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está um frio que racha, fogo!
estava um frio do cacete! gostei imenso do jogo – principalmente aquela parte em que se constata que, para além das diferenças abismais entre a qualidade do plantel do sporting e do barça, existe qualquer coisa que não funciona naquela equipa. e que só a juventude e inexperiência e diferença de qualidade não podem justificar.
ah… e o paulo bento dizer que o barça não dispôs de muitas ocasiões de golo… enfim, ainda é pior do que se atirar aos árbitros sistematicamente.
só sei que saí do meu lugar estavam 2-3 e quando entrei no metro – que é mesmo à frente do estádio – já íam para o 2-5!!! caneco!
gostei do daniel carriço – coitado dele que teve de levar com uns companheiros qual deles o pior! caneira mais preocupado com as meias a tapar-lhe os joelhos e a fazer uma marcação ao henry que lhe dava uns quantos metros de liberdade; polga completamente tonto, de regresso aos melhores tempos em que eu o detestava; e o grimi, enfim, o grimi… - gostei do pereirinha e do trabalho do liedson. o romagnoli nem tem explicação, basta ver que de um passe mal feito dele, a equipa do barça lança um contra-ataque e faz o 0-1.
mas foi bom para passar o tempo antes da Cesária Évora.
a tia Cesária lá estava. igual ao que dela se conhece. tranquila, com aquela voz a sair em direcção ao microfone como se não custasse nada – e não deve custar, mesmo! -, s.jorge cheio e muita morna e coladera para animar. adorei! a minha Maria se aqui estivesse dizia já “mas tu adoras tudo o que tenha mais cor do que tu!”. e é verdade, mesmo! noutra vida devo ter tido outra cor. este branquelas não condiz mesmo nada com o meu interior!
quem crê sabê si sangue di beirona é si sabe… vai aqui.
boa tarde para todos. e boa sorte para o slb e braga.
um pneu que se fura. um pneu sobresselente agarrado a cinco porcas. uma chave de rodas que só funciona nos pneus que estão no chão, logo o sobresselente não sai do sítio onde está. um homem do reboque que tira o pneu sobresselente e depois parte a chave de rodas ao tentar tirar as porcas do pneu furado. um jipe em cima de um reboque, do fonte nova até à rio de janeiro, oscilando a cada curva. um pneu furado para a sucata. um jipe com três pneus todo o terreno e um normal, sendo que o normal é o da frente do lado direito. uma viagem até casa a 80 km/h para a direccção não tremer mais do que um doente terminal de parkinson. quase três horas neste fado.
e o fcp que garantiu a passagem aos oitavos da champions. nem tudo foi mau!
… imune não quer dizer impune?
ao contrário do que disse aqui, hoje até sou gaja para ver o sporting ao vivo e ainda ir ver a Cesária Évora. vamos ver…
continuo a ver o mundo mais com olhos de filha, do que de mulher adulta e emancipada.
(a única vantagem é que consigo aperceber-me disso! – depois de já ter dito asneira, mas pronto!)
[algures haverá quem perceba isto. mas sinto-me um bocado sózinha neste sentir e o que me vale é a tremenda capacidade em me defender, gozando com a coisa.]
o serão de sexta-feira foi preenchidíssimo.
às 20:00 fomos ver o ensaio geral do ‘quebra nozes’, no teatro nacional de s. carlos. adorei. mais pela oportunidade de ver a orquestra e todas as suas movimentações, do que pelo bailado, admito. também gostei do bailado, mas o que me prendeu mesmo foi a orquestra. já quando vou a concertos, dedico imenso tempo a observar os músicos. gosto de ver os gestos, as expressões, o que fazem enquanto aguardam a sua vez de entrar, é fascinante. e depois, fazer parte de uma orquestra é o mesmo que fazer parte de uma equipa de um desporto qualquer. imagino que haja alturas em que não lhes apetece, que tenham de ignorar problemas que surjam na sua vida pessoal, uma dor qualquer que disfarçam com analgésicos, etc, etc. adoro! (há seccionistas para orquestras? onde posso inscrever-me?
