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fullsizerender-002aproveitei a hora do almoço para ir pesquisar um lugar e fotografá-lo. a dez minutos de lisboa, dei por mim na aldeia. campos cheios de verde vivo, delimitados por pequenos muros de pedra ou sebes. casas construídas de forma aleatória e feia, tão tipicamente portuguesas. ali ao lado, uma escola primária. do primeiro ciclo, como agora se diz. eu continuo na primária – talvez pela imensa felicidade que lá vivi. num dia de primavera, vindo com um mês de antecedência, eu aproveitei aquele pedaço de campo para desanuviar. desfrutei daquele momento o máximo que pude, em que a única coisa que quebrava o silêncio era o riso das crianças no recreio da escola.
não durou mais do que quinze minutos. e foi tão bom!

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não me deixeis ser fotografada com uma quechua sem ser durante a prática desportiva. ou por cima do pijaminha, vá!

a moda de não cortar as folhas das palmeiras que vão ficando secas, é para que chegado o carnaval elas pareçam umas baianas de saias de palha?
olha que não é mal pensado, não senhor, não fora o lixo visual que aquilo faz.

Caxias  27fev2014

Caxias
27.fev.2014

mas não raras vezes acontece que, em se fechando uma porta, se abre outra janela. e a vida sorri.

belo fim de semana que eu tive. até o tempo veio em sintonia.
um sábado dedicado à fotografia e ao social. domingo ao futebol. e a minha equipa a ganhar, a golear e a jogar maravilhas!

[obrigada, M., pela visita. e por tudo.]

mesmo tendo que estar fechada a trabalhar, sempre é melhor quando se olha para a rua e se vê a luz do sol.
e as saudades que tenho de andar de bicicleta?

[estou toda contente. tinha um problema com a captura de imagens para o projecto, por causa da falta de luz, mas ontem fiz umas experiências e acho que me vou safar. assim as minhas jogadoras colaborem…]

há pessoas que nos convidam para sua casa e depois, quando estamos quase a pôr um pé lá dentro, fecham-nos a porta violentamente na cara.
a malta fica ali com cara de parva. o ramo de flores esborrachado contra nós, pétalas caídas por tudo quanto é chão.
um desperdício.
enfim…

… com uns copos de tinto! pelo menos sinto-me bem melhor.

[quando for mais velha, serei insuportável, acho. ontem preguei uma valente seca a duas amigas, com as minhas resmunguices. eu não quero ser assim. tenho de ter cuidado com isso…]

a juntar à constipação, agora aparece uma tosse meio cavernosa que me faz estremecer os poucos neurónios que se encontram no activo – não sei se tenho mais e hibernaram, ou se desapareceram mesmo. e a voz que de vez em quando desaparece (tão querida a minha amiga Jo, que no sábado dizia que eu estava com uma voz sexy).
de volta ao trabalho, depois de uma semana fora, a vontade…benza-a Deus! o que vale é que está tudo ao ralenti.

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adormeci para cima do teclado.

ontem, quando comentei para o ar que ia ver o filme, fui gozada de morte com a dinâmica do cinema francês. até me sugeriram ir ver não sei que filme. eu não tenho tempo e, às vezes, nem cabeça para ver os que eu quero, quanto mais ainda ir ver sugestões. enfim…
um dos meus colegas começou a contar que, a maior seca da vida dele, tinha sido quando a professora de francês os obrigou a ver um filme com o Gerard Depardieu em que ele tinha uma quinta. e eu disse-lhe que era o Jean de Florette. saiu-me assim de rajada. a nossa memória é uma coisa fantástica. esse e a continuação, Manon des Sources, foram dos filmes que mais gostei de ver, certamente, para me ficarem assim na memória.
tomei conhecimento deles através da Premiére, edição francesa, que eu comprava religiosamente todos os meses. depois encontrei-os num video clube.
agora, reparo, que os video clubes acabaram e não foram substituídos por nada. não se pode dizer que a videoteca do serviço de televisão que temos em casa se lhes compare e para quem, como eu, é completamente naba a ver coisas online, a coisa fica mesmo reduzida à ignorância.

se quiser ver as mulheres aqui da chafarica a ficarem eriçadas, e quase a espumarem, é só lançar-lhes a coisa da responsabilidade que as mães têm numa série de incompetências dos filhos.
tão pouco conscientes do poder que têm, coitadas…

doze anos de federada como defesa, responsabilizam-me no que à contenção diz respeito.

