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Açude do Panão - Miranda do Corvo 27.dez.13 às 15:46

Açude do Panão – Miranda do Corvo
27.dez.13 às 15:46

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mais do que visitar Vegas, LA ou San Francisco, o que mais me agradou na viagem que fiz aos EUA, foi o facto de ter andado maioritariamente em estradas secundárias. e sempre que possível no que resta da famosa Route 66.
consegui reviver a sensação que tinha quando viajava com os meus pais em Angola, mas em muito maior.
eu adoro passear de carro, devagar, por aquelas estradas que mal têm trânsito. descobrir o interior dos países. acompanhada da minha câmara fotográfica, é do melhor!

tempo que passou lentamente.
muitas horas para mim.
muitas caminhadas.
muita reflexão.

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a temperatura da água excelente, mas as ondas um bocadinho furiosas! (devem ser do Sporting!)

se Deus não existe, peço que alguém o invente, para lhe agradecer estes dias.
[o que eu adoro água só se pode explicar pela astrologia, acho. bem… no consultório da Rute, também se lá chega!]

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hot chinese food walking in the park pictures happiness smiling mamma mia so many different people

Salto Alto, Bairro Alto.
música alta. gente que se mexe muito rápido. parece que anda tudo à procura de qualquer coisa que não encontra.
estou há umas duas horas na esquina do balcão. já encontrei alguma gente conhecida com quem conversei animadamente. muito bom.
incrível é a insegurança desta gente, que faz com que venham marcar presença junto das namoradas, quando elas conversam com alguém desconhecido para elas, quais cãezinhos a marcarem território. cruzes, credo! xô!

com 48 anos e ainda tanto que eu nunca fiz.
por exemplo, nunca me pus descaradamente ao engate. quer dizer, nem descarada, nem subtilmente. acho que tenho de experimentar, para ver como é levar com um rotundo não trombas adentro! o problema é que não há assim tanta gente onde se ponha a vista e valha a pena o exercício. e a frustração, claro. essa coisa da qual eu tanto fujo.

[está aqui um tipo com um rabo mesmo bem jeitoso.]

ainda não consegui perceber onde raio é que os empregados de mesa aprenderam que esta merda é uma democracia e portanto empregado e cliente é tudo a mesma cena e vai de chegar ao pé de mim e tocar-me no ombro pedindo-me desculpa pelo atraso e perguntando o que eu ía querer!
até se engasgou a criatura com o olhar que eu lhe deitei, ao mesmo tempo que afastava lenta e decididamente o ombro, de forma a ele perceber onde é que estava a ultrapassar todos os limites do bem servir.
depois, de voz calma e olhando-o nos olhos, disse que queria um café, uma empada de frango, um copo de água e uma sandes de ovo mexido para levar. detesto que me toquem.

ainda na cama, hesito entre ir tomar o pequeno-almoço ou ir fumar já um cigarro. acho que hoje acordei para os excessos. como não me dá para o álcool…
… acho que vou comer. é mais sensato, seguro para o mundo e pessoas em particular. não que as tenha aqui em casa, mas o filho da p#ta do cão da vizinha de cima não pára de fazer barulho, há um cabr@o qualquer que não desliga o berbequim e…
… acho que vou comer! é mais sensato e seguro para mim!

tenham um bom dia!
[acho que me apetece ir beber um copo logo à noite.]

esticada ao sol do Meco.
um vento que arrefece o calor do sol, mas não levanta areia. esse um dos motivos pelos quais gosto tanto desta praia.
imensidão de praia para a direita. alguma para a esquerda. o mar rebelde, sempre.
e eu aqui sózinha, a ouvir (agora, mesmo) Ana Carolina. tranquila, apesar de me apetecer viver uma paixão escaldante. não há disso por encomenda, pois não?

[não gosto quando os semáforos estão intermitentes. eu, que sou tão plástica, não sendo isso uma grande virtude, admito, gosto de algumas coisas concretas. os semáforos são um bom exemplo.]

“é isso aí…
como a gente sempre achou que ía ser”

HD in Oatman - USA - ago/10

san francisco - USA - agosto/10

 be sure to ride a bmw.

