e dar-te um abraço prolongado, em que nele inclua:
– os primeiros tempos em que te massacrei a cabeça, incluindo o dia em que depois de teres batido com o carro da tua mãe, ainda levaste uma rabecada minha (era a fome, minha querida, era a fome!)
– aqueles em que, por vingança só pode, tu me chateaste com exigências (eras tão chatinha, meu deus!)
– as discussões imensas sobre futebol, fé, terapia e coisas que tais
– o colo que recebi naquela fase marada da minha vida (lembras-te daquele dia em que me levaste a casa e me deste uma coisa para acalmar?)
– todas as zangas que já provoquei em ti, fruto da minha estúpida frontalidade
– e especialmente todo o respeito e amor que te tenho, e que é fruto de todas as múltiplas vivências que partilhámos.

parabéns, filha Piteca!

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