You are currently browsing the category archive for the ‘dribles’ category.

para fazer coisas que habitualmente não fazemos.
escrever no blog pode ser uma delas.

Anúncios

a prova de que aquilo que os outros pensam sobre nós não tem importância nenhuma, por ser na maioria das vezes enviesado pelo própria realidade, é que toda a gente acha que eu faço imenso desporto só porque joguei futebol 12 anos e sou dirigente desportiva há 20.
não poderiam, no entanto, estar mais errados. eu gosto mesmo é de não fazer nada.

bem-vindo, 2016.
já aqui não venho há imenso, mas hoje apeteceu-me.

a minha vida é em Vayorken. porque, como diz a Capicua, em Vayorken a gente diverte-se imenso!

… tirou-me o acesso ao blog, no trabalho.
mas eu estou tão bem disposta que nem me ralo nada!

caminho no alto de um muro com a largura dos meus pés. um à frente do outro.

Lisboa - 04.fev.2014

Lisboa – 04.fev.2014

espero mesmo que essa coisa seja de vidas passadas.
se for desta, estou bem lixada…

depois não sei o que me aconteceu…

altura em que me vou deitar numa marquesa, fechar os olhos e desfrutar de uma bela massagem…

[fazemos aos outros aquilo que gostaríamos que nos fizessem? fico aqui a pensar porque raio tenho esta tendência para cuidar dos outros…]

… passou-se Janeiro.

não sei se é característica da idade, se é por ter imenso tempo pós-laboral ocupado, se será por outra razão cósmica qualquer.
o tempo voa. o dinheiro, também, mas é mais fácil de gerir isso. ainda não me faltou para as necessidades básicas. e é para isso que ele serve – para me suprimir as necessidades básicas. no resto, vale muito mais uma boa cabeça para nos reinventarmos, do que muito dinheiro para gastar.
mas o tempo… o tempo é que me preocupa. porque receio estar a distrair-me e não o valorizar suficientemente.

isso e o filho da puta do estore da varanda que se partiu e criou uma barreira de um metro e tal entre mim e máquina de lavar roupa!!

muita fotografia e futebol, intervalados com amigas e assim.
o que eu precisava era de dormir, mas não se pode ter tudo na vida.

… eram umas bolachinhas mergulhadas em chá preto e comidas à colher. quase desfeitas. ou uma parte quase desfeita, outra mais dura. e deixá-la desfazer-se entre a língua e o céu da boca.

quem é que redigirá os comentários que vão para o spam?
é que são cá de uma criatividade, que eu leio-os todos!

não se percebe, eu não percebo, pelo menos, como é que o tempo está a passar tão rápido.
eu sei que tenho actividades que me levam grande parte do tempo livre, mas é um exagero a voracidade do Cronos.
guloso!

os meus dias têm sido fraccionados assim: fazer gelo, pôr thrombocid x ‘n’.

(no sábado ia-me matando no autocarro a caminho de Braga. um travagem a fundo, quando estava em pé, fez-me esparramar corredor fora, parecia eu que estava a apanhar uma onda na costa! ao mesmo tempo que aguardava o momento em que aquilo iria partir-se tudo de encontro a qualquer coisa. muito radical!)

um tipo ao telefone no átrio do ginásio a discutir a depilação.

… mas quase.

… que este ano já tenho três que me dão água pela barba: fazer um livro de fotografias.

… é um estado tão arrogante…

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 24,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 9 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

… se outra coisa qualquer.
mas um dia destes dei por mim a pensar muito convictamente em começar a correr.
nunca tal me tinha dado. era interessante que isto se mantivesse, quando me passar este congestionamento todo e esta maldita dor de cabeça.

desde que um dos meus colegas trouxe sonhos, faz hoje uma semana, que todos os dias me apetece comê-los.
felizmente, que de todos os pecados mortais capitais que eu devo ter, a preguiça é bem mais poderosa do que a gula.

actualização: corrigem-me dizendo que são pecados capitais e não mortais. claro. se eu estou em lisboa, teriam que ser capitais. que distracção a minha!

