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se eu fosse jogadora de futebol, o boletim clínico diria que eu estava inapta e a recuperar de uma entorse na tibio-társica, contraída no difícil jogo que a minha equipa tinha disputado no sábado.
como sou uma simples jogadora da bola, posso então dizer que me armei em artista e quis parar um remate à nossa baliza. pensei que conseguia atravessar o rabo ou as pernas à frente da bola. como a idade não perdoa e, consequentemente, a velocidade já não é a mesma, o que se atravessou foi o meu rico pé esquerdo, todo no ar. resultado, levei uma bolada em cheio mais ou menos a meio do pé, o que fez com que o desgraçado se virasse todo para acompanhar a trajectória da bola.
portanto, a juntar ao ranho, tosse e espirros de afugentar (quase) toda a gente, um pé lindamente colorido com um hematoma de todo o tamanho, que a minha mais querida enfermeira cuidou de reduzir com uma funcional. fiquei toda contente. 46 anos e nunca tinha feito uma ligadura funcional. uma lástima no meu currículo.
e foi assim que vi o jogo do Sporting com o Porto – a fazer gelo. no pé e num excelentíssimo gin tónico feito de forma superior pela minha querida Ç. da Sé. ah e não vi nada de jeito do jogo, que a casa estava cheia de gente, e depois da borrada do Polga eu já só via Polga e pronto… estava a coisa estragada. não faço a mínima ideia se jogaram bem, se mal. juro!
mas, agora, o que interessa mesmo é que este pé me deixe caminhar à vontade, que no fim de semana vamos a Barcelona!
(à conta do ranho da constipação)
mas aquelas declarações do Presidente da República pareceram-me assim uma coisa de miúdo queixinhas que tenta reafirmar o poder que é suposto ter, mas pelos vistos não sente que tem, ou não tem, efectivamente.
"ah o meu email tem vulnerabilidades…!"
ó senhor, se acompanhasse o 24 ou lesse a saga Millennium, estava careca de saber isso!
ai Poço de Boliqueime, Poço de Boliqueime…
penso que caminho de peito aberto para apanhar a gripe A – estou com uma constipação bruta.
a ajudar, no sábado fiz uma entorse no pé esquerdo, a jogar à bola.
portanto, se virem por aí uma tipa a escorrer ranho do nariz e a coxear ao mesmo tempo, sou eu.
[não consigo perceber que piada acham aquele beto cheio de cabelo chamado Nuno Melo]
eu era para ser preta. mas alguma coisa correu errado e os meus pais nasceram brancos. logo…
mas era para ser preta, sim. preta de angola. do povo, do meio dos patrícios todos.
e teria tido tanto gosto nisso.
[explicação kármica para a coisa: já fui preta noutra vida. mas devia ser daquelas parvas que queriam renegar as suas origens. assim, para cumprir o karma, voltei como branca, agora com vontade de ser preta. se não conseguir aceitar tudo isto - o que me parece não irá acontecer - ainda voltarei outra vez, para, definitivamente, aceitar o que sou. o que é uma coisa completamente desocnhecida para mim.]
ontem, inesperadamente, dei de caras na rtp2 com o documentário ‘Mae Ju’. já passava das onze e meia e eu e a Maria tínhamos acabado de comer uma sopa e a preparar-nos para arrumar as bicuatas e ir dormir. ficámos no sofá, a ver desfilar a banda – literalmente.
[às vezes tenho tantas saudades, mas tantas, tantas. fecho os olhos e se me imaginar lá, sinto-me tão bem.]
hoje liguei para a Maria a perguntar-lhe se não havia uma coisa, que estava na banheira e para a qual eu tinha olhado, quando tomei banho.
prevê-se um dia excelente, atendendoque tenho aqui umas p*tas de umas diferenças que não consigo vislumbrar. e vai na volta, estão mesmo aqui à frente dos olhos.
quando aqui chego e ligo o computador, abro o Google Reader para ver como vai a blogosfera – quando estou demasiado cansada de números, ou lixada com alguém, descontraio lendo o que foi sendo escrito ao longo do dia. como se acompanhasse a bolsa, mas eu como de finanças não percebo nada, fico-me pelas palavras.
e em primeiro lugar vejo logo se há posts novos na categoria ‘mais’, que é onde estão os das minhas queridas, que eu adoro ler, embora a maioria delas o faça de forma muito espaçada. hoje, tive uma alegria e quase tudo andou a debitar textos. e escrevem bem, caramba! que inveja.
bom dia!
ontem, mandei um corte no polegar. agora, estou aqui na dúvida se a gripe A não aproveitará esse shortcut (sim, o corte é um cortezito, nada de mais) para se instalar em mim.