[post dedicado à minha querida João Horta, tipo ‘ainda estou à espera da voltinha na mota e não, já não estou constipada há meses, logo já não espirro e conspurco o capacete’]

as sereias revisitando as raizes

nascer do 2010 na Baía Azul

puto brincando com arco na Catumbela.
(eu recuei trinta e tal anos e revi-me nas ruas do, hoje, Menongue)

o rio Cuporolo

o jacaré no Cuporolo

embondeiro grandioso no Chongoroi

final de dia no Chongoroi


[Baía Azul – 01.01.2010 – 06:04am]

cumprimentando o mar, antes do primeiro sono do ano.

 

[Baía Azul – Benguela – Dez/09]

crianças desfrutando da praia. eu fotografando. a vida a passar lenta e quente.


fotos tiradas da varanda do nosso quarto, ao pessoal que passava mesmo por debaixo da objectiva.
nunca tinha experimentado isto, mas é muito engraçado.

… a fingir de intelectual [a ler ‘A Sombra do Vento’ de Carlos Ruiz Zafón – livro mais estranho, mas que me agarrou por completo ]

entretanto, agora estou na dúvida se hei-de ir mandar um mergulho na piscina que está ali mesmo à minha frente, de forma a sacudir as moscas que por aqui andam. e a fazer horas para ir ao electricista mostrar o alternador do jipe, que parece que se constipou!
e ainda, a tentar decidir-me pelo momento masoquista do dia – ver o jogo do Sporting mais logo!

[praia da Amoreira]

hoje mais longe da água, de forma a não sermos apanhadas.
agora, ao final da tarde, ficou tudo cheio de nuvens. e uma aragem fresca que até sabe bem.

[praia de Vale dos Homens]

ontem, quando demos por ela, estávamos no meio das pedras, cercadas por água! cuja temperatura já não é a do sul, mas para a Costa Vicentina está excelente!

de barquito na ria formosa para…

… a praia da Terra Estreita.

(a água continua tão quentinha…)

e jantar em Santa Luzia.

[agora, estamos todas à luz das velas e de banho por tomar]

23:49 – sem luz e a enviar fotos pelo bluetooth e a escrever posts!

praia do Trafal
(a água está tão boa, que nem imaginam!)


ou
sessão de pedicure no reino – dos algarves
ou
a Maria e as profissões alternativas
ou
o vinho branco do almoço bateu forte!

trabalhando em NYC


glad to be gay – pride de Queens
(e não, não estava nú)

mais uma do Harlem.
“the church where christianity begins again”
seja lá o que isso queira dizer…


para quem gosta de musicais, Broadway é o sítio ideal.
o difícil é optar. tal a quantidade.


a mítica Brooklyn Bridge. linda de se ver e atravessar.


a ‘incontornável’ vista de Ellis Island (um dos sítios que mais gostei de conhecer)


sem palavras


aviso numa lavandaria no Harlem


Times Square de manhãzinha.

frenético e feérico.

são tartarugas em central park, mas bem podia ser o sporting no jogo de ontem – tudo a monte.

Mannhattan vista de Brooklyn

isto é o que se chama ‘não ter um emprego estável’!
nesta esquina não dá? no problem! pega-se nas bicuatas e muda-se de sítio!
o que achei fantástico é a convivência entre os automóveis, os autocarros, as bicicletas, estes carrinhos, tudo sem atropelos e na boa!
como diz a minha querida K, o pior é o cheiro que estes carros deitam, quando estão a fazer os cachorros, as espetadas e o caneco!


quando a coloquei, andávamos no meio da rua, a caminho de ir jantar. chegadas ao restaurante, um tailandês, fui à casa de banho, toda ela espelhada. olhei para o lado e apanhada de surpresa pensei: mas quem é esta que se enfiou aqui comigo?
(aquela coisa dá cá uma comichão…!)


a Maria (de peruca) em Times Square.
o interesse do post não é a tão famosa praça, que nem praça é, mas relatar a compra de adereços capilares por parte da dama. quando fizémos a primeira tentativa de ir assistir à missa no Harlem, de seguida parámos num loja que tinha a maior parafernália por mim vista, no que a cabelos diz respeito: perucas, pentes, escovas, ganchos, toucas, cremes, sei lá mais o quê!!!
na loja, trabalhava um rapaz do Senegal, que falava umas coisas de português, porque tinha tido um professor, António Silva, naturalmente tuga. ainda bem que não disse nenhum palavrão!
(vou procurar uma foto minha, de peruca lisa, já aqui ponho)