… esta vontade diária de comer doces.
frio. deve ser do frio.
é isso!

a minha versão ‘aNa’ é bem mais interessante do que a ‘anabela’ que está aqui por detrás do ecran a teclar estas palavras.

a prova de que não estou, ainda, uma cínica empedernida, é que ainda fico algo comovida a ouvir isto.

no outro dia perguntei à minha massagista se fazia massagens com pedras quentes. ao que ela respondeu que sim.
noutros tempos, ter-lhe-ia dito que, apesar de ser muito bom, era um desperdício trocar as mãos dela por umas pedras.
agora pensei-o mas não o verbalizei – acho que não ficaria muito bem. o que é um pensamento completamente disparatado.

é que os meus colegas são como família com quem se partilha o bom e o mau.
quando algum de nós está menos bem, os outros acolhem e tentam animar a coisa.
para além de que existe uma dinâmica muito íntima entre nós. são mesmo os meus três mosqueteiros. que sorte a minha.

véspera de entregar a memória descritiva, preparar a apresentação oral e imagens exemplificativas do que pretendo para o trabalho… e resolvo que afinal, se calhar, muito provavelmente, aquilo que tinha pensado já não é bem o que eu quero fazer!
sou uma gaja tão decidida que às vezes até me surpreendo a mim própria!

ontem, pouco depois do jogo acabar, pregou-se-me uma dor junto à omoplata, que foi aumentando gradualmente até me deixar completamente desconfortável e sem conseguir arranjar posição para me sentar e deitar.
passei uma noite horrível, com dores e desconforto.
como sou uma mulher de sorte, a minha massagista tinha horário para me atender. e deixou-me ligeiramente melhor. pelo menos o tempo em que lá estive, soube-me muito bem!

(nosso senhor lhe dê toda a felicidade do mundo, porque quem faz umas massagens tão boas como ela faz, merece muito ser feliz. e do que me parece do seu sorriso, ela já é! portanto, nosso senhor não anda a dormir.)

Choux,
não tarda é hora do jantar e eu ainda estou à espera da morada…

esta noite, quando voltava para a cama às escuras, depois de ter ido à casa de banho, calculei mal a beira da cama, escorreguei desamparada para o chão, bati com a cabeça na parede, o braço na mesa de cabeceira e cairam-me os telemóveis e o candeeiro para cima.

[eu ando com problemas sérios. ontem por duas vezes que revirei tudo à procura de duas chaves que estavam bem perto de mim, na minha mala.]

… em que as drogas fazem efeito, ligo a tv e vejo o campeonato do mundo de halterofilismo no feminino. e constato que as halterofilistas não têm mamas, só têm peitorais.

[isto também pode ser da febre]

a seguir ao ombro empanado* empenado (direito), arranjei uma dor aguda junto à omoplata esquerda.

tem mesmo um cheirinho psicossomático…

*deve ter sido resquícios dos escalopes panados que marcharam ao almoço.

©2013 Anabela Mendes

 

e pensar que houve quem fizesse posts histéricos, mal caíram umas chuvitas e o outono entrou.
há gente muito melodramática!

e um peso nas pálpebras, que desconfio que o peso de dois quilos, que eu tenho de segurar para os exercícios de puxar o ombro para baixo, se transferiu para os olhos.
eu deixei-o no banco do carro, mas nunca fiando…

costuma dizer-se que quando se fecha uma porta, Deus abre uma janela.
comigo é mais, quando finalmente encontro as braçadeiras que andava à procura há mais de três semanas, desaparecem as outras que utilizei como recurso.
a minha vidinha nunca é monótona, benza-me Deus!

a ligadura funcional, o ombro e uma t-shirt cor de rosa

esta malta que põe alargadores nas orelhas, um dia se quiser tê-las normais faz como? photoshop? miolo de pão pintado da cor da pele? plasticina?