* … mantenha o charme.
* que se impõe, suponho.
eu não respondo aos comentários, porque na maioria das vezes o que vejo do meu blog é esta caixa de correio electrónico, por onde coloco os posts. uma tristeza, acreditem. que às vezes me deixa furibunda, mas depois passa. por causa das rugas e tal.
pronto, isto para dizer que posso ser um bocado pedante, mas nunca aqui no meu cantito, que tanto gosto me dá a manter, e que tem, propositadamente, comentários abertos.
no entanto, se fizerem muita questão de uma resposta, digam que eu respondo para o vosso mail. assim privadito e tal.
(nem sei porque estou com este humor parvo, pois só me apetece fazer como a Lisbeth Salander no 2º livro da série Millennium – pegar numa lata de gasolina e jogar fogo a isto tudo)
boas tardes, para aí.
… de libertar a Salander que há em mim! e varrer isto tudo a taco de basebol. (ok, ela era com um taco de golfe, mas acho o de basebol mais chunga*, logo mais indicado para a situação em si)
* aqui uma dúvida. isto é com ‘ch’ ou com ‘x’?
bom dia!
eu aqui muito bem embrulhada numa data de movimentos a débito e a crédito (uma das coisas boas da contabilidade é que todo o débito tem de ter um correspondente crédito – ou não… o que nos f*de logo o juízo), e no rádio desata a tocar a música acima.
eu nem sei bem a que ano fui parar. mas entre os fins dos 70 e o princípio dos 80, está por aí. e eu adolescente completamente inconsequente, meus deuses. e as tardes de verão, passadas num qualquer açude de uma terrinha do interior, as noites fantásticas de conversa sentada em muros de quintas depois de roubar fruta, vindos de um bailarico qualquer muito pimba. os namoros. as amigas, hoje tão distantes de mim e não é só fisicamente. a asfixia (a palavra da moda, né?) de viver emparedada numa vila rodeada de serras, longe do litoral, que era assim que a sentia, embora na prática não diste mais do que cem quilómetros. o cheiro do verão. as primeiras saídas à noite, para fora da terra. as paixões que se sentiam e não se conseguiam explicar. enfim, muito do que fui em plena adolescência, nem boa nem má, que as adolescências, salvo algumas mesmo muitíssimo más, mas que já o são desde a infância, são todas iguais. tempos aparvalhados, em que não se suporta sair com os pais e nos achamos as pessoas mais incompreendidas do mundo. palermices próprias da idade.
e, pronto, agora vou voltar aquela coisa dos débitos e créditos, que pelo menos tem a vantagem de não mexer com as nossas emoções – pelo menos as mais íntimas e profundas.
no Sporting, é o Daniel Carriço. pela classe e determinação no lugar onde joga e, principalmente, pela sobriedade. nos tempos que correm é difícil encontrar um jogador jovem que não ande com o cabelo todo artilhado, brincos a dar com um pau e tatuagens em barda – que fartote. este não. e, apesar de não ser um modelo de beleza, é muito interessante.
claro, não supera o meu preferido, o Adrien, mas pronto, o Adrien não está a jogar…
não faço a mínima ideia do que farei, domingo, quando me encontrar sózinha perante aquele bocado de papel no qual se pode pôr uma cruz. mas, também, no qual se pode pôr nada. (o que tem sido a minha opção nos últimos anos)
acabei de sair de uma reunião por causa do SNC.
caporra é essa, perguntam vós.
e eu respondo, tão contentinha #$%?&#**, que é o novo Sistema de Normalização Contabilística. a entrar em vigor a partir do início de 2010.
e eu, a sério, tão contentinha #$%?&#**!!!
se não foi isso que me passou por cima, durante o sono, não imagino o que tenha sido.
estou toda podre. não me apetece trabalhar. o monte de papéis que tenho à minha frente, não diminui nem pela lei da bala!
