ontem, quando comentei para o ar que ia ver o filme, fui gozada de morte com a dinâmica do cinema francês. até me sugeriram ir ver não sei que filme. eu não tenho tempo e, às vezes, nem cabeça para ver os que eu quero, quanto mais ainda ir ver sugestões. enfim…
um dos meus colegas começou a contar que, a maior seca da vida dele, tinha sido quando a professora de francês os obrigou a ver um filme com o Gerard Depardieu em que ele tinha uma quinta. e eu disse-lhe que era o Jean de Florette. saiu-me assim de rajada. a nossa memória é uma coisa fantástica. esse e a continuação, Manon des Sources, foram dos filmes que mais gostei de ver, certamente, para me ficarem assim na memória.
tomei conhecimento deles através da Premiére, edição francesa, que eu comprava religiosamente todos os meses. depois encontrei-os num video clube.
agora, reparo, que os video clubes acabaram e não foram substituídos por nada. não se pode dizer que a videoteca do serviço de televisão que temos em casa se lhes compare e para quem, como eu, é completamente naba a ver coisas online, a coisa fica mesmo reduzida à ignorância.

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