devia existir um signo caracol. e era desse que eu seria. caracol, casa atrás.
para além dos meus carros, o meu e o jipe do meu pai com que ando também, já estarem cheios de tralha – camisolas, casacos, cd’s, livros, garrafas de água – a coisa estende-se ao nível da mala. que tem toda a merda que eu não preciso.
no meu dia a dia a figura é: a mala, com, repito, toda a merda que eu não preciso e até um cadeado para a porta da arrecadação do Fofó, não vá o que lá está estragar-se (sou doida, só pode!); a mala do portátil, onde para além das coisa necessárias, tipo carregador, rato e pen, tenho um bloco, duas canetas, leitor de cartões, carregador do iPod, disco externo; e um saco de apoio, de onde agora fui tirar creme para as mãos e descobri que tem o lanchinho, uma garrafa de água, um flash externo, um saco com carregadores de telemóveis e um de baterias da câmara fotográfica, um saco com artigos de higiene e sei lá mais que merda lá estará!!!
não é normal. claro que, no meio disto tudo, não encontrar umas braçadeiras para os treinadores, há duas semanas, é perfeitamente normal!
no outro dia diziam-me, e muito bem, que se algum dia for daquelas velhas loucas, serei a que anda com bué sacos atrás. e uma câmara fotográfica.

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