sei, que a minha atitude perante os outros, influencia na mesma medida o retorno. daí que procure só dar o melhor de mim. porque só quero receber o melhor, também.
e, na verdade, a vida tem-me dado coisas muito boas. e pessoas, também, que às vezes são o mais difícil de encontrar.
e a isto, chama-se crença. acreditar que se gerarmos boa energia, recebemos em troca. 

a fé… talvez por causa da influência religiosa a que dificilmente se escapa (não sendo sequer preciso ser praticante, basta ser informado), eu acho que a fé é aquela coisa que me chegará num dia especial, acompanhada de foguetes e trombetas. e esta definição para mim quase se torna num dogma, coisa mais irónica!

um dia destes, vou ali fazer uma operação para perder peso.

de quando em vez é bom provarmos o veneno das nossas palavras.
faz-nos crescer.

enquanto alguns rezam “avé maria cheia de graça”, eu rezo “avé maria cheia de charme”.

ando aqui às voltas a tentar perceber, que nome se dá às pessoas que vão trabalhar num dia em que têm tolerância!!

se eu não tivesse a mania de complicar, bastar-me-ía acordar todos os dias contigo, para saber que deus existe.

 dias muito cheios. muito mesmo. preciso de descanso!

* hora de voltar ao trabalho!
[Primas, foi excelente a vossa visita. pena que tão curta!]

uma vénia à Solange F. pela forma como se “expressa“!

amanhã não trabalho!!! [um sorriso assim bué rasgado e a fazer olhos de chinesa]

(devem estar doentes. primeiro davam a tarde, agora dizem que dão o dia todo)

até eu, que não sou crente [e nem me gabo disso, sequer!], consigo perceber o quão estúpido  insensato é confundir Deus com a própria Igreja!

nunca pensei dizer isto, mas a última música da mafalda veiga – estrada – é muito, muito bonita. [é que eu sempre disse que a detestava]

* (eu tenho a mania que não acredito e tal, e depois aqui e ali vou levando umas lições)

mal me lembrei, peguei logo no telefone e liguei-te (ao invés de tempos mais conturbados em que remoía o pensamento até agir). é tão bom sentir-te tu de novo. gosto daquela fracção de segundos em que não respondes, para depois dizeres “como é que está a menina?”. imagino-te feliz, no meio do estaleiro [ao fundo ouvia-se o barulho de ferramentas a trabalharem], a contar o que tinhas almoçado.
é bom este apaziguamento, que pensei não voltar a sentir – sou tão complicadinha, que nem tu imaginas!

canteiro em Hampton Court

ando a dormir de forma estranha.
acordo cansada e meio envinagrada.
está um dia feio cumó caraças!
umas flores são capazes de ajudar.

[Bifinha, tiradas para ti nos jardins de Hampton Court]

às vezes, as coisas são assim tao simples quanto isto:

- nós não ensinamos nada aos outros; quanto muito, eles poderão aprender alguma coisa connosco. (podendo parecer a mesma coisa, não é)

noutro dia, em conversa com uma amiga [daquelas que nos são trazidas directamente para o coração, embrulhadas em seda muito fina e brilhante] falava-lhe do gosto que tenho em abraçar as pessoas.
e, nessa conversa, apercebi-me que ultimamente (sendo que isto tem a validade temporal que tem, pois não consigo precisar quanta), quando encontro as minhas amigas não consigo só cumprimentá-las com beijos. dou-lhes beijos e um abraço. quando chego e quando parto.
acho que é uma forma de as acolher. de as trazer para mim, como uma comunhão.
e de lhes dizer que é ali, no meu peito, que elas estão guardadas.

[foi assim que cumprimentei a maria pela primeira vez - com um beijo e um abraço de reconhecimento]

será efectivamente mais apaziguador, sentir que depois da morte continua a haver caminho?

uma das muitas coisas boas da vida é receber amigos em casa.
quando se tem um lar, na verdadeira e total acepção da palavra, em que ambas adoram receber, a festa é permanente.
[o tempo já se encarregou de me fazer perceber que nem todas as pessoas se cruzam bem. não porque se cruzem mal, que as minhas pessoas dão-se todas bem umas com as outras, mas pela simples razão de aqui e ali existirem diferenças na forma de estar. e de ser, portanto, uma absoluta perda de tempo de qualidade, juntar toda a gente ao mesmo tempo. isso só acontece nos meus anos.]
isto a propósito do jantar de sexta-feira, que começou por ser uma ida ao cinema. e num instante, se transformou num jantar.
e de receber e dar. faz-me muita confusão quem não goste de receber pessoas em casa. nem consigo imaginar o porquê, embora gostem de estar com as pessoas. mas é mais jantares em casa dos outros, ou no restaurante. deve ser por causa da trabalheira que se tem em arrumar tudo, depois do people bazar todo! (sim, que lá em casa, as visitas não arrumam nada, era o que mais faltava!)
ora, chegada a este ponto concluo, que quando se diz que recebemos visitas, quer-se dizer que recebemos calor, afecto, coisas tão boas, mas tão boas, que nem imagino qual a razão porque algumas pessoas as desdenham.

