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eis-nos de novo fechados numa sala do Sheraton a ouvir falar dos Activos Tangíveis, justo valor, NCRF etc e tal. já estou tão fartinha disto e ainda não entrou em vigor. o trabalho vai-se acumulando. mas nem tudo é mau! ontem tive uma reunião a tarde inteira com uma advogada que é bem interessante. toda tia o que lhe dá um toque de charme altamente.
cumprimentar alguém com beijo e ficar com o perfume da pessoa na cara.
se for de homem, ligeiramente pior.
ontem, deitada a ler a Bíblia, fez-se-me luz quanto à situação do Paulo Bento no Sporting.
a sua competência é um dogma em Alvalade. só pode. e nestas coisas da fé não há muito por onde mexer. só assim se justifica que, passados dois meses e tal do campeonato começar e acrescentando o enfado da época passada, ninguém ouse fazer aquilo que deve ser feito: dar um aperto de mão ao senhor e desejar-lhe felicidades para o seu futuro profissional. longe dali, claro!
diz-se que não boa ou má publicidade. há publicidade.
ora bem, com a polémica que o sr. Saramago despoletou, cá para os meus lados, se a publicidade era para ser ao livro dele, resultou ao contrário.
há uns dias peguei na Bíblia, que a minha querida prima carinhosamente me ofertou, e comecei a ler a coisa com olhos de ver.
e, lá, está a natureza humana, em todo o seu esplendor.
descobri, também, mas aí já em conversa com a minha interlocutora preferida para estas coisas polémicas, a minha Maria, que o papel da Igreja, para além de outras coisas, é o da evangelização. logo, é natural que metam o bedelho em tudo, e queiram que tudo e todos sejam como manda a sua regra. quem se sente tão afrontado com o seu papel, mais, com os resultados do seu papel, só tem um caminho a fazer: evangelizar ao contrário. tarefa árdua? naturalmente. sendo que a Igreja leva uns bons séculos de avanço! e são persistentes e tudo. danados!
… as declarações de Paulo Bento, após o jogo. a juntar a tantas outras que ele já fez e que torna cada vez mais pesado o fardo de o ouvir, de o suportar a (des)orientar a equipa do Sporting.
Paulo Bento fala da equipa como se ela fosse treinada por alguma entidade externa. diz que falta mobilidade atacante à equipa, como se não fosse ele o responsável por criar exercícios de treino para que essa mobilidade surja. provavelmente ainda acredita que para se pôr uma equipa a jogar, basta dizer aos jogadores o que eles têm a fazer. é aquela coisa do novo método de aprendizagem, não é? o que é preciso é que se entenda, as repetições estupidificam. deve ser isso.
depois, quando a coisa não resulta – sim, porque ninguém deve perceber um boi do que ele diz, a fazer fé nos momentos que ele (contrariado) dedica aos jornalistas – desata a mandar tiros para o ar, sacudindo a água do capote, alegando que há mais responsáveis e que eles se assumam.
meu querido, isto é muito básico, e é daquelas coisas que jamais mudarão no futebol: se há um jogador descontente que desestabiliza, corre-se com esse jogador. se há quase uma equipa inteira, como o menino parece fazer crer, a responsabilidade é toda do treinador. e só lhe resta um caminho – assumir que não é capaz de agarrar o grupo e liderá-lo. não tem nada de transcendente, este saber. nadinha. eu nem nunca fui treinadora, sequer, e consigo lá chegar! como raio não chega o menino, os seu directores, o seu presidente?!?!?!
[yah! estou passada. é mais abrangente que a equipa e o futebol da equipa, mas isso não interessa nada.]
sabe-se que começamos a ficar cínicas quando, perante a preocupação de terceira pessoa pelo estado de saúde de outra, a entendemos mais como um pânico desmedido de ficar sózinha quando aparecer essa coisa terrível do SNC!
- quantos de vós lavam as mãos como mandam os folhetos de prevenção da gripe A?
boa semana para todos!
