ainda não consegui perceber onde raio é que os empregados de mesa aprenderam que esta merda é uma democracia e portanto empregado e cliente é tudo a mesma cena e vai de chegar ao pé de mim e tocar-me no ombro pedindo-me desculpa pelo atraso e perguntando o que eu ía querer!
até se engasgou a criatura com o olhar que eu lhe deitei, ao mesmo tempo que afastava lenta e decididamente o ombro, de forma a ele perceber onde é que estava a ultrapassar todos os limites do bem servir.
depois, de voz calma e olhando-o nos olhos, disse que queria um café, uma empada de frango, um copo de água e uma sandes de ovo mexido para levar. detesto que me toquem.

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