You are currently browsing the monthly archive for Julho 2008.

.
lá em casa no máximo de dois em dias temos este número.
[e a inveja que sinto por não ter umas unhas envernizáveis!!!]
ah… na foto está só uma pequena amostra…

Bifinha, deixa-me só tirar uma dúvida: ‘gorda’ é sinónimo de charmosa, interessante, gira e com maior superfície de prazer, não é?

a malta concentra-se a defender, faz, como mandam as regras, movimento de contenção, fica com o pé esquerdo preso ao chão, tropeça com o direito e aí vai de bochecha esquerda do rabo em cheio no chão! vi estrelas e foguetes e tudo!
mas tirando isso, foi bom, muito bom!
é sempre bom estar com amigas. daquelas queridas e de coluna direita!

a mesma pessoa que me diz “hádem”, logo a seguir manda-me um mail com uma coisa para eu “descurtinar”!
depois admiram-se que haja dificuldade em respeitar as chefias!!!

… e bazar para uma jogatana da bola com as minhas camaradas!
ah, mas antes, convém fazer o plano de hidratação – loiras com espuma. [tudo treta, que eu digo sempre que sim e depois chego lá e peço uma coca-cola]

‘témanhã!

mulheres magras… nã!

chega-te lá à frente com os milhões de euros!
ao João Moutinho, estrelinha que o guie… e o resto fica para a minha amiga TP completar nos comentários!
é que já não há pachorra para os problemas pessoais dos jogadores da bola!

é o que me apetece dizer da fulana, de cada vez que a ouço na rádio!

espetei com três nódoas na saia, quando fui tomar o pequeno-almoço! uma gaja desorientada, ainda vai que não vai, agora desorientada e com nódoas na saia… é muito mau! não há ego que resista!

nunca tal me tinha acontecido! enganei-me no número do extracto e andei a conciliar movimentos todos trocados!!
no tempo em que era tudo à la pata, extracto bancário no papel, extracto de contabilidade no papel nada disto acontecia!!! [pois não, e demoravas muito mais tempo a encontrar os movimentos, ó tótó!! - que pachorra para mim! vou fumar um cigarro e ler o desportivo...]

é muito frequente, no torpor do adormecimento, lembrar-me de coisas fantásticas e construir posts na minha cabeça. sei que penso sempre, que chatice, se tivesse um portátil escrevia já. isto é uma coisa sem sentido, porque o portátil só é portátil, pode estar desligado e provavelmente demorará tanto tempo como o outro a arrancar. e o escritório é dois quartos a seguir, nem é assim tão longe.
na noite passada surgiu-me uma ideia muito interessante. não para um post, mas para um conto ou qualquer coisa do género. só que o estado de vigília traz consigo uma coisa, que quando estou já com a cabeça na almofada consigo quase eliminar: a censura, a defesa. e vai daí que hoje já pensei nisso, ainda consigo ter o esqueleto da ideia, mas já não tenho a poesia dentro de mim.
de qualquer modo, vou tomar notas numa folha. quem sabe…

de acréscimos de custos e custos diferidos e conciliações e o raio ca paaaaarta!!!

[estou toda podre! a querida da PT, ontem, ah e tal isto hoje até está a ser levezinho... caneco! levezinho!! levezinho... pois... ainda me estou a lembrar, levezinho... e o que ela gosta do 4? sobe! diz ela em voz de militar. e desce em 4 tempos. estão a imaginar descer em 4 tempos uma coisa que já só está a um palmo do chão? pois... levezinho... enfim! por aqui andam mais auditores que trabalhadores. vou comer que, se calhar, o meu mal é fome!]

mas, ó morena gira, por acaso não estava na altura, sei lá digo eu, de… portantes… escreveres um postzito, ou coisa que o valha?
ou já estás como aquelas que chegama determinada idade e não fazem mais anos? e vamos ter o prima naquele post nos próximos, digamos, vinte anos? hem?

estou cá com uma moleza, que nem sei que diga!
julho, o mês do ano que eu mais gosto, é o mais chato em termos de trabalho.

boa tarde, por aí.
[este ano iremos de férias de land rover freelander, para podermos galgar todas as picadas manhosas! mas antes, dois dias antes, lá vou eu levar o paizinho a caminho da banda! não há bela sem senão, bem diz o ditado!]