adoro placas de ruas. em nova iorque é um fascínio. a partir da houston para cima, quando acaba chinatown, começa tudo a ser muito linear. avenidas ao alto, ruas a atravessar. as avenidas no sentido este/oeste e as ruas de sul para norte.  portanto, o nosso hotel estava ali como diz a plaquinha, na 45th, entre a 6ª e a 7ª. ou seja, mesmo com times square ao cantinho. e chega-se ao Harlem e os números desaparecem das placas e surgem nomes, os nomes de negros importantes para a comunidade – como podem observar pelo malcolm x!
e há ali uma plaquinha não tão frequente como as das ruas, mas que aqui e ali aparece, e que indica presença de câmaras de vigilância na rua. espero que não me tenham apanhado a fumar, pois a minha mãe não sabe…

nos limites de chinatown encontrei um parque público, onde a atracção principal era uma parede que dividia dois campos ao meio. e onde se joga uma espécie de squash, mas em vez das raquestes são as mãos que batem a bola. de um lado, o chinês, cheio de estilo, todos os gestos feitos com conta peso e medida, como se pode ver nas fotos, e a jogar com três miúdas. por puro lazer. do outro, o negro, a jogar a pares. e com pontuação e tudo, tipo roda bota fora. na foto em que ele está de braço esticado, indicava aos adversários um tipo que estava em cima do muro a ver o jogo, e que tinha reparado que a bola não tinha saído. ele repetiu não sei quantas vezes, em tom vitorioso, “thank you, sir!”, como que a querer dizer, aleluia que alguém viu!

sandwich de pastrami no Carnegie Deli

sandwich de pastrami no Carnegie Deli

uma pessoa vê chegar uma coisa destas à nossa mesa e… de repente, fica cheia só de olhar! é incrível a quantidade de comida que aquela gente ingere, por refeição!
para experimentar, pedimos a de pastrami e a de corned beef – cóbi, como dizia o empregado, que ainda falava pior inglês que eu! a de pastrami ainda se dá umas garfadas, mas chega a uma altura que já se deita as fatias de carne por tudo quanto é sítio da nossa (e vossa) imaginação!
no entanto, para além da experiência degustativa, vale a pena ir porque o sítio é emblemático, como o atestam centenas, senão milhares, de fotos de todos os hot shots americanos – e não só, certamente!
mais informação no site do Carnegie Deli.

chá gelado em Tearrific - Chinatown

chá gelado em Tearrific - Chinatown

uma das modas é beber chá gelado com bolinhas de tapioca lá dentro. só que as bolinhas não são assim tão pequenas e chega a uma altura que já começam a enjoar. mas é uma experiência a ter em conta, aqui.

a experiência com maior impacto: a visita à The Abyssinian Baptist Church. num dia de culto, embora, infelizmente, não no dia de maior culto que é ao domingo.
confirmei duas coisas:
– que a fé é uma questão de entrega, daí ter tanta dificuldade em assumi-la (acho que mais ou menos já a sinto)
– que em qualquer outra vida fui negra (não consigo encontrar explicação racional para a afinidade que sinto, e esta parece-me uma explicação bastante aceitável. pelo menos para mim, que é o que conta)

e espero falar mais sobre isto, mas agora tenho de ir bulir.

… mas ainda meia chéché. esta coisa da diferença horária dá-me cabo dos circuitos. estou cheia de sono, mas este sono deve ser da sesta, visto serem quase 21,00, mas eu ainda estou com menos 5! enfim, isto vai levar algum tempo.

N Y C ? simplesmente fantástica!

refrescante

El Rocío

[criança brincando em cádiz]

e o que o espelho de quarto, deste hotel, emagrece uma pessoa?!?!
passei os dias a mirar-me e a achar que estava toda boazona, e afinal… gordalhufa da treta!!

… durante dezoito dias e três mil quilómetros!

e se, por um acaso, cruzarem com um que leve uma quarentona (gira) de caracóis, podem assobiar!
eu gosto.

até dia 3 de setembro vai ser assim:
costa vicentina, algarve, espanha e, de novo, costa vicentina.
muita praia com pouca gente. muita sorna. muitos petiscos. muito jipe.
(muitas caminhadas – tenho de pôr isto, senão a PT…)
passear. descansar. ler. apanhar sol [toda nua].
tirar fotografias por tudo e por nada.
e cantar bué, que o jipe tem o rádio avariado!
ficai por cá muitíssimo bem!

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todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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