[gosto imenso do Jorge Costa. já gostava do estilo pitbull a jogar e depois nas conferências de imprensa aquela voz tranquila, como se não se passasse nada. agora, mais uns anitos em cima e ele está bué charmoso e continua a fazer umas intervenções faladas que são um mimo. e estilo, tem bué estilo. caneco!]
na semana passada houve uma histeria nos jornais desportivos, quando o Saviola marcou um golo depois de ter corrido meio campo, e no qual beneficiou de uma catrefa de ressaltos manhosos, já que os jogadores do Belenenses pareciam umas patas chocas. mas não, grande golo e até, heresia das heresias, quase o comparavam ao célebre golo do Maradona.
ontem, no jogo com a U. Leiria é que ele fez um grande golo. aquilo sim, é um lance de magnífica execução e grande sentido posicional. abri os jornais hoje… e nada. não percebem nada disto.
e vocês, minha queridas Cristina e Kianda, gostaram? (imagino que sim…)
parece que vou, não tarda, dar uso à máquina fotográfica: Barcelooooona! (assim a modos que a imitar a tia Monserrat Caballé)
para estragar o post, sempre posso adiantar que se me cruzar com o Henry, lhe peço um autógrafo e lhe prego um beijo na cara (se conseguir lá chegar, que o gajo é alto.)
pp, já não, infelizmente.
já se trabalha. e espera-se que a dama de P.A. apareça na tuga!
a minha dama acabou de me dizer que em vez de sair às nove e meia, sai uma hora antes!
iupiiiiiiii!
levantei os olhos e a dois metros de mim, a espreitar por cima dos separadores do open space, estava um homem que é talequalinho o amândio de carvalho, da fpf.
ca susto!
(vocês sabem do que é que eu estou a falar).
eu, deitada, a devorar avidamente as páginas do ‘Os homens que odeiam as mulheres’ de Stieg Larsson, deliciando-me com o que a Lisbeth Salander estava a fazer ao porco do Nils Bjurman, e a não querer desperdiçar um segundinho que fosse da coisa, que já estou mais agarrada a isto que um junkie, e a minha Maria, com uma despertina do caraças, a falar, a falar, a falar, a falar, a falar, a falar, a falar, a falar… – não é exagero, juro!
e eu, em vez de ir à caixa dos comprimidos e procurar qualquer coisa que a pusesse a dormir, não, pousava o livro e ouvia atentamente, dava-lhe um beijo e retomava a leitura. até ela recomeçar a falar. aí, pousava e o livro… e o resto já vos disse.
é lindo o amor, só vos digo!
… que o Google Reader me trouxe.
uma delícia este blog: Paracuca.
(e as saudades que eu tenho da paracuca feita pela minha cunhada)
não consigo ouvir nada do que ela disse – aqui não há som nos computadores – mas também não interessa nada, que ouço mais logo. a mim só interessa que ela seja um ser humano espectacular, um esteio de humanidade e honestidade. e detentora de uma disponibilidade para os outros, que não se encontra facilmente.
o resto, a política, poupem-me. esta é uma das minhas grandes amigas. melhor, esta é uma das pessoas da minha família, que eu amo e tenho muito orgulho nisso.
… o sporting vai-se safando.
o jogo até nem foi muito mau, embora eu só tenha visto a 2ª parte. mas estava-se mesmo a ver que os holandeses íam empatar o jogo. com aquelas trocas de bola no nosso meio campo…
e o polga, senhores, o polga! o que raio anda ele a fazer dentro de campo?
e as eternas justificações do paulo bento, como se não fosse ele o responsável por quase tudo o que acontece. deveriam ter-lhe dado a ler o record de terça-feira, para aprender um bocadinho com o guardiola.
isto já nem vale a pena…
não sei se fico por aqui e veja o jogo do sporting que começa às 18h, se vá a casa dos cunhados ver a 2ª parte ou se vá directamente para casa trabalhar, que bem preciso.
(eu sei, eu devia ter vergonha de ainda ter dilemas quanto ao visionamento dos jogos do sporting, quanto mais ainda pregá-los aqui no blog, mas enfim… a idade dá-nos para o disparate a roçar a senilidade.)
… esta mulher!
eu – visto que agora andas "moderadamente feliz", será que terei a felicidade de vires almoçar comigo um dia destes?
ela – sim, sua parva! (…) almoçamos para a semana. (…) podemos marcar para segunda. (…)
… não me parece que o facto do director geral passar e dizer bom dia e eu nem responder me leve a algum sítio interessante de progressão na carreira.
isso e o facto de eu lhe dizer que ele tem de contribuir com algum guito para a compra de bolachas que come desalmadamente!
ainda não percebi se gosto ou não desta música.
quando souber, logo digo.
agradecida pela atenção.
jovem Su,
se pensas que vais por bom caminho, não deixando que te ponham a vista em cima há mais de um mês… continua!
[quando te apanhar, nem imaginas...]