aniversário tia hoje. aniversário mãe domingo. praia? sessão pt. dormir. sporting-benfica. rome.

bom fim de semana, per tutti!

por aqui, à conta de umas nuvens ranhosas e uns salpicos de chuva que nem dão para assentar a poeira, anda tudo de manga comprida.
eu, a friorenta de serviço, estou esbaforida com calor e só não estou mais descapotável porque tenho uma ligadura funcional a puxar-me o ombro para trás – articulação instável diz a fisioterapeuta… também, o que é que se esperava da articulação do ombro de uma caranguejo??? devo ter a estabilidade das articulações proporcional à estabilidade do humor! simples e claro.

junta-se duas facturas da via verde, cada uma com mais do que um identificador, a caírem na mesma conta bancária. depois, tenta-se cruzar isso com o extracto!

vou comer qualquer coisa, a ver se isto passa! (aproveitar hoje, que não tenho a boca dormente e não preciso de molhar o pão no chá – as figuras que uma gaja faz à conta da higiene oral! é só modernices!)

já não há pachorra para a conversa do comer saudável, do fazer exercício, da postura zen e mais o raio que parta esses conceitos todos, que se enfiam goela abaixo como se fossem remédio, mas com o tempo deixam de fazer efeito.
eu cá como o que quero, faço exercício quando e porque me apetece e zen… zen o caralho, pá!

muito bom dia!

pedi a uma amiga que me fizesse o bolo de anos.
“olha, joão, quero de chocolate e enfeitado com folhas, como tu fazes tão bem.”
(ela mata-me se sabe que ponho aqui o nome dela – sim, porque joão só existe uma… enfim!)
apareceu-me com este, que teria dado para bolo de casamento, tal o tamanho!
mas lindo, caseirinho e gostoso!
ah… a outra lá atrás sou eu. e o vestido de presente da minha dama!
[oh Pi, e sim, pessoas é do melhor que há na nossa vida. pessoas amigas, claro! chata!]

(…)
- Avó, eles vão desplodir todas as casa, né?
- Diz-se explodir, filho, não fales assim que as pessoas pensam que não sabes falar português.
- Gosto mais de dizer “desplodir”. fica mais uma palavra de rebentar mesmo, explodir parece uma chama devagarinho.
- Está bem, mas dizes só em casa essas tuas palavras inventadas.
(…)

in “AvóDezanove e o Segredo do Soviético” de Ondjaki

anabela, aproveita a embalagem e vai comprar o livro.

que me soube tão bem, caramba!!!

[muito necessitada de açúcar neste cérebro, que as putas das conciliações bancárias dão conta de mim!! eu que já não sou lá muito inteligente...]

(…)
- Chamo a Charlita?
- Não. O pai dela ainda vem estragar tudo. Vamos só sair inesperadamente.
- Sair como?
- Sair inesperadamente.
- Não tou a entender, isso fica como então?
- Tás muito lento, é sair assim sem ninguém nos ver, inesperadamente, que ninguém esperava que nós fôssemos sair, tipo retirada mesmo.
(…)

inAvóDezanove e o Segredo do Soviético” de Ondjaki

conversa entre dois candengues a combinarem um esquema que vai dar uma maka da grossa! pelo menos é o que me parece. mas depois digo.

estou a ouvir, em modo repeat há mais de meia hora, o ‘moments of glory‘ ‘chariots of fire’ do vangelis!
e não, não estou fechada num elevador, nem com uma chamada em espera!!!

[trabalhar com muito tranquilidade!]

tenho que vir retratar-me pelo que disse ali em baixo de duas meninas.
a Mart’Nália foi excelente! cheia de ritmo, alegre, contagiante, com uma interacção com o público óptima! foi uma hora sempre a abanar.
a Mariza confesso que era preconceito meu. não gosto da cara dela, das orelhas e irrita-me um bocado a vozinha que ela faz quando dá entrevistas. mas tenho de admitir que para além de ter uma voz espectacular, ela tem uma presença em palco que aproxima o público. gostei muito e não volto a dizer mal dela – só se for das orelhas!
a Ana Carolina… sem palavras! p.o.r.t.e.n.t.o.s.a.!!! um vozeirão enorme, um sorriso lindo, uma versatilidade espantosa e um final de concerto apoteótico!!
depois destas três maravilhas, não havia saco para a Adriana Calcanhoto. eu até gosto de a ouvir, aqui e ali. mas não tenho pachorra para assistir a um concerto dela. muito menos quando já levava não sei quantas horas em pé!
foi muito bom, o get together! divertimo-nos imenso! o que não é muito difícil com as nossas amigas!

bom dia!

dia 19 - cartaz do palco principal
dia 19 – cartaz do palco principal

Delta Tejo 2008

tanta cara e na verdade a única que eu quero mesmo ouvir é a Ana Carolina.
(a Calcanhoto já me enjoa, a Mariza não gosto de a ver e a Mart’Nália sei lá!)

