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ao fim de palmilhar trilhos e caminhos difíceis, finalmente percebi que a felicidade pode estar num simples e tranquilo chegar a casa.

… tirar as palavras da cabeça e pô-las por escrito?

para a Sofia e a Inês, que são mesmo lindas, e pelo prazer de as ter perto outra vez.

não interessa como foi, porque foi. foi. tem sido. responsabilidade minha. responsabilidade tua. de ambas, pelo muito que dissémos, que não dissémos. tenho andado fugida, eu sei, mas a vida tem-me trazido tanta novidade, que também ando à procura de fazer qualquer coisa com isto, de forma a tornar-me melhor gente. e, sem que saibamos como, já passaram quase dois anos. o tempo não se recupera, mas está sempre aí um tempo novo para vivermos. e como ouvi há muito tempo, não sabendo a fonte, nada do que é verdadeiro morre, adormece apenas por algum tempo.
e, quando hoje te mando uma mensagem a desafiar-te para um gelado ao fim do dia, a tua resposta começa por ‘bom dia, Miúda’, sei que está tudo lá.
e que um quentinho enorme me invadiu o peito.

[faço um caminho de reconciliação. ainda muito acidentado, mas a cada dia que passa mais firme, mais suave, mais tranquilo. vou recuperar tudo e toda a gente. é essa certeza que me sai do peito. não a sei explicar por palavras, não a consigo racionalizar. mas sinto-a. não me preocupam os conceitos sociais. não sou cristã, não sou de dar a face, mas sou de aceitar e fazer algo de novo – seja o que for que isso queira dizer de mim. ]

para além disso, foi contigo que aprendi a beber gin tónico!

Prima, já que não me consegues ligar, deixa-me fazer aqui uma alembradura:

– não te esqueças de São Paulo e não comas tiramisú. tem uma noite feliz!

não sei de onde vem a idéia de que eu tenho mau feitio!

que ainda falta colorir.

tenho saudades de ler Eugénio de Andrade.

para começo de dia, o que foi mesmo bom foi ter tido um telefonema cheio de carinho a perguntarem-me como estava e a desejarem-me um bom dia.
isso é que é de realçar!

sabes, foste chegando assim devagarinho à minha vida. há tanto que te conhecia e desconhecia tanto de ti. só sabia que eras generosa com os amigos. mas isso estava bastante longe de mim – que do alto da minha arrogância, até pensava que nem precisava de me aproximar.
a vida, aquela coisa inevitável que nos traz as maiores lições, aproximou-nos. lentamente. para mim, o momento crucial foi, precisamente, num acontecimento marcante para a tua vida. aí, senti-te pessoa. é talvez rude dizer isto assim – mas é o que me sai neste momento.
e, lentamente, fui entrando e foste entrando. e já me deste tanto, que não imagino se algum dia terei a possibilidade de te recompensar. mas a vida, essa que nos traz as maiores lições, será generosa, acredito.
e assim estamos. amigas. e só sei dizer que isso me faz muito feliz!

muitos parabéns, João!

a tua casa é o teu mundo. um mundo onde todas entramos e nos sentimos como em nossa própria casa. consegues, como poucas pessoas, fazer com que tanta gente esteja agregada, sem que se sinta pressionada a cumprir o padrão. nunca a palavra liberdade teve tanto sentido, como quando estamos contigo. é bom. é muito bom. é a verdadeira partilha de tudo o que é verdadeiro dentro de nós – do bom, do mau, da alegria, da tristeza, no fundo o que nós somos.
chegada a esta altura é fundamental termos-te na nossa vida.
obrigada por isso!

muitos parabéns, Grande!

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meiavolta(at)gmail(dot)com

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todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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