… mas por aqui está tudo muito excitado. muito barulho.

[mulheres a falarem à bebé é mau!!! mas homens… foda-se!]

mas eu não suporto perfumes de homem. particularmente aqueles que são muito intensos. e estão colocados num caramelo que sobe no mesmo elevador do que eu. e diz kick off, em vez de data de início. muito mau, logo de manhã!

ando ali naquele vai e vem que nem sei…

… que só me faltava mais um dinheirito.

(ok, percebo que o dinheiro tem de favorecer aqueles que têm falta de imaginação e criatividade!)

assumir incapacidades é uma coisa muito difícil para mim.

cheia de fome e com vontade de ir para a rua ver coisas.

cheia de fome e com vontade de ir para a rua ver coisas.

eu com frio no trabalho é uma coisa mesmo muito estranha!

[serão almas penadas que por aqui andam?]

hoje estava quase mar chão. o sol a mandar reflexos através da água. a praia de Paço de Arcos com três pessoas que brincavam com um cão.

[nem a fila imóvel de trânsito alterou o sentimento de ser um início de manhã quase perfeito. sinto-me muito bem disposta e cheia de energia.]

um enorme barco cheio de caixinhas coloridas aproxima-se da costa.
em terra tudo é caos.
as praias desarrumadas. destroços inscrevem a desorganização na areia. as gaivotas alinham-se de frente para o vento e ali ficam imóveis.
um surfista emerge na paisagem de cinzentos e castanhos.
bom dia!

[a febre foi embora]

apetecia-me ir à praia, mas dá muito mais trabalho!

(se ainda aqui passar alguém…

… bom fim de semana)

naquela fase em que não estou doente, mas não me sinto completamente bem.  que seca!

diz o Pessoa.
e para ser inteiro, sê coerente – acrescento eu.

[um mundo novo, aquele que trago em mim. que me impele a fazer coisas raramente antes feitas. que me traz coragem, afirmação e segurança. sem ondas.]

[o deus dos comboios deve andar mesmo muito zangado.]

como a coisa anda para navegar em dinheiro, fui ao dentista e saí de lá com um plano aterrador e não é ao nível físico!
(tão fofinho, o meu François, que incluiu nas hipóteses do plano a colocação de aparelho dentário! ahahahah, havia de ser muito verdade!!)
assim para começar e porque nem só de pouco dinheiro vive uma pessoa, vou abalançar-me para uma coisa que me vai levar mil e seiscentos euros. é desta que faço dieta.

subtil
maviosa
a insónia que me deixa num estado quase hipnótico de realidade e sonho. pela minha cabeça já estão a desfilar sensações, vozes, imagens e o meu corpo move-se, ainda, inquieto pelo desconforto da vigília.
muito estranho. rico, mas estranho.

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… mais as luzes vermelhas dos carros.

percebo que estou mesmo a ficar doente, quando tenho de trabalhar de casaco vestido.

não tenho medo, nada me chateia, a não ser ter de estar ali de boca aberta feita peixe fora de água!

[na tv está a passar aquele programa que mostra os concursos de beleza de meninas pequeninas – nada melhor para ter vontade de vomitar! malucas destas mães. taradas. só com um enxerto! e não, não era um enxerto de neurónios. era de porrada, mesmo!]

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e como não há mesmo como fugir… 2013 aqui estamos nós! (noutros tempos eu até fazia balanços…)

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não sei se lá chegarei.

