questionam-me se estou chateada. eu respondo que não. tomei essa decisão no início da época. para ficar e fazer um trabalho em condições não poderia ser tão emotiva quanto já tinha sido. não posso entender aquilo como um “filho” que carrego nos braços. não é justo para mim. nem bom para elas. tenho de saber manter a serenidade, quando a tormenta aperta. é isso que é esperado.

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