[ando aqui com umas cenas atravessadas, ai ando, ando! mas enquanto as cenas atravessadas me fizerem valorizar o melhor que recebo, menos mal!]

pelos vistos, aqui no blog a agitação foi semelhante aquela que tivémos em casa!
é bom quando assim é.

[há muito que não via o sol nascer. aconteceu no sábado. e não, não acordei cedo. o jantar de sexta é que se esticou até ao pequeno-almoço de sábado! excelente!]

exposição de sofia aguiar
(cliquem na foto para aumentar)

se eu tivesse o élan da Sofia, andava sempre com estas roupas!

hoje deixei os ouvidos e a boca em casa.
não quero ouvir. não quero falar.
vou megulhar no mar mais profundo que encontrar, e ficar por lá, em apneia total.
até que fique completamente sufocada de mim. e encontre o caminho de volta.

ahah! apanhei-o na curva. espertinho da merda!!!
publiquei e depois editei e já deixou!

palhaço! não perdes pela demora!!!

tanguinha, estou à sua espera em Piccadilly Circus!

e dar-te um abraço prolongado, em que nele inclua:
- os primeiros tempos em que te massacrei a cabeça, incluindo o dia em que depois de teres batido com o carro da tua mãe, ainda levaste uma rabecada minha (era a fome, minha querida, era a fome!)
- aqueles em que, por vingança só pode, tu me chateaste com exigências (eras tão chatinha, meu deus!)
- as discussões imensas sobre futebol, fé, terapia e coisas que tais
- o colo que recebi naquela fase marada da minha vida (lembras-te daquele dia em que me levaste a casa e me deste uma coisa para acalmar?)
- todas as zangas que já provoquei em ti, fruto da minha estúpida frontalidade
- e especialmente todo o respeito e amor que te tenho, e que é fruto de todas as múltiplas vivências que partilhámos.

parabéns, filha Piteca!

já não sei onde li isto. se num livro da Agustina Bessa-Luís, se nalguma entrevista com ela, mas ficou-me para sempre na memória:

* a amizade é, entre os sentimentos humanos, o mais estável e duradouro, o mais compensador a longo prazo. *

não foi por acaso que retive este conceito, mais que a frase. sou pessoa de amizades. estáveis e duradouras. e também sinto, cada vez mais, que são das coisas mais compensadoras que a vida me poderia presentear.
só que, de há uns tempos para cá, tem-me sido difícil manter relações estreitas com quem já fui muito estreita.
talvez seja demasiado exigente. optei por fazer determinado percurso, no sentido de me valorizar e evoluir interiormente e, provavelmente, nem toda a gente sente essa necessidade. e não tenho por que não aceitar isso. e até aceito, que eu sou de aceitar. mas, depois, constato que já não estamos no mesmo comprimento de onda.
e depois do caminho que fiz, estar ‘no mesmo comprimento de onda’ é mesmo uma coisa extremamente importante. podemos ser muito diferentes, ter gostos diferentes, viver de formas completamente díspares, mas quando falamos de alhos é de alhos que estamos mesmo a falar. sem subterfúgios, sem defesas, sem capas.
e já não me chega, só, o que vivemos para trás. isso só serve em caso de aflição. pego no carro e vou socorrer, sem custo. porque ainda gosto, e muito. mas quero mais. quero perto de mim quem me traga coisas novas e boas. quem me obrigue a questionar.

… e a Prima que não me larga!

ora portanto, coisas básicas do futebol.
a) recepção da bola é feita com:
- a parte interna do pé (para haver maior superfície de contacto com a bola, logo, ser mais fácil de dominar – é suposto que quando se recebe um passe, se domine a bola, ou seja, ela fique ali quietita perto do nosso pé; qualquer coisa diferente disto, usualmente vista na liga portuguesa, é para ignorar), se for passe pelo chão ou até meia altura.
- a coxa e o peito
b) passes curtos (ou até meia distância) são feitos também com a parte de dentro do pé, por saírem mais direitos e certos.
c) passes longos são feitos com  peito do pé, mais um bocadinho da parte de dentro do pé (quanto maior for o bocadinho, mais efeito para dentro a bola leva)
d) remates com o pé, devem ser preferencialmente feitos com o peito do pé, com o pé de apoio perto da bola e o tronco ligeiramente inclinado.

depois, às vezes, vemos estas coisas todas serem postas em prática, exactamente ao contrário do que é suposto. no caso do purovic, do sporting, é porque ele não sabe mais, coitado, nem vale a pena castigar mais a criatura. no caso do cristiano ronaldo é porque ele sabe demais. e tem habilidade suficiente para, provavelmente, de chuteiras trocadas, ainda dar um ganda baile a qualquer um.
mas de quem eu queria falar era do quaresma, ou melhor, das famosas trivelas do quaresma.
a trivela é um passe (ou um remate, também) em que a bola é tocada com a parte de fora do pé, algures entre o meio do pé e a biqueira. para os toscos, isto sai um passe (ou um remate) de merda. para os dotados tecnicamente, porque a bola sai com força suficiente, é uma coisa genial. porque obriga a bola a descrever um arco impensável, para além do efeito que a mesma toma. é o milagre de um jogador destro, fazer um cruzamento como se fosse esquerdino.