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… mas há alturas em que a melhor forma de descansar é ir trabalhar!

muio bom dia.
(preciso de emagrecer cinco quilos. podia muito bem ser um propósito de ano novo, mas estou à espera que eles desapareçam assim da mesma forma como deixei de fumar: de uma hora para a outra.)

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em Paço de Arcos estava perto, perto de um dia de Primavera. gostaria o mesmo para Lisboa, se faz favor!
[não sei para quê, visto estar o dia todo enfiada num escritório a contabilizar documentos – coisinha mais triste, Senhor!]

com a maior parte do pessoal de férias, sabe muito bem este quase silêncio.

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a manhã traz um sol de cor quente, não sei se da cor das casas se por qualquer outro fenómeno da natureza. o rio está, há vários dias, banhado pelo nevoeiro. lá ao longe, a ponte sobre o tejo ora se vê, ora não se vê. a cor da água hoje era de um cinzento chumbo, ali quando se passa a curva dos pinheiros. o trânsito estava simpático, não que eu lhe dê particular relevo, porque estou-me pouco marimbando para os outros. e não ando mais depressa só porque estou atrasada. procuro compensar essa falha com qualquer outra competência que possa ter, mas recuso-me a ficar stressada a caminho do trabalho. tanto que hoje vim o caminho todo a ouvir Brahms e a apreciar, com alguma inveja, um BMW 2002 que vinha à minha frente. assim de repente, esse carro faz-me regressar ao ano de 73 e a uma cidade que hoje se chama Menongue, mas na altura era Serpa Pinto.
ah, e o BMW era branco.

à espera do empreiteiro que andou a fazer as obras de recuperação do prédio e num golpe de mágica fez com que todas as varandas metessem água.
isto deve ser a modernidade: faz-se obras para ficar pior!

actualização: e para não destoar, claro que a humidade da varanda não tem nada que ver com a obra. cambada! e ainda duvidou da minha palavra!

[sinto um desprezo enorme por toda a gente que, exercendo um cargo de chefia, responde invariavelmente às dificuldades dos subordinados com um “o que é que quer que eu faça?”.
repteizinhos que não têm o mínimo respeito por si próprios e aceitam cargos para os quais não têm competência e se vêem à rasca para os exercer, mas passam a vida a abanar o rabinho de um lado para o outro agradando aos seus superiores, que na maioria das vezes são igualmente incompetentes, só que têm mais poder. desprezo esta gente toda. e eles sabem disso.]

e agora vou comer o meu pãozinho, beber o meu chá e ler as gordas do Record, que não me pagam para ter fome!

viajar * fotografar * levar massagens

acordei cedo.
“vou despachar-me rápido.”
vi os mails.
levantei-me.
tomei banho.
saí de casa.
atrasada. como sempre.

todas as semanas começam da mesma maneira: eu com imensa dificuldade em me levantar.
esta é a única coisa que é comum. depois, cada dia é um novo dia.

e eu não sou daquelas religiões que fazem sacríficios corporais. portanto, o leite estava literalmente uma merda e eu deitei-o fora.


(e eu deveria estar a dormir),
se eu amanhã não aparecer é porque fiquei com tal dor de barriga que nem me levanto!
é que hoje de manhã aqueci o leite e deixei-o esquecido na caneca.
portanto, como castigo, amanhã vou bebê-lo! ou seja, mais loguito.

tende uma bela noite!

não faço ideia qual a razão porque acho que tenho de ir trabalhar, em vez de ficar a desfrutar a marginal. mas hei-de descobrir.

um dia hei-de conseguir levantar-me cedo para ir caminhar.

