… que fotografo cada vez pior. olha para as fotografias e vejo tudo desfocado, erros atrás de erros. e é aqui, neste ponto, em que apetece voltar à zona de conforto do automático, que a gente cresce e se faz gente e resiste. e continua a errar, aproveita uma em vinte, até que um dia estes momentos nos porão um sorriso nos lábios.
interessante esta sensação. de certo modo não é uma novidade. durante dois anos andei a trabalhar para que isso me acontecesse, mas num capítulo mais íntimo e privado da minha vida. e consegui. eu acho que consigo tudo.

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