)
depois do ensaio, fomos jantar ao caracol. comi umas iscas que estavam divinais!!!
e para compor a janta, fomos tomar um digestivo ao ’salto alto’. uma visita que estava prometida, depois do meu post sobre o novo horário do bairro alto. conheci o ’salto alto’ há uns 20 anos, à vontade. achei graça à coincidência deste espaço ter sido reabilitado com o mesmo nome. diferente como está, para melhor também, não fora o nome ser o mesmo e não chegava lá. ainda encontrei gente conhecida, que isto duma gaja já ter 45 anos faz com que se conheça muita gente!
digo eu…
quando, ontem, vi as imagens do jogo da selecção e da chegada ao aeroporto, as expressões de angústia do presidente da federação e do seleccionador fizeram-me recordar outros tempos.
também já vivi aqueles momentos, enquanto dirigente. o dia seguinte ao da derrota expressiva e humilhante é tremendo.
é um dia de solidão, de amarfanhamento, de desespero, de impotência profunda. é um dia em que a vontade de se encarar os outros, é nula. é um dia de confronto, quando toda a gente pergunta o que aconteceu e nós só queremos que nos deixem em paz.
é um dia onde, curiosamente, só nos sentimos seguros junto dos nossos pares. fechados no balneário, a lamber as feridas em silêncio.
e, no entanto, é logo nesse dia seguinte, que se recomeça o futuro. não há tempo para lamber feridas, porque a melhor terapia para a derrota é o trabalho.
mas que é um dia terrível, oh se é!!
vi os primeiros quinze minutos do jogo da selecção.
até estava a gostar da dinâmica, – ressalvando que já não tenho paciência para o cristiano ronaldo e aquela necessidade de andar a dançar o bailinho da madeira antes de resolver prosseguir a jogada – até que surgiu o primeiro golo dos brasileiros. aí tive um arrepio, mas achei que era por ter os braços de fora dos lençóis. tapei-me. e decidi lutar contra morfeu e tentar ver um bocadinho de jogo, nos intervalos dessa luta. já estava um bocado desiludida, e ainda só tinham passado dez minutos, porque achei um disparate total o pepe não cortar a jogada com um lance daqueles feios, tipo mandar a bola pela linha lateral e que se lixe lá a beleza. em vez disso tentou armar-se em central de classe mundial (coisa que ele acha que é, que muitos dizem que sim, mas que não é) e aguentar a jogada para depois, pensou ele, cortar a jogada com um daqueles brilharetes que só estão ao alcance dos muito predestinados – coisa para baresis, canavarros, italianos, enfim!. pois é, mas a bola estava nos pés do robinho, e pronto, o robinho não é propriamente o douala! e borrou-nos a pintura.
pouco depois adormeci. a minha maria veio tirar-me os óculos da cara, a segunda almofada e eu embalei.
hoje, estava a despachar-me para sair, telefona-me ela a dizer muito escandalizada – ‘tadinha da minha menina tão querida que não gostava nada de futebol e agora deixou-se contagiar pelo vírus – “sabes como ficou o jogo? até tenho dificuldade em dizer. perdemos 6-2!!”. e eu, perante o desânimo dela, disse-lhe “deixa lá, amor, logo à noite preparo-te um doce magnífico para compensar” ao que ela respondeu de imediato “mas eu estou de dieta!!”. pronto, esta últimas frases já sou eu a fabular, mas não interessa nada e ajuda a preencher a quota mínima de caracteres.
e era isto. uma pessoa adormece e aqueles gajos desatam a fazer merda!
… lembrei-me de fazer um blog.
este caminho, chamado mEiA vOlTa e…, começou faz hoje cinco anos!
quando vinha a caminho de casa – depois de beber um copo com as minhas comparsas no irish pub no cais do sodré – apanhei no rádio clube o programa desportivo. então, lá estavam eles a receber chamadas do pessoal, que gosta mais de futebol que eu sei lá, a debitar bitaites sobre o jogo de mais logo com o brasil. a certa altura dizia um: se conseguirmos conter o íntimo da equipa brasileira (…).
ora, ora. conter o íntimo dos brasileiros não me parece lá coisa muito fácil de fazer. só quem nunca esteve nos trópicos, é que imagina que se consegue conter o próprio íntimo, quanto mais o dos outros!
mas, pronto, no futebol às vezes lá acontecem milagres.