ou,
eu bem digo que não perco nada. posso é, eventualmente, não saber o sítio das coisas.
ando desde o princípio do mês sem saber onde tinha posto umas braçadeiras da equipa. não tinha a mais pequena pista. e, não fora eu nunca perder nada e isso me dar alguma baliza neste desnorte que é a minha desarrumação, estava quase a acreditar que elas tinham ido à vida.
há pouco fui ao Smart buscar umas coisas (meia casa, vá…) para ele ficar mais apresentável para a revisão de amanhã, abro o porta-luvas e o que me aparece?? as ditas cujas, claro!
às vezes acho que devia ter vergonha de confessar estas coisas, mas depois compenso-me a pensar que sou muitíssimo organizada mentalmente, no meu trabalho e na minha actividade de dirigente.
pronto!

das coisas que mais seca me dá fazer é a pós produção das imagens. apesar de procurar fotografar o mais correcto possível, há quase sempre pequenos ajustes que são necessários. aqui e ali consigo uma imagem que não sinto necessidade de ajustar.
quando revejo as imagens, noto que há um certo estilo de luz e cor, que pelos vistos me são característicos, e que à partida não estou a pensar neles. ou seja, de forma quase inconsciente, aquela deve ser a forma como eu vejo a luz e a cor. é estranho. ainda não me habituei muito bem. mas vou deixar andar a ver se existe alguma coerência no futuro, ou se é tão somente falta de jeito a trabalhar com o Lightroom.

devia existir um signo caracol. e era desse que eu seria. caracol, casa atrás.
para além dos meus carros, o meu e o jipe do meu pai com que ando também, já estarem cheios de tralha – camisolas, casacos, cd’s, livros, garrafas de água – a coisa estende-se ao nível da mala. que tem toda a merda que eu não preciso.
no meu dia a dia a figura é: a mala, com, repito, toda a merda que eu não preciso e até um cadeado para a porta da arrecadação do Fofó, não vá o que lá está estragar-se (sou doida, só pode!); a mala do portátil, onde para além das coisa necessárias, tipo carregador, rato e pen, tenho um bloco, duas canetas, leitor de cartões, carregador do iPod, disco externo; e um saco de apoio, de onde agora fui tirar creme para as mãos e descobri que tem o lanchinho, uma garrafa de água, um flash externo, um saco com carregadores de telemóveis e um de baterias da câmara fotográfica, um saco com artigos de higiene e sei lá mais que merda lá estará!!!
não é normal. claro que, no meio disto tudo, não encontrar umas braçadeiras para os treinadores, há duas semanas, é perfeitamente normal!
no outro dia diziam-me, e muito bem, que se algum dia for daquelas velhas loucas, serei a que anda com bué sacos atrás. e uma câmara fotográfica.

Copyright © Anabela Mendes

a Monica Bellucci separada logo agora que eu tenho o tempo todo ocupado com o futebol. há alturas na vida que uma pessoa não tem sorte nenhuma!

pouco mais de dez e meia e eu já vou no segundo café!

[%÷$# dos tipos do trabalho que me bloquearam o acesso ao blog! isto a partir do telemóvel não tem piada nenhuma!!!]

… eu não acredito lá muito na remissão.
fico sempre a pensar na história do escorpião que queria atravessar o rio…

* continuar o curso de fotografia
* regressar ao futebol (já estou toda mergulhada e não vejo a hora de começar a época)
and last but not least…
* ir tratar deste ombro direito que me atormentava há meses!!!

a partir de hoje, e durante um ano, L será mais do que o meu tamanho de roupa!

para Gainesville na Florida, USA.

