não é de merecimento. nem sequer, como também já pensei, de investimento.
é de quem o agarra e não perde o discernimento perante o infortúnio. ou seja, de quem pega nas sobras do primeiro prato e faz um petisco que se saboreia num belo serão. sob a luz quente de velas que derretem para o chão, copos preenchidos com bebidas a gosto e amigos que souberam esperar.
e é meu, porque o mereço!

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