[Lupy, tanta conversa e a que horas é o get together?]

sou caranguejo. mulher de emoções fortes e desmedidas. de carinhos imensos e desinteresses profundos.
gosto, na maioria das vezes, sem me aperceber porquê nem como, e isso não me rala mesmo nada. sigo a minha intuição e basta-me.
e sou capaz de gostar, assim, durante muito tempo, sem que haja do outro lado grandes manifestações de reciprocidade. porque só espero aquilo que é espontâneo, aquilo que vem de dentro dos outros com a mesma simplicidade com que sai de mim. sem ondas, nem chatices, nem cobranças.
obviamente, que sou sensível à atenção que me dedicam, ainda que seja muito esporádica – há relações assim, que não carecem de tempo fixo, determinado. gosto que me mimem, que se lembrem de mim em momentos particulares, que me presenteiem com um sorriso inesperado.
da mesma forma que gosto, assim simplesmente, pode haver um dia em que um descuido me caia mal. assim simplesmente. de forma simples. se calhar, mesmo, por pouco. mas é o pouco que, naquele momento, eu valorizei como o muito. e que do outro lado, alguém não esteve atento para perceber.
e pronto, assim de um forma simples, sou capaz de me desinteressar profundamente!

e o carinho que me é demonstrado, até por aqui, a casa cheia de amigas ontem à noite, e do alto dos meus 45 anos, facilmente me será perdoada a imodéstia de dizer que o meu carinho e o meu interesse não são coisas para se jogarem fora. muito menos, quando ainda agora se está a começar a aprender o que é viver!
mas também é verdade que é assim que se aprende! eu, lamentavelmente, tenho muito pouco jeito para ensinar!

ainda hei-de aqui falar, sobre a pretensão que as pessoas têm em achar que o afecto dos outros, sobre si, é um dado adquirido ad aeternum! que não carece atenção e dedicação. acontece e pronto!

mas agora está na hora de almoço.

isto hoje está a ser difícil e ainda nem cheguei a meio do dia!!!
tenho sono – muito, muito.
tenho calor – muito, muito, e mais descascada do que estou, não posso estar, ou ainda me arrisco a ser promovida.
o dia de ontem foi longo. e bom.
deu para ir à feira, enfeirar, pois claro!
ver alguma da família. estar com os pais. comer comida da mãe – postas de pescada fritas com molho de escabeche, arroz de tomate e esparregado de feijão verde.
bater uma sorna na viagem de regresso, entre a área de serviço de leiria e a de aveiras.
receber as amigas num jantar que se prolongou até às duas e picos da manhã. sentir um imenso prazer em estar com elas, gente com a qual tenho imensas cumplicidades, todas diferentes, mas todas fazendo parte do meu universo afectivo.

ontem a lua apareceu linda! belo presente para um caranguejo!

estou podre. só me apetece deitar a cabeça na secretária e… [tenho aqui mesmo em frente o nosso director geral de fato escuro e gravata e quase morro de calor só de o ver. devo estar em pré-menopausa!]

bom dia! hoje estou de vermelho. e por falar em vermelho… estou desejosa que comece a bola. ainda quero ver como é que o paulo bento se vai safar, agora que já não há aquela desculpa que o plantel é curto e inexperiente!

sim, porque estou a pensar em chegar aos 90 anos!
por aqui hoje está-se com os papás durante o dia e com as amigas à noite!
com a Maria, sempre!
um bom dia para quem aqui passar. e uma boa noite, também!

há qualquer coisa de estranho num homem que aos quarenta e tal anos ainda vive com a mãe…
[esta não é uma consideração de género, mas de desconhecimento pessoal.]

deixa-me dar os parabéns a duas meninas:

- à minha Bé, de quem gosto mais do que muito. muito.
[às vezes tenho tantas saudades tuas, de ti. mas nem sempre te encontro, a ti.]