Prima, isto é do mais leigo que existe. para explicação mais técnica e científica, com vectores e tudo, falas com a prima Pi. ok?

acabei de receber um mail, que a linhas tangas – ups, tantas – dizia assim:

“chove a cântaros, mas eu não me importo.  gosto de tempestades. vê por que é que gosto de si?”

isto a uma segunda de manhã, é do melhor!
(portanto, tempestades… na altura só li o “gosto de si”, claro, que é o que me interessa, mas agora pensando melhor, tempestades… humm…)

* arrastado, que foi quase como saí da cama.

eh pá, o número 666 não é o número da besta?

[o fim de semana foi do vey best! adoro as minhas pessoas!]

… para o fim de semana!

(que vai bué da bom, com festas e festinhas e tudo e tudo!)

ficai bem!

season 1season 2

e.s.p.e.c.t.a.c.u.l.a.r !!!

e para quando a série 3, cá?  c*ck.s*ckers!

estar ‘por cima’ é a mesma coisa que estar ‘em cima’?

e o que me apetecia, mesmo, era estar ao pé do mar!

[o que será que a criatura que está em cima do penhasco, estará a dizer aos tipos do barco?]

ó jeitosa do nuorte, carago!
tu sabes que eu gosto bué, mas bué mesmo, de ti?
porque para além do tudo [e este 'do tudo' é intencional e abarca uma série de coisas muito nossas] , por detrás dessa bocarra que lança tudo o que lhe vai na cabeça no momento, está uma pessoa franca, directa e muito, muito leal.
e é por isso que ainda por aqui andamos. as duas.

ontem recebi um telefonema a dizerem-me “olha, acabei de ouvir o teu nome na televisão, num jogo que está a dar na rtp2″.
a minha mãe, que só conhece um botão para os canais (para desespero do meu pai), passou por lá também, e telefonou-me logo de seguida.
ao final da tarde, fui beber café (mentira, eu bebi uma meia de leite e um pão com manteiga) com alguém de quem gosto muito. perto.

e fica-me um formigueiro no peito, aqui algures perto coração…

assim msemo. escrevi cinco vezes a mniha ID, até acertar com a corrceta.

[desconfio que será um dia muito difícil para que os débitos e os créditos saldem!]

ave maria, gratia plena!*

* (tradução caseira: a minha maria hoje estava linda! cheia de graça, está todos os dias)

muitas pessoas preferem comunicar com os outros cara a cara, olhos nos olhos, porque assim, dizem, conseguem fazer-se entender melhor e, na mesma medida, perceber o que os outros lhes dizem.
ah pois, e com aquelas pessoas que nos respondem sempre ao lado, por burrice ou perversidade, faz-se o quê? qual o número de vezes que se repete o mesmo, até termos direito a espetar-lhes com dois murros na tromba e tal?
ao menos por escrito, uma gaja está salvaguardada de agredir fisicamente, não vá calhar-nos alguém mais forte e ainda levamos troco!*

(ah e não venham cá com aquela conversinha de que a violência não, por favor e tal, porque há gente que só mesmo à chapada!)

* adenda: sim, sim, sou cobarde e depois? não posso? este corpinho é único e não se repete!

está bera para andar de mota. ou a pé, que se despenteiam os cabelos todos – e eu que sou tão vaidosa com o meu cabelo!

já viram o dia lindo que está? até é crime estar mal disposta! (eu não estou. alguém estará?)

vou imprimir isto e dar a toda a gente que eu conheço!

acabei de descobrir que tenho sardas nas mãos. ou muito me engano, ou estou a ficar velha!

tangas, my dear, diga-me lá, essa coisa da lua no caranguejo, ou vice-versa que eu já estou por tudo, demora muito tempo a passar?
é que já estou tão fartinha de mim…!

saída da terra, ainda a sacudir o restolho que ficou agarrado. não esperes demasiado de mim, que não é decisão sensata. já te repeti vezes sem conta, eu sou mesmo da terra. não me tentes lavrar, a não ser que o teu arado esteja preparado para o que vem de retorno. é que apesar de vir da terra, não sou propriamente barro. para me moldarem é preciso muita água. e sentido. se moldas, indiferenciadamente, para a esquerda e para a direita, cai tudo - por terra, naturalmente.

agora, vou mesmo é almoçar!


(graffiti em alfama)

e soltar a porcaria toda! não quero cá nada que me incomode!
[quase, quase a ir para casa. que bom!]

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

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