07,45 não há vento, onze graus e um sol imenso.
guten morgen, vou levar uma massagem.

eu gosto de ler os comentários que o wordpress marca como spam.

fico sempre curiosa em saber o que anda esta gente a fazer logo de manhã nos passeios da marginal.

bom dia!

reorganizar o arquivo e mudar pastas. (já estou de manga curta!)

bom dia!

a primeira à conta de uma sopa de panela com galinha do campo que se apresentava como um belo pitéu e depois algures entre o almoço e a chegada a casa, perfazendo seis horas em que andei a ver olaria e a tirar fotografias a cabras, acho que a dita cuja ressuscitou e tentou sair-me do estômago.
a segunda porque o dinheiro encolhe e a vontade de fazer coisas estica. enfim, nada de original.
tive um fim de semana fabuloso. muito feliz. divertido. descobri duas coisas, sendo que uma foi mais a confirmação: que tenho um andar excelente para filmes mudos do tempo do chaplin e tenho uma dicção péssima porque sou uma mimada a falar (esta já sabia).

cheira-me que vem aí um novo ciclo em que o climatério faz questão de marcar presença.
hoje lixei-o! vim de manga curta.

[fantástico andar de manga curta no final de outubro. yah eu sei que não é uma coisa muito boa esta alteração climática, também a do climatério não é e eu tenho de me aguentar à bronca, mas eu sou de áfrica e temperaturas amenas é o mínimo que desejo para o contraponto ao verão.]

bom dia!

e eu até tenho algumas coisas para escrever, mas ao contrário do que disse num post abaixo, que não teria tempo mas depois contei o sonho das moedas dos carrinhos de compras do supermercado, hoje não tenho de facto tempo para muito, mas ainda assim gostaria de dizer que todos os animais que vão fazer exercício ao holmes do sporting e deixam ficar os seus carros estacionados nos lugares reservados a deficientes, grávidas e coisas que tais, não o sendo, deveriam levar com uma agulha enfiada pela rótula adentro, à moda do jack bauer. não parece, mas estou muito bem disposta.

bom dia!

… e ficar ali a ver a dinâmica das ondas.
muito bom dia!

[dormi mal. não sei se foi do chá que bebi antes de me deitar. tive calor, tive frio. uma agitação, o raio da noite.]

muito bom dia!

parecendo que não, uma massagem de uma hora faz milagres na disposição da pessoa que há em mim!

[estou apaixonada pelas mãos da minha terapeuta de ayurvédica]

vou passear para o Alentejo. o meu coração hoje está mais pequenino do que o habitual.

08:17 e em duas horas e vinte já vi acabar a noite e começar o dia, já esperei e desesperei pelo motorista do autocarro, já rezei para que o leitor de dvd não funcionasse para não ter q levar com o Scary Movie a esta hora da manhã (as minhas preces foram ouvidas) e ainda estou a um quarto da viagem de ida!
se eu não alcançar o paraíso pela fé, vou alcançá-lo por praticar o bem. (embora… levar comigo logo de manhã não seja das coisas mais agradáveis de se experimentar)
entretanto, neste bocadinho em que estive aqui a escrever o post, já vi o motorista limpar as orelhas, os olhos, só falta o nariz. espera! há bocado fui lá atrás às filas do fundo…


graças à greve da CP, por causa de uma reinvindicação qualquer que eu já não entendo, porque acho mesmo que neste momento temos de pensar em reinvindicar de forma diferente, sob o risco de ficarmos numa situação insustentável, mas dizia eu que graças à greve da CP o trânsito era caótico e elnto. e a luz na marginal era fabulosa. o azul do mar lindo, lindo de morrer. e eu fiquei cheia de pena de hoje não ser daqueles dias em que trago a máquina fotográfica. e, claro, quase jurei a mim própria que amanhã acordo cedo e vou agarrar aquela luz.

ainda há pouco me lembrei de escrever um post, tenho na minha memória que até vi o editor do wordpress no pensamento, e agora não sei sobre o que ia escrever…
… mas sempre posso adiantar que gosto muito disto.

se não seria este mesmo barco e estas mesmas gaivotas que enfeitavam a minha paisagem matinal.
como se houvesse ali uma união silenciosa, hoje repousavam sobre as águas tranquilas, rodeando o barco. não estavam no alvoroço do cheiro a peixe. antes me pareceu uma reunião de amigos, quase família. como se elas fossem as fiéis guardadoras do pescador.
eu não tenho a certeza, mas quase.

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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