Em formação e farta de ouvir falar em imparidade. No Priberam, um dos significados de ‘paridade’ é: Alent. – rebanho de coelhas paridas. Portanto, é só ressignificar.
que saudades que eu tenho da Lisbeth Salander!!
ainda agora a manhã começou (são 10:00) e já estou bué cansada!
mas quem me manda esgrimir argumentos com a minha Maria, acerca da playboy e das portuguesas que agora de repente se lembraram de se despir?
muito dura, esta vida.
muito difícil, esta mulher.
muito alta, a pilha de facturas que tenho para lançar.
bom dia!
esta cena, de uma gaja ser arrolada como testemunha num processo cujas incidências têm mais de seis anos e das quais já não se lembra nem de metade, é uma boa merda!
eu sei que só se responde ao que se sabe e até podemos não nos lembrar de nada, mas pensar que posso gastar uma tarde no tribunal porque quem devia ter tido os olhos abertos não teve… até me passo!
poramordedeus! isto é lá lista que se apresente?
é só tipas novas, magras, de narizes afiados e lábios finos!! (passe o exagero, claro)
muito fraco. nem uma Ava Gardner, uma Sophia Loren, uma Claudia Cardinale… tristeza!
das 50 só consegui escolher 3:
17- Penelope Cruz (e é agora, que está mais velha e mais cheinha)
34 – Monica Bellucci (apesar de todos os retoques extras)
42 – Jennifer Garner (a minha fofinha matadora)
ontem, em conversa com a Maria, dizia-lhe que não conseguia, assim de repente, aquilatar o que verdadeiramente mudou em mim, com a psicoterapia. é frequente não me recordar duma série de coisas, porque sou extremamente preguiçosa e anárquica na minha organização mental. falta-me a necessidade que me obrigue a criar essa disciplina.
mas, há uma coisa que venho pensando há uns tempos e que se tornou mais presente após domingo.
uma das coisas em que fiquei diferente, foi que passei a ser menos filha e mais mãe. trocando por miúdos: deixei de esperar que fossem sempre os outros a tomar conta de mim, a ser sempre eu o centro da minha vida, para me abrir ao mundo e assumir que eu posso tomar conta, eu sei, eu faço. sempre tive uma costela contentora, que acho tem a assinatura da minha mãe, e a única coisa que fiz foi libertá-la mais.
aqui e ali, por quem não me conhece bem, essa atitude é encarada com alguma desconfiança. mas eu sou mesmo assim. gosto de ser atenciosa com as pessoas que me despertam interesse, preocupo-me, pergunto, mando abraços, beijos, etc, etc.
há uma pessoa que ‘mal conheço’, por quem tenho um imenso carinho, e com quem me preocupo. e, curiosamente, não podendo dizer que ela me recebe mal, também não posso afirmar que me abra os braços com ligeireza. sinto-a como uma enguia, que responde e tal, mas que foge de mim a sete pés. às vezes, fico com pena que não consigamos estar mais próximo. depois, fruto de tudo o que já vivi, pacientemente penso que um dia há-de ser. ou não. de qualquer forma, aquilo que eu gosto dela não está dependente disso.
e essa independência no gostar é uma coisa muito boa.
aqui poderão ver a lista dos 50 mais sexys do cinema. os meus preferidos:
04 – Brad Pitt
26 – Marlon Brando
28 – James Dean
31 – Gael Garcia Bernal
34 – Jude Law
ontem voltei a pisar um chão, que foi o meu chão durante oito anos e ao qual não regressara em cinco anos de separação.
pensei tantas vezes nesse momento. adiei-o, mais por falta de motivação do que por outra coisa qualquer. mas a vida, e cada vez tenho mais certeza disso, acaba sempre por nos dar hipótese de reparar o que nos perturba. assim nós estejamos predispostos a tanto.
e foi tranquilo – tanto quanto pode ser tranquilo, o regresso a um sítio onde fui incomensuravelmente feliz, infeliz, preocupada, atenta, despida, angustiada, irada, zangada, enfim, onde eu fui verdadeiramente eu. onde me dei sem quaisquer reservas, e onde constatei que, a médio/longo prazo, o que as pessoas valorizam é a verdade e a coerência. daí que não há que ter receio de impôr regras e disciplina. as pessoas podem ficar zangadas no momento, podem até nem perceber, mas se formos honestos e coerentes, isso há-de ficar-lhes na cabeça para mais tarde recordar.
e ternura. ternura ajuda sempre.
como dizia Che Guevara: há que ser firme sem jamais perder a ternura.
ontem, tive um reencontro que me fez (caso tivesses dúvidas) verificar isso mesmo!
embora, me apeteça fugir daqui!
ando sem vontade nenhuma de trabalhar. isto é grave, visto que tenho alguma necessidade de o fazer.
entretanto… e se eu trocasse o meu peugeot 307 por um smart? hem? ando cá com uma vontadinha…
(correu tudo bem com a mãezinha. andar de comboio é do best, mesmo. e alfa em 1ª classe… é muitíssimo bom. achei que merecia esse mimo.)