… não sei quando, mas hei-de voltar a fazer terapia. quando arranjar coragem para abordar coisas que não abordei anteriormente. não que me incomodem especialmente, mas para que olhe para elas com um olhar menos defendido e mais lúcido. melhor, para as verbalizar.
no dia 26, em vez de ir ver o sporting-barcelona, vou ver a Cesária Évora.
tenho alguma curiosidade em saber porque motivo há quem escolha ficar em hotéis gay. eu nunca o fiz, provavelmente não o farei, mas gostava de saber o que move as pessoas a fazerem essa escolha.
se por acaso, alguém que aqui passe, me quiser satisfazer a curiosidade, agradeço.
estou, juntamente com outra colega, a organizar um jantar com o pessoal do último clube em que joguei futebol. já lá vão 13 anos. e há gente que eu não vejo desde então.
já foi extremamente divertido estarmos a juntar nomes e a recordar cenas. acho que vai ser mais, quando estivermos juntas.
vai ser mesmo muito bom!
(já sei que vou ter de ouvir, não sei quantas vezes, piadas sobre o meu mau feitio, mas pronto lá tenho que me aguentar! não é mentira, mesmo!)
às vezes fico com a sensação, que os meus colegas pensam que eu dou mais importância ao trabalho do que eu dou.
passam a vida a apregoar o trabalho que chega, como se para mim isso fosse muito importante, e não fosse para isso que eu cá estou! quero lá saber! o trabalho vem, eu faço-o e mais nada. não há lugar a grandes excitações, que a minha vida não é isto! aqui limito-me a executar o que tenho para executar, cara alegre que até gosto desta coisa de números e débitos e créditos e saldos e tudo o mais.
nos intervalos, quando está sol, entretenho-me a ver o trânsito na 2ª circular!
ai caneco! hoje estou cá com umas comichões na minha cicatriz, que nem posso!
vai chover, ou quê?
(ainda por cima, no sítio que é, dá sempre um aspecto estranho estar a coçar-me… parece que tenho “aborrecidos”, ou o raio!)
como serão os pais das criaturas que ontem mandaram ovos para cima da ministra da educação e acompanhantes?
a razão porque numero os meus posts prende-se com uma questão prática. faz-me sentir que as coisas estão ordenadas, e se quiser indicar algum, digo o número e fica tudo resolvido.
comecei a fazê-lo ainda na minha primeira casa, já a escrita ía um bocado avançada. de início nem imaginava quanto tempo andaria por cá a debitar as minhas coisas, nem as surpresas imensas que a blogosfera tinha para me oferecer. atrevo-me a dizer que todas elas boas. umas muito melhores que as outras, ou antes, uma muito melhor que as outras. mas todas boas, que eu não dou muita importância a desaguisados, nem gente que não gosta de mim.
este mais parece um post de aniversário do blog, embora isso só aconteça para a semana. curiosamente, criei este blog no wordpress por impossibilidade de aceder ao blogspot, mas sempre lembrei a data de início do primeiro. este só existe devido a essa impossibilidade técnica. embora, haja uma substancial diferença na forma e no conteúdo, mas acho que isso faz parte do meu crescimento e da minha evolução interior.
[agora reparo que a primeira vez que tive dificuldades em postar, mudei do blogspot para o wordpress. quando fiquei sem poder escrever no wordpress (coisas do patronado, caguei!), a minha Maria ofereceu-me um Asus Eee PC 901! não há nada irresolúvel!]
na vida, se de cada vez que encontramos uma dificuldade a tentássemos resolver sem choraminguices, tornar-nos-íamos mais fortes e mais merecedores de respeito. embora, às vezes, sabe tão bem choramingar, caneco!! e eu sei que a vida é fodida para algumas pessoas, e que é fácil falar, etc, etc, que esse relambório eu já sei de cor, mas confesso não ter cú!
e pronto, era só para dizer que gostei muito do número ‘1000′, porque gosto de números redondos e pares.
gosto muito de aqui escrever, como é mais do que lógico – lamento não o poder fazer sempre que me vem alguma à cabeça, mas quando é muito forte escrevo-a no word e depois copio-a para aqui à hora do almoço. gosto dos comentários que me deixam. e, again, raramente consigo responder-lhes no momento, o que às vezes me tira a pica. mas gosto. eu sou pessoa de gostar, acreditem. nem sempre pareço, mas sou!