- e à Carla Alexandra, que eu não conheço de todo, mas é como se conhecesse!

na sexta à noite fui a samora correia, vila ali mesmo postada ao lado da lezíria ribatejana. a uma festa de um bar de uns amigos, ali mesmo postado no largo do calvário, onde tradicionalmente se fazem as largadas de toiros e os moçoilos e homens feitos desafiam os bichos na esperança de conseguirem fugir a tempo de umas valentes cornadas – nem sempre conseguem, diga-se em abono da verdade.
festa na esplanada com um grupo de salsa e a noite a convidar a que poucos ficassem dentro do bar.
já depois da meia-noite, resolvi sentar-me junto das minhas amigas e da maria, que os pés já estavam fartos de levarem com os meus quilos em cima.
estava entretida a ver o pessoal e a banda, quando reparei em duas raparigas, lá pelos vinte e tal, que caminhavam em direcção à mesa ao lado da nossa, de mão dada. passado um bocado, a banda tocou uma música mais calma, e vi-as a dançar agarradinhas muito na sua. pouco depois disso, despediram-se dos amigos da mesa, rapazes e raparigas de idade semelhante e partiram pelo meio da confusão, alegres e de mão dada.

e pronto, lamento mas não tenho um insulto ou/e um apedrejamento para relatar.
[isto é uma coisa que me aborrece, porque toda a gente tem um episódio "desses" para contar, e eu..nada! mas vou continuar à procura, prometo!]

de boa, claro! é a que vou ter!

bom dia!

a malta a ir de fim de semana e o céu pior que este!
aproveitem bem o que o tempo vos trouxer.
eu vou para a farra hoje!
‘té!

e ainda às voltas com o iefp!!!
bom dia!
(já vou responder aos comentários)

tenho imensas coisas para fazer – tomar o pequeno-almoço, fazer um mapa de execução física e financeira para o iefp e pensar em coisas para escrever aqui [este último tópico de longe o mais importante de todos].
portanto, mãos à obra!
tomar o pequeno-almoço.
até já.
[hoje deu-me para esta cor! é mais ou menos a cor da minha t-shirt]

ainda falta bué, mas a ideia de ir à banda nos feriados de junho do próximo ano, para festa de arromba… até ferve!!!

ando aqui a pensar que preciso de uma segunda vida – tipo, voltar cá outra vez. porque há uma data de assuntos sobre os quais ando a formar opinião, e que suspeito que não será desta que terei resultados. daí que preciso de cá voltar, para poder botar faladura de todas as coisas que ando a elaborar.

ontem reli a alteração ao código da estrada e due-me vontade de rir.
estes inteligentes acham que a sinistralidade diminui com o aumento das coimas e apreensões da carta e afins.
se não houver na rua quem vigie o comportamento dos condutores, a maioria continuará a fazer o mesmo e impunemente!
eu já não vejo polícia na rua há bué, tirando aqueles ajuntamentos que eles fazem em sítios estratégicos para caça aos documentos.
no outro dia na A5 estavam dois carros da BT – 4 agentes no mínimo que eles andam sempre aos pares e até entendo isso – para um tipo de mota!

ainda estou para perceber se o facto das pessoas, passados vinte anos, continuarem a dizer as mesmas piadas da mesma forma, se chama conservadorismo ou estagnação.

só coisas que me ralam…

filhos. casamentos. pais. lutas. direitos. deveres. amores. separações. amizade. sol. futebol.

* e tão pouca inspiração!