… ainda não foi desta!
só febre e cansaço, mas mais nada.
[amanhã vou para Coimbra de comboio. já não ando de comboio há bué. estou tão contente!]
a minha Maria em casa com um febrão repentino e imensas dores no corpo!
eu, por ora, nada. mas talvez se deva ao acordo tácito que temos: quando ela está doente, eu não estou.
- o que pretendem dizer os sportinguistas com ‘paulo bento não é um problema. é a solução’. assim, de repente, solução fez-me lembrar uma coisa que a minha avó tomava, que era a ’solução stago’, uma coisa para o fígado ou vesícula, e que era amarela e sabia a menta. e que eu e os meus primos roubávamos pequenos copos da solução, já diluída em água, porque nos sabia a rebuçado. outra solução, que se conjugue com paulo bento… não estou a ver.
- como raio é que ainda há quem vá na conversa do PSL !!!
- se o meu pé se vai aguentar em cima de uns sapatos giríssimos, que comprei para o casamento do meu mais querido Nuno, e no qual não devo fazer figuras tristes antes da assinatura dos papéis, visto que sou madrinha;
- se vou aguentar este calor que me está a possuir, sem tirar a roupa toda que tenho e ficar aqui em pelota.
(de cada vez que pego no leque para me abanar, sou gozada de morte. eles adoram-me!)
está aqui ao meu lado uma pequenita (dez anitos, não mais) que é uma séria candidata a ocupar um lugarzinho na terapia da cabeça, daqui a uns anitos. tanta exigência desprovida de afecto não vai dar coisa boa. ainda por cima à frente de pessoas que não têm nada que ver com o assunto. como eu, que dispensava bem assistir a este filme.
assim ela consiga ter discernimento para se aperceber disso e, o mais importante, dê um passo na sua concretização.
* pai e mãe, claro!
ela está aqui bem pertinho de mim, falando num tom de voz meio baixo, que costuma utilizar quando quer falar mal, mais para dar um ar enigmático à coisa, do que propriamente por pudor.
e diz, eloquentemente, a respeito de uma terceira pessoa: blá, blá, blá, se não sabe o que diz, o melhor é calar-se, blá. blá, blá.
isto, vindo de quem vem, até dá vontade de gargalhar. é das pessoas mais burrinhas e limitadas que conheço, porque tem a mania que sabe tudo, logo não aprende nada em profundidade. mas não se coíbe de julgar e critcar terceiros, quando ela passa a vida a mandar bujardas sobre coisas das quais não tem a mínima noção.
às vezes, fico tão fartinha de mulheres, credo!
grande, redondão, laranjão.
e aqui está este tempo cinzento!
bom dia!
[eu acho, sincero acho muitíssimo bem que o IEFP dê bolsas de emprego e tudo isso. mas poderia não haver um caramelo desses no sítio onde trabalho, por favor?! e pior, ter de ser eu a preencher os mapas financeiros!]
bom fim de semana prolongado a todos vós.
eu vou ali pôr o pé nas mãos de quem sabe, para mo amarrar bem, de forma a poder passear bué por Barcelona.
até terça!
Adrien, o meu preferido, jogou e até marcou um golo. com alguma sorte, mas isso não interessa nada, que ele é tão fofinho que tudo lhe fica bem.
e por falar em ficar bem, aqueles ombros são qualquer coisa.
o jogo jogado não interessa nada. porque quase não existiu.
a contipação está bastante melhor. o pé dói. e o Sporting joga logo. (estava a pensar em lanchar uma bola de berlim, mas talvez não seja boa ideia. não vá os gajos serem susceptíveis…)
ah… e aquele golaço do Falcao, ontem? gosto cada vez mais dele. pena é… pois, isso mesmo. e eu até gosto de azul.


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