[não conseguia perceber este aperto no coração, quando supostamente era uma coisa que até me traz alguma felicidade. agora, assim de repente, consegui entender o que sinto. o que sinto, deve ser mais ou menos semelhante ao que sentem as mães, quando os seus filhos arranjam uma namorada e já não serão, nunca mais, só os filhinhos das mamãs. tipo, ainda é meu, mas já não é só meu. acho que é isso. penso que me trará algum sossego, esta analogia.]
ah, pois é, vizinha, estás tramada! se começas a gostar dos pretos…
se tivesses passado à nossa porta, a semana passada, vias um carro parado, de portas abertas e esse som a bombar! kuia!
… era eu ainda estar de férias, que tenho ali um livro para ler e uma carrada de facturas para lançar, que me impedem o prazer.
tirando isso, uma dor em cima de uma pontada (como dizia uma querida colega da bola).
[nina, ontem não levei com o camião - só pela simples razão, que era da minha equipa]
tenho uns colegas tão hiponcondriacozitos, que valha-me santa paciência. se eu, nos anos em que joguei futebol, ligasse a metade das coisas que eles ligam, não tinha praticamente jogado tempo nenhum! que cócós que são os homens, credo!
… deitada abaixo com os intestinos a darem-me cabo do canastro.
tirando isso, o fim de semana foi muito bom. tranquilo e a tal de comida de fusão era excelente. o jantar de sexta, bastante mais intimista, foi muitíssimo bom. e o filme do Almodovar também se viu. e o primeiro livro da trilogia Millennium do Stieg Larsson também se lê muito bem. e a sesta que bati, a meio da segunda parte do jogo de ontem, então nem se fala! maravilhosa.
hoje, só estou a desejar as seis para bazar.
o trânsito na A5 está impossível. nem se atrevam.
agora, acabadinha de beber um bocado de espumante, estou que nem posso!
ó vizinha, muitos parabéns por tudo, em especial pela coragem.
(o que custa é o primeiro passo.)
eu, filha única, sem sobrinhos, de repente, ou não assim tão de repente, vejo-me em mãos com… vejamos: um, dois…seis, sete… nove. 9. n-o-v-e. que eu adoro. os mais velhos, os mais novos. todos. e, passe a imodéstia, acho que também gostam bastante de mim.
(isto a propósito de mais logo ir ao aeroporto despedir-me do mais terrível e mais sedutor de todos – um bebezão de seis anos)
hoje, saí de casa acompanhada de uma mulher que estava [para além de ser] deslumbrante!
falando verdade, verdadinha mesmo, o que me ficou do jogo de ontem, para além do excelente golo do Pepe, foi a sopa de feijão encarnado com legumes, embora a de bacalhau com coentros também não estivesse nada mal, o salmão fumado, os queijos, o martini, a coca-cola, a ginjinha e toda a conversa que fomos estabelecendo, entrecortada minuto a minuto por alegres gargalhadas.
pronto, ainda bem que os rapazes cumpriram o objectivo. ficamos felizes. a nossa noite foi tão boa, que era uma pena os rapazes não terem uma noite feliz também.
o jogo? uma alegre miséria. muito fraquinho. até me fez lembrar o meu Sporting, o que não é propriamente um elogio.
… é do melhor do mundo!
ao telefone com a minha C. da Sé, ela diz-me que não conseguiu encontrar coca-colas minis. tão querida…
mas não se apoquente, Excelência. qualquer ginzito tónico com vista para o rio é capaz de dar tranquilidade suficiente para a noite de budapeste.
a única vantagem de ser atropelada (pelo camião Lupy) no treino, é poder fazer uma massagem terapêutica mal se chega a casa.
[Grande, quase que adormeci...]
as noites de Budapeste são noites de rock’n'roll.
agora, sim, o vídeo correcto!
… o quão eu já estou farta destas duas coisas (reunidas numa só):
- jantares de aniversário em que nos convidam para sermos nós a pagar
em
- restaurantes de comida de fusão e slow food ou o que é lá isso
em primeiro lugar, não me faz sentido nenhum que se convide os amigos para um jantar de aniversário, se não se tem vontade (ou disponibilidade financeira) para o pagar. essa coisa de fazer flores em restaurantes chiques à conta do dinheiro dos outros faz-me ficar puta da vida! isso é coisa de adolescentes que não têm dinheiro e também não querem festas em casa dos pais, coisa que se percebe muito bem. agora, quando se chega aos quarenta anos não faz sentido agir-se assim. se não há dinheiro para jantar, convida-se as pessoas a ir beber um café a casa com um bolinho e a festa faz-se também assim, que com os amigos o que é importante é estar-se.