(sou mesmo bronca! então não é que tinha feito o link para este blog, em vez de ser para o outro?)
a banda faz hoje 33 anos de independência.
com muitas mortes antes e após a data [11 novembro de 1975], o processo da independência foi tudo menos transparente e justo. menos justo para um povo que merecia mais do que lhe foi proporcionado naqueles terríveis anos, e que continua ainda hoje a sofrer as consequências daquela coisa maquiavélica que se chama poder.
no entanto, naquilo que vou lendo e ouvindo, há uma esperança de que a mudança esteja enfim a concretizar-se.
porque, apesar de ser portuguesa e já levar mais anos de portugal do que de angola, aquela é a minha terra do coração. assim será até morrer, que há coisas que não se explicam – sentem-se! – e não mudam, acredito. para mais, agora que finalmente posso dizer que tenho lá família. aquela que me é transmitida pela relação que tenho com a maria, e da qual gosto muito.
estamos juntos!
realmente, os jornalistas quando viram a agulha para um sítio, tudo lhes parece magia.
a capa de A Bola de hoje, tem uma grande plano do jogador e diz “Aimar – a magia continua”. isto a propósito de um toque de calcanhar que o mesmo terá feito a isolar o Maxi Pereira e que resultou no 3º golo. claro que no estádio a coisa até pode parecer brilhante. vista na televisão, percebe-se perfeitamente que é acidental. com um resultado brilhante, mas acidental.
[e o rapazinho já dava um corte decente naquele cabelo, não?]
- lamento que, no único jogo em que vi o sporting jogar alguma coisa de jeito esta época, a vitória tenha fugido. por culpa própria, que as oportunidades criadas não tiveram a devida sequência para a baliza, ainda que o helton tenha estado excelente em duas ou três ocasiões.
- houve um disparate de faltas, o que levou ao exagero de cartões, mas os jogadores têm muita responsabilidade na coisa. feia, muito feia, aquela cotovelada que o rochemback deu ao rolando, e que o árbitro não viu. e se visse tinha de o expulsar e marcar penalty. como tinha de marcar também no lance do bruno alves com o abel, já que ele não se limitou a ficar quieto no seu lugar, antes fez obstrução clara à desmarcação do abel. o rui patrício tem uma entrada disparatada sobre o hulk (que raio de nome!) que seria penalty também. e ficam-me dúvidas no toque com o braço do rolando, apesar de estar em queda. disparatada a reacção do caneira, quando alega que caiu, e caiu sim, mas na queda atira com o pé contra o hulk que está caído, depois de levar com o rui patrício em cima. acho cá uma graça aos jogadores a fazerem-se de santinhos, como se a malta não soubesse como é que aquelas coisas se fazem, caneco!
- o treinador adjunto do porto parece uma pessoa muito irritada com a vida, e cheia de vontade de ter protagonismo. há um altura em que ele está a vociferar no banco, e o jesualdo lhe dá um toque tipo “ó rapaz acalma-te lá!”. é o que dá deixar um gajo que nunca fez nada na 1ª liga, ser adjunto de fato e gravata vestido. a malta toma a nuvem por juno.
- por fim, paulo bento muito, muito mal nas palavras que utiliza. a roçarem um nível que se vê na liga dos últimos e que não é de todo prestigiante, nem deveria ser tolerado, a quem faz parte de uma liga profissional. na terça-feira disse que o tratamento dado ao sporting pela comunicação social era asqueroso. ontem , em relação á arbitragem disse que lhe metia nojo. por amor da santa! isso lá são termos que se possam utilizar?! e ninguém vê esta merda? e lhe diz que aquilo fica feio?
- mesmo, mesmo a terminar, a quantidade de “caralhos” e “foda-se” que se diz nos campos de futebol deveria ser revista por alguém de direito. não tem pés nem cabeça, quando se transmitem os jogos pela televisão. é feio, ordinário. mas se falarmos com os protagonistas, como já falei com alguns, aquilo é mesmo assim, no calor da luta, e é para homens não é para copinhos de leite. enfim…
estrelaminha, parabéns!
se eu morasse no bairro alto não quereria que os bares encerrassem às 2h da matina.
queria era que eles nunca abrissem!! mas como não moro… não vejo qual o escândalo deles fecharem a essa hora.
[alguém me saberá dizer como é que aquelas pessoas conseguem dormir? ou só porque é fim de semana e a malta quer divertir-se, os outros têm de se manter em vigília compulsiva?]
há coisas que não me entram. eu seria incapaz de sustentar uma relação que me causasse desconforto permanente. não me entra na cabeça que haja quem se mantenha junta sem ser feliz. não me entra discussões permanentes. atritos. como raio se pode viver dessa forma? como se pode querer ficar junto de alguém a quem não entendemos e que não nos entende? para quê? para quê e porquê, senhores?!?!
fiéis, sempre a bater! ‘tá-se!
[cliquem no play e deixem-se levar!]
bem fixe, para entreter enquanto espero que o homem da vulcano acabe de arranjar o coiso da água quente.
na semana passada a água era tépida, ontem e hoje foi fria, mesmo! porra! ía morrendo! o mesmo não deve fazer o tipo que está ali na cozinha a arranjar a cena – cheira mal como tudo; já na semana passada cheirava.
não é de reciclagem que vou falar. é mesmo de futebol.
as coisas estão a correr bem para o futebol português, so far! com os lagartos a safarem-se e os tripeiros também, esperemos que amanhã os lampiões e os jesuítas (não, não é o tirsense, é o braga do jesus, mesmo!) sigam pelo melhor caminho.
olha, que giro. se as coisas correrem bem ao jorge jesus esta época, ainda vai ser apelidado de bom jesus de braga!
eu sei, esta agora foi um bocado seca. mas que esperam de alguém que trabalha em contabilidade e gosta de futebol? poesia, não?
miúda, quando vamos à banda outra vez??
(foto daqui)
terra vermelha – uma coisa que vem logo à ideia, sempre que se fala de áfrica.
andava a dar umas voltas pela galeria do site da angop, e deparei-me com esta.
e fiquei cheia de saudades de a ver, de sentir aquele cheiro quente que só áfrica tem.
claro, a minha áfrica é angola, nem há outra hipótese.
e por muitos anos que viva longe dela, nunca por nenhuma outra terra terei esta ligação umbilical. há coisas que só mesmo o coração explica.
coisas positivas:
- diverti-me bué, pois os meus colegas têm um humor invejável, mesmo perante o futebol catastrófico que o sporting praticou na 1ª parte
- o sporting atingiu os oitavos de final, coisa inédita. isso é fixe
- encontrei uma conhecida que não via há anos, e foi fixe, também
- a jogada magnífica do izmailov e a determinação do derlei
- liedson também muito bom
coisas negativas:
- todo o futebol que o sporting jogou
- rochemback que está (é) uma nódoa
só eu sei porque é que, na maioria das vezes, fico em casa.
e agora tenho de terminar porque estou a ficar sem bateria e deixei o carregador no serviço.
boa noite, pessoal!
a última vez que vi o sporting ao vivo foi com o glasgow rangers, na época passada. uma tristeza franciscana, que me fez jurar que não me apanhavam mais nestes carnavais. afinal, conseguiram convencer-me com um bilhete para uma zona privilegiada, mais próxima do acontecimento – pode ser que assim eu consiga ver qualquer coisa de interessante. depois, se a experiência não for muito traumática, contarei!
quinta – buscar a mãe ao expresso, irmos almoçar às “Chaminés do Palácio” no Palácio da Independência (nunca foram? experimentem que não se arrependem. comidinha caseira, feita por uma grande amiga e um espaço muito, muito bonito) e depois seguir para o aeroporto buscar o pai. quando íamos para oeiras lembrei-me que me apeteciam travesseiros da periquita. nem imaginam o trânsito que apanhei para ir para casa, depois!!!
sexta – ida e volta a miranda do corvo, essa bela localidade situada no distrito de coimbra, que me acolheu há 33 anos, e da qual me pirei o mais depressa que pude (aos 22 anos, acho!) - não sem antes ter deixado a minha marca, o que não era difícil nessa altura, tal o atraso de vida que lá se vivia, credo!! fomos almoçar a um restaurante lá perto, em cuja sala de refeições estava mais frio do que na rua! tive que emborcar dois goles de vinho, quase de shot, para ver se conseguia estar sossegada a almoçar.
sábado – dia destinado, por votação democrática dirigida pela maria (estão a ver a democracia, não estão?), a substituir as roupas de verão por outras mais quentes. e de aproveitar e separar algumas coisas para dar – oh deuses, estou gorda!!! à noite, se passaram no corte inglês na zona das tvs e viram uma tipa encostada a uma coluna a ver o jogo do sporting, era eu!
domingo – ontem fui à bola. das miúdas do odivelas. às vezes fico com alguma saudade daquela agitação toda. de tudo aquilo que não se vê, quando se está sentada numa bancada. e que é muito mais, e muito mais tempo do que só aqueles 90 minutos! eu ainda sou do tempo de jogar 80′!!! e acho que 70′, também.
boa semana!
prima miúda, com que então… cliché?
toma lá só esta: elevador.
(hei-de conseguir que venhas cá abaixo mandar-me calar!)


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