é reconhecida a minha incapacidade de chegar a horas, de manhã. faço um esforço, mas às vezes durmo tão mal que, mesmo acordando a horas, despacho-me tão devagar que lá acabo por me atrasar.
curiosamente, tenho dormido melhor nas últimas noites – se acordo durante a noite, não me lembro.
portanto, hoje acordei e decidi levantar-me para chegar a horas e impressionar o novo patrão.
andava eu na minha vidinha a arranjar as coisinhas para comer, escolher roupa , enquanto o leite aquecia. plim! ao toque do micro-ondas abri a porta, saquei da caneca e… juro que não sei como, ela sai disparada da minha mão e escaqueira-se toda no chão. leite por todo o lado. cacos idem. muito mau!
se alguém me quer dizer alguma coisa, telefone. escreva. emaile. mensage. sinais de fumo. tambores. foguetes. qualquer coisa menos andar a partir-me canecas. estraga-se o leite e eu detesto estragar comida.

a melhor maneira de sabermos o quanto (não) sabemos é começar a estudar.

a melhor maneira de sabermos o quanto (não) sabemos é começar a estudar.

esperar

nem a leste, norte ou sul. nada.
as mesmas caras sem vergonha, que passam sorridentes, até que um dia alguém perde a cabeça e lhes enfia uma valente joelhada nos tomates. assim, ao menos, andarão um pouco menos altivos.

… de estar a trabalhar numa caldeira sobreaquecida, com as juntas a darem de si e os parafusos já a chocalharem.
e a mim só me dá vontade de rir, parece que andei a fumá-las!

… poder-se-ia dizer que o meu alternador já teve melhores dias.

a minha mãe não acha o meu Smartinho competente para me levar até ela.

em modo "eu gostava de ser o Vegeta"

em modo “eu gostava de ser o Vegeta”

entre estudar, ler uns livros de fotografia que comprei, visitar a família no fim de semana, ver uns episódios em falta de Boardwalk Empire (fabuloso!) e curtir o sossego…

… ontem peguei na minha Pentax MZ-50 e decidi pôr-lhe uma pilha e um rolo pb. e estou a adorar o curso e o Lightroom etc e tal.

[post dedicado aos meus amigos João e tm – e não digam que vão daqui!]

… esta minha ida ao dentista. a consulta durou 55 minutos. parecido com uma sessão de psicoterapia.
ao abre boca-fecha boca perdi-lhe a conta. não sei quantas fotografias, porque a trampa do flash estava com nojo e não disparava em condições – mas a luz era suficiente para me cegar.
morder cera. devagar. com força. tirar moldes, com a pasta a semi-escorregar pelas goelas abaixo e eu a fazer um esforço demoníaco para não me engasgar e cuspir aquela merda toda contra o vidro da janela que dá para o clube dos empresários, coitado esse que também parece que já está falido.
depois tive que colocar um andaime que ficava preso entre os ouvidos e o nariz. para depois me ser colocada uma coisa dentro da boca que era aparafusada ao dito cujo.
no recibo tenho esta linda descrição: moldag/mod estudo-análise oclusal articulador. amén!

[entremeado com isto, nos intervalos, eu a contar a minha guerra com o senhor polícia no Mude e a dar gargalhadas monumentais. portanto, em tudo semelhante às minhas sessões com a Rute.]

passei o dia a ver televisão, a comer e a dormir.

… mas amanhã será melhor, espero.
para começar a bombar a sério.

até porque não é preciso fazer nada para que ela aconteça.
portanto, siga!
até para o ano!

hoje tirei duzentas fotografias. três estão qualquer coisa de bom e diferente!

… companhia desfeita.

pronto, para mim já chega de natal e etc e tal.
acho que se chegar ao dia em que não tenha pais (e deus queira que assim seja, porque seria demasiado injusto para eles se fosse o contrário), vou ocupar o meu natal a viajar ou a fazer voluntariado.

tenho cada vez mais gosto em falar de futebol, do que ver um jogo. talvez disso não seja alheio o facto da equipa do meu clube não estar a jogar um chavo, mas ver jogos nunca foi o meu forte.

… até me apetecia ir à bola!

… que os pichiciegos-menores (Chlamyphorus truncatus) são os menores tatus do mundo, mas agora que a wikipédia me informou, é como se me tivessem tirado anos de vida!!!

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

Categorias

voltas passadas