depois, não contentes com o feito, como é moda, só sabem ir a restaurantes com comida de nome esquisito. eu até gosto dessa comida, a sério. na maioria das vezes até é bem saborosa. mas já me parece uma falta de imaginação total, que neste momento não se lembrem doutra coisa qualquer. oh pá, um sítio onde se comam umas pataniscas bem feitas, um arroz de cabidela, qualquer coisa que seja mais simples.
que azia, caneco!
as minhas amigas marcaram o reínicio dos nossos treinos para hoje. dia 8 de setembro. nunca começámos a treinar tão cedo. estão-se a passar, não? qualquer dia arranjam treinador/a, compram equipamentos, obrigam-nos a fazer o aquecimento, não nos deixam beber alcoól antes dos treinos… e ainda há-de chegar o tempo em que iremos entrar em torneios ‘para ganhar’.
oh, aí, vocês! deixem-se de entusiasmos, que isso só vos faz mal.
alguém que por aqui passe e tenha visto o ‘Sacanas sem lei’ do Tarantino, que me diga se na vossa sala também havia mulheres a rir às gargalhadas, quais hienas, e homens, quais cães, ou…
se sou eu que sou esquisitinha e apesar de achar piada a algumas coisas, não me deu para gargalhar assim desalmadamente?
eu não sou de gargalhar assim à toa. deve ser isso…
e não tem que ver com o tema do filme, nada disso. mas fiquei com a ideia que: como era um filme do Tarantino e o gajo costuma ter assim umas cenas completamente nonsense, deixa lá mandar umas gargalhadas à toa.
[ou isso, ou eu a fritar aqui na chafarica. estou farta de ser gozada por me estar a abanar com o leque.]
às vezes a preguiça é tanta, que me apetece escrever hóquei em patins assim: ok oo.
ficava giro e poupava-me trabalho.
acho uma graça a estas tipas que se armam em gente muito benzoca e desatam a falar com voz anasalada. como se o selo de distinção se traduzisse nesse pequeno pormenor – voz anasalada. o pior é quando lhes salta o verniz e desatam a falar alto, ridicularizam os outros, dão calinadas no português, enfim, um hórrore!!
(há tiques que não me incomodam nada – essa da voz anasalada, o tratamento por você, etc, etc – se perceber que a coisa é feita porque sempre foi assim, de berço.)
agora estas bimbas que, para comporem o seu papel de pretensas, ainda compram óculos de contrafacção com o símbolo da d&g que é do mais parolo que existe… poramore…!
não há coisa mais ridícula do que usar contrafacção!
… e toca o mesmo.
os últimos dias antes de se ir para férias, já se anda esgotada e sem vontade de trabalhar.
vem-se de férias e a coisa mantém-se.
não percebo nada disto!
mais um sonho (será mais pesadelo…) em que os mortos não cumprem o seu papel. estava eu num palácio a fazer não sei o quê. mas acho que à espera de um espectáculo ou coisa assim. de repente, chega um carro funerário e a seguir, no salão principal começam a desfilar os quatro mortos, que supostamente iriam ser velados. mas em vez de estarem em caixões, íam em camas cheias de coroas de flores. eu a evitar olhar, porque realmente é coisa que me faz assim alguma confusão, mas quando decido fazê-lo há um morto que abre os olhos e fixa-me.
e pronto, cumpre-se o sonho com os mortos. há sempre um que resolve demonstrar que está morto, mas não muito!
…
mais intrigante que o anterior, só mesmo o seguinte. eu por uma picada de terra vermelha, com um desfiladeiro semelhante ao Morro da Lua em Angola, cheia de pressa para não chegar atrasada ao treino. ao primeiro treino de uma equipa com a qual jamais tive alguma ligação efectiva. o mais fantástico disso tudo, é que eu ía ser apresentada como treinadora principal da equipa. t-r-e-i-n-a-d-o-r-a p-r-i-n-c-i-p-a-l. e com a agravante de que iria ter como adjunta, essa sim, uma treinadora de futebol e uma das mulheres que eu conheço que mais sabe de futebol. e ela muito tranquila, a incentivar-me e tudo isso e eu só a pensar que nem sabia fazer um exercício mais complexo do que uma triangulação.
eu devo estar com algum problema. de certezinha!
… é que são quase seis horas!
[e a discussão que por aí anda (andou?), à cause dos pontos de exclamação? há coisas que me transcendem, mesmo. ainda bem que sou tão ignorante e básica, que não consigo divagar sobre coisas tão... vagas.]
… Sob Escuta (The Wire).
é mesmo muito, muito bom!
estou pr’aqui a espreguiçar-me na secretária… que vontadinha, dio mio!
bom dia a todos!


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