filhos. ter filhos nunca foi um dos meus projectos. tenho uma relação muito própria com as crianças – tanto as detesto, como adoro. talvez porque não quero que ocupem o meu [ainda] espaço. mas, para além disso e até achar que seria muito boa mãe, o compromisso incondicional sufoca-me! e sou demasiado perfeccionista para me pôr assim à prova! odiaria ver os meus defeitos projectados.
casamento. lá há-de chegar a altura que será possível. acho mesmo que sim. aí, morrerei de vergonha, porque a minha Maria não aceitará nada menos que um grande festarim cheio de flores e piroseiras típicas do evento, e eu nem me imagino no meio daquilo com toda a gente a observar-me!
pais. ó dificuldade!! a gente cresce, eles envelhecem e torna-se tudo tão difícil, caramba! tirando essa parte, que só a mim diz respeito resolver, são tudo. sempre e para sempre.
lutas. sou demasiado comodista e pouco esclarecida para lutas externas. tenho as minhas, que travo com fervor, com o intuito de dar um maior sentido à minha vida.
direitos. tenho direito a não aturar gente pobre de cabeça e mal resolvida – e juro que o ponho em prática!
deveres. devo-me respeito. mais a mim que a qualquer outro ser humano. mas também o devo aqueles que o retribuem.
amores. tenho e tive, sempre, muitos amores. este blog é um deles.
separações. de fora é tão fácil de ver que, ajuste daqui, ajuste dali, cedência acolá, compreensão acoli, e a coisa compunha-se. de fora, claro! e de dentro, às vezes, também – com um bocadinho de esforço e clarividência. e amor, pois está claro!
amizade. é o estar. o não estar. é o rir. o chorar. o falar. o estar calada. o aceitar – sempre!
sol. é bom. é quente. dá uma ajuda do caraças, naqueles dias em que uma gaja acorda com o dito para o ar, cabelos em pé, atrasada, sai a correr da cama e depara-se com uma mulher linda no corredor, que… ups! esta é a Maria, mas não estava a falar do sol? eis, pois!
futebol. o circo. ainda gostava de perceber, ou que houvesse quem me explicasse, porque razão no sorteio da primeira liga estavam dezasseis candidatas a pin-ups vestidas com o equipamento dos clubes!!! qual o motivo da escolha? e porque razão elas aceitam fazer parte daquele papel de embrulho. essas mulherzinhas palermas. tipo as das claques. que tristeza!

tenho acordado todos os dias com tal telha, que já tinha feito um telhado nas calmas!
(e nem consigo perceber muito bem o porquê da coisa!)

bom dia e tal. espero que para esses lados estejam melhor!
e o pior de tudo é que não me ocorre nada para escrever!

mentalmente ainda estou de havaianas.  na praia.
(não fora a quantidade de papéis em cima da secretária, e até acreditava!)

a malta livra-se da prática, mas fica com os sintomas.
tenho cá uma moínha na barriga e na zona dos rins, que nem vos conto!

estava-se muito bem no Abano!

vai fazer um ano que fui ler as mãos. na altura a “manóloga” (não me recordo agora do nome técnico) disse que dali a mais ou menos treze meses eu iria encontrar uma mulher com um filho, que me faria balançar na relação que tenho.
neste espaço de tempo conheci algumas mulheres que encaixam no perfil, e não é que… enfim, tiram uma pessoa do sério?
não fora a minha relação ser com a Maria, e a Maria é a Maria, é tudo aquilo que alguém pode sonhar, e a Dara era capaz de acertar em cheio! assim…

hoje faz anos uma das mulheres que eu mais gosto na blogosfera.
parabéns Sofia! tudo em grande para ti.

uma gaja anda com um vestido decotado, e tem logo direito a uma buzinadela e um grande aceno, por parte de um ex-director que quando o foi mal olhava para ela!!!

o poder das mamas, realmente…

nada a acrescentar. está um lindo dia. sol a brilhar. roupa leve e fresca. facturas e outras tretas similares para contabilizar.
e sou uma mulher extremamente feliz! e sinto-me a crescer a cada dia que passa! (e não é para os lados ou para a frente, que está bem assim com está! é interiormente, mesmo. aquele crescimento que às vezes dói, mas compensa muito.)

(já) boa tarde! (hoje estou em tons de verde)

vou ali à médica das senhoras!
(mostrar a sutura. e não só!)

ficai bem!

[com a cozinha já arrumada, resolveu esticar-se no sofá da sala e fazer uma pequena sesta. estava-se bem ali naquela semi-penumbra, provocada pelos estores caídos por causa do sol. convidava a reflectir.

final de tarde de verão.
já tinha encaminhado os animais para o seu poiso. as galinhas, as mais teimosas, a fugirem cada uma para seu lado. atrás delas os pintainhos procuravam orientar-se.
ao longe a silhueta do pai que regressava do campo. ainda novo, mas já a servir-se da enxada para ajudar na ladeira íngreme que o levava a casa. na mão esquerda uma melancia pequenina aguardava o momento mágico.
'olha o que te trouxe. é pequena mas já está madura.'

tudo nela é pai. excepto as artroses e a pele das costas das mãos. seca e envelhecida como a mãe.
e a sua filha, já igualzinha.]

cada vez tenho mais a sensação, que a minha vida se caracteriza da seguinte maneira:
- antes dos 40 e depois dos 40!
e que até aos 40 vivi tudo a que tinha direito de uma forma intensa, acelarada, numa busca desenfreada de experiências e conhecimento. arrogante na expressão, ligando muito pouco aos cacos que ía deixando cair. era demasiado confiante para temer.
em 2003, no ano em que fiz 40 anos, senti que o pote estava cheio. que precisava de unir uma série de pontas que iam ficando caídas e consolidar-me como pessoa. e decidi que era altura de fazer qualquer coisa mais assertiva, que projectasse o melhor que havia em mim, sem desperdício de tempo e emoções.
hoje, na essência, sou igual. só que mais tranquila, procurando não desperdiçar energias em causas perdidas e, principalmente, que façam muito ruído mas não produzam nada de proveitoso.
sou mais atenta, mais profunda, mais sentimental e consequentemente, mais emotiva – não fora eu caranguejo! há coisas que me tocam mais, mas também estou muito mais preparada para lidar com elas, para as desmontar e procurar, naquelas que magoam, que me doam o menos possível!
[e já me dou ao luxo de ouvir as minhas amigas dizerem que estou mais doce!]
não sei se estou melhor amiga, mas estou melhor filha e melhor companheira. consegui eliminar a parte negativa do meu individualismo, deixando só o que de bom existe para a preservação da minha auto estima, do meu equilíbrio.

lembrei-me disto, a propósito de um comentário de uma ex-colega que já está reformada. encontrei-a na terça-feira e dizia ela para outra senhora que também me conhece há imenso: ela está melhor que nunca! ao que a outra respondeu: melhor em todos os sentidos! acusei o toque, sabia bem ao que ela se referia, e disse-lhe: já não sou tão arisca, não é? e ela, com um imenso sorriso, ainda que meio a medo, disse-me: eu não arriscava chegar a tanto, mas sim é isso mesmo! tu não tinhas muita paciência para as velhotas, não é? e eu: sabe, a idade acalma-nos. e dei-lhe um abracinho.
[nunca tive paciência para velhos e crianças - isso daria uma grande dissertação, mas ainda é cedo, porque é uma das coisas na qual trabalho para melhorar - e para meu próprio bem, é bom que melhore mesmo, porque senão a coisa não fica fácil!]

e pronto, era isto.

estou para aqui a pensar, que para se usar um bom decote é preciso estar-se de bem consigo própria e ser suficientemente ousada. [eu estou a falar de mim, mas finjo alargar a coisa a um universo maior só para não me sentir tão tola]. esta coisa dos decotes, faz-me alguma espécie. acho sempre que, se calhar, são ousados demais. os meus, claro! que se calhar fica a modos que vulgar, e eu nem sequer sou assim uma boazona que me possa dar ao luxo de ter umas coisitas vulgares. mas o que é mais espantoso, é que não me faz confusão nenhuma fazer topless.
é incrível. assim a modos que curto e grosso,  não me faz confusão mostrar as mamas, e depois fico toda púdica por mostrar um pouco do rego!
é só dilemas existenciais, carago!

ao ler o comentário da Só Maria ali em baixo, fiquei a pensar que não havendo coincidências é sinal de que tudo está devidamente predefinido… ora, a modos que me sinto um robot.
mas depois lembrei-me que, ainda que assim seja, a forma como nós decidimos viver as situações pode fazer toda a diferença.
estou muito mais descansada, é só o que vos digo!

várias pessoas, algumas bem amigas, me têm relatado mudanças que a sua vida teve este ano. ou ainda, a necessidade que sentem de mudar coisas.
uma delas disse-me que este é o ano do Aquário, esse conotado como ano de mudanças – quase tipo limpeza.
será coincidência?

this is the dawning of the age of Aquarius

crescer não é mais nem menos do que perceber-se o que nos faz infelizes e remediá-lo!

Eu que não sei quase nada do mar – Ana Carolina

ai valham-me os deuses todos!! e aqueles dentes?? caneco!

até amanhã! :P

aniversário do SCP

S.P.O.R.T.I.N.G

bom dia!

[gosto tanto